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Fazendo da felicidade um hábito

Felicidade - Chirles Oliveira - 6 de junho de 2018

E se a felicidade fosse um hábito que pudéssemos ensinar às crianças? E é! Qualidades que nos afastam da felicidade (fortes emoções negativas) e as qualidades que nos conduzem à felicidade (ações éticas) são enraizadas nos hábitos desenvolvidos no passado. A Atenção Plena ajuda as crianças e os adolescentes a reconhecerem os hábitos que levam à felicidade e a abandonarem os que não levam.
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Porque uma alimentação saudável faz bem ao corpo e a alma!

Vida Saudável - Chirles Oliveira - 11 de abril de 2018

Olá! Meu nome é Cristiana Marques e tive a honra de ser convidada para escrever no Blog Felicidade Sustentável para compartilhar com vocês minha experiência no curso com a apresentadora Bela Gil, do programa Bela Cozinha do GNT.
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Meditar e fazer o bem nos aproxima da felicidade

Felicidade - Chirles Oliveira - 6 de março de 2018

Muitas pessoas pensam sobre o que as tornam felizes, mas no fundo acham complicado viver esse desejo tão intrínseco no cotidiano. Atolados pelos afazeres como trabalho, estudos, trânsito, obrigações, e até a demanda com as redes sociais, a pessoas veem o dia passar e a felicidade não chegar. Continuar Lendo

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Quando a amizade é verdadeira?

Felicidade - Chirles Oliveira - 26 de maio de 2017

Ao longo da vida encontramos pessoas que passam por nós por um instante, uma breve experiência, uma caminhada ou uma jornada. Por essas diferentes situações, o que torna uma amizade verdadeira?

Muitas pessoas tem a oportunidade de cultivar amigos desde a infância, os amigos de longa data; outras conseguem viver intensamente uma amizade pelo período de trabalho, de férias, de um retiro, pois algo é construído ali. Talvez sejam reencontros!

Na verdade, há muitas situações de encontros, sintonias, sincronicidades, e nenhuma fórmula ou explicação para os laços afetivos tecidos numa relação de amizade verdadeira.

E o que é amizade para você? É longevidade ou intensidade?

Muitas vezes, queremos uma vida permanente onde tudo é estável. Mas a vida e os grandes sábios tem nos mostrado exatamente o contrário, que crescemos quando mudamos. Quando permitimos dar um passo, depois outro, numa caminhada que precisa de fé, coragem, dedicação, e encontros, sejam eles um pouco mais duradouros, ou não.

Para mim, amizade é a capacidade de estar junto, de viver alegrias e tristezas, de celebrar a vida, de trocar experiências, de partilhar sentimentos e segredos, de acolhimento, de doação sincera do tempo, da capacidade de gerar e viver o amor fraternal. Dizem que a versão do amor mais desinteresseiro é a amizade. E acredito que seja realmente.

Quando amamos um amigo, queremos que ele fique bem, que ele conquiste seus sonhos e que na hora das dificuldades encontre um ombro amigo para desabafar. E mesmo que ele esteja distante, que ele faça uma caminhada solo, torcemos para que ele seja feliz!

Nem sempre poderemos estar juntos, de mãos dadas, pois os caminhos podem fluir para diferentes direções, e tudo bem, pois isso, necessariamente, não significa separação. É simplesmente o tempo das coisas.

O tempo nos faz seguir em frente e nessa jornada nos faz chegar e partir. Quantas vezes chegamos na vida de alguém e pensamos em ficar ali para sempre? Você lembra da sua primeira amiga do jardim ou do prezinho? E os amigos do colegial, da faculdade, do primeiro emprego, dos projetos sociais que você participou, dos cursos e imersões que realizou…onde estão todos eles?

Com certeza todos tem um lugar guardado em nossos corações. Todos deixaram algo em nós e levaram algo de nós também. E se deixaram um pouco de amor e levaram uma pitada de alegria, companheirismo, risadas, compreensão, então essa caminhada super valeu a pena.

No fim, tudo o que construímos baseado no amor e no afeto perdurará mesmo à distância. A impermanência da existência é que ditará as horas das chegadas e das partidas, as horas dos encontros e das despedidas. E assim, vamos tecendo uma teia da vida cheia de pontos, e que em cada ponto haja um enlace verdadeiro de amizade, de gentilezas, de atenção  e de conexões amorosas.

No mais, deixa a vida fluir como um rio livre até ele encontrar o vasto oceano de possibilidades.

Abraços Fraternos!

 

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Indo além do muro

Vida Saudável - Chirles Oliveira - 26 de abril de 2017

Há duas semanas calei a minha voz neste blog. Difícil escrever com tantos acontecimentos ruins em volta: a delicada situação de saúde da Maria Luisa (quer conhecer o que aconteceu com ela? clique aqui), bomba química lançada de um lado, resposta com mísseis de outro, testes nucleares, descobertas de níveis de corrupção que, mesmo conscientes que seja uma prática comum no mundo do poder – seja ele qual for – nos surpreende pelo volume e proporção. A tristeza me invadiu e me fez calar. Continuar Lendo

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Schumacher College – Uma escola sustentável

Vida Saudável - Chirles Oliveira - 3 de abril de 2017

Por Regina Hostin*

Viagem de estudos

De Londres até Totnes, no sudoeste da Inglaterra, são mais ou menos 3 horas e meia de viagem de trem. Mas você nem sente o tempo passar. A paisagem é linda. Aos poucos o mar e o verde vão formando um novo cenário e você entra em contato com uma outra Inglaterra. A estação de Totnes é um charme. Pequenininha. E os taxistas, simpatíssimos. Já ali você começa a se sentir em casa. Continuar Lendo

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Que venha o outono com sua riqueza e sabedoria

Sustentabilidade - Chirles Oliveira - 22 de março de 2017

Que saibamos apreciar a riqueza de cada estação e o novo ciclo

É tempo de observar a natureza. Observar os ciclos da terra. Observar a sabedoria das árvores e a riqueza do solo. Que recebamos o outono com sua riqueza e sabedoria.

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POR QUE NÃO FAZEMOS A MUDANÇA QUE NOSSA ALMA DESEJA?

Felicidade - Chirles Oliveira - 22 de fevereiro de 2017

O título “Por que não fazemos a mudança que nossa alma deseja? ” foi a pergunta que abriu o bate papo que minha querida Andréa Bisker e eu conduzimos na 1a Confraria dos Repensadores de 2017, a semana passada.

Todos estamos vivendo um momento de transição de valores e crenças há uns bons anos. Sabemos que as mudanças são profundas e estão levando a sociedade para caminhos pouco conhecidos e, o que é pior, que elas chegaram à nossa mesa de jantar. Compreendemos já que não tem como fugir. Muito de nós vem estudando, lendo, ouvindo e discutindo para se informar e entender melhor o que se está passando no mundo. A cada palestra assistida, a cada livro lido, a cada workshop participado a experiência nos leva para a melhor compreensão daquilo que já sabemos. Vivemos reafirmando que precisamos mudar e não o fazemos. Porque?

Um motivo que está sendo bastante trabalhado é o medo, que eu chamo medo da escassez. Nossa mente é capaz de criar realidades de toda espécie, e quando se refere a nos prevenir, ela é experta o suficiente para criar aquela que mais nos apavora. Independente de qual seja a falta que mais te assusta, o medo de não ter, de não dar conta de uma necessidade, o medo de ser esquecido… ele supera a tua consciência da urgência em mudar.

Como segundo motivo identifico a consciência que estamos adquirindo que, para realizar a mudança teremos que modificar a referência de nós mesmos. E é aqui que creio estar um dos maiores nós. Fomos criados numa sociedade hierarquizada na qual o possuir era parâmetro de sucesso. O escalar hierarquias corporativas significava inteligência e brilhantismo. O empreender grandes e importantes negócios representava relevância social. O high society era o parâmetro do que é ser lindo e feliz. A nossa imagem tanto social como pessoal esteve, e ainda está, associada a estes modelos sociais. Podíamos aceitar que eles estavam longe de nós e buscar posições alternativas, mas aqueles ícones continuavam guiando a nossa avaliação sobre nós mesmos e sobre os outros.

Talvez em resposta à insatisfação que não calava dentro de nós, fomos valorizando o sentido de felicidade nestes tempos modernos e isso nos trouxe um olhar mais filosófico para nossa existência. Começamos a desmistificar o high society e tudo que esse reino distante representa, buscamos alternativas em modelos que consideramos mais modernos e cools; mas, ainda, no momento delicado e frágil em que nos colocamos perante o outro, as velhas e persistentes estruturas que dizem quem é uma pessoa de valor na sociedade, nos trazem segurança ou a tiram de nós.

Quem eu sou, passa pela minha identidade social, pela forma como os outros me vem e me avaliam. Ter o cuidado com essa avaliação considero normal já que somos seres sociais. O que devemos lembrar que se por um lado vivemos o conflito entre fazer o que nossa alma deseja e continuar o modelo social regente – a clássica ambiguidade dos tempos de transição – quando nos colocamos no papel de sociedade somos ferozes julgadores daqueles que como nós, só querem tentar novas formas de vida.

Há outra dor, talvez a mais profunda que nos impede de seguir os desejos da alma: o julgamento que fazemos com nós mesmos. Sim, a sociedade nos julga com parâmetros e estruturas obsoletas, que de tão velhas parecem as vezes até caricatas, mas o quanto cobramos de nós mesmos o sentido de sucesso e vitória prometido aos nossos pais, à vida, ao teu olhar no espelho? Este sim, acredito ser o nosso maior algoz. O quanto nosso sentido de vitória ainda está atrelado aos velhos modelos? O quanto o fracasso associado a esses modelos, te assustam?

O Movimentos Humano A Desestruturação está em nossa volta evidente e claro, nem preciso mais explicá-lo aqui; agora chegou a hora de deixá-lo agir nas nossas crenças que regem quem eu sou. As referências que guiam nossa identidade. Desestruture o conceito que você tem de você bem-sucedido na vida e deixe teu Sentir conduzir essa nova construção do Eu. Compreenda que o mundo mudou, que não há caminhos certos nem errados, e que todos nós estamos tentando, cada dia um pouco mais, viver o que nossa alma deseja.

Mulher, peruana radicada no Brasil desde 1985, casada pela segunda vez, sem filhos por opção, embora considere que a maternidade lhe faria uma pessoa melhor; dona de casa e empresária, viajante inveterada, espiritualista, admiradora da espécie humana e toda sua idiossincrasia. Da publicidade, sua profissão original, trouxe a criatividade para romper com formas e padrões da pesquisa tradicional aprendidos em quase 30 anos como pesquisadora; da pós graduação em marketing e administração, trouxe a estrutura para empreender no Brasil, criando a Behavior em 1997.

Esse texto foi compartilhado em parceria com a Behavior

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Em tempos de incertezas, a fé na vida é nossa inspiração

Sustentabilidade - Chirles Oliveira - 9 de fevereiro de 2017

Você parou para pensar que a Fé é o nosso poder de transformar? É ela que movimenta nossa caminhada em direção ao crescimento, à evolução, à realização, à cura. A fé na vida é nossa inspiração para continuar lutando pelo que acreditamos.  Em tempos de incertezas, a fé na vida é nossa inspiração e fortaleza. Continuar Lendo

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Gratidão e esperança no que virá. Feliz 2017!

Felicidade - Chirles Oliveira - 27 de dezembro de 2016

O campo energético responde a atenção consciente. Quando aprendemos a melhorar nossas técnicas de observação para intencionalmente afetar nosso destino, estamos a caminho de viver uma vida melhor, por nos tornarmos nossa melhor versão

Numa breve retrospectiva de 2016, penso que ele foi desafiador para muita gente, inclusive para mim. Mas, ao mesmo tempo, ele permitiu o fechamento de um ciclo. Às vezes isso acontece de forma aparentemente dolorosa, ensinando pela dor de que precisamos mudar nossos padrões mentais e vibracionais e, consequentemente, nossas atitudes.

Mergulhar no que se é, no que se quer, nas sombras escondidas por anos a fio, para vislumbrar um ser com mais sentido, propósito, amor e conexão com a VIDA…requer coragem, pois é um grande desafio, mas sinto que esse foi meu aprendizado em 2016.

Sem tanta correira no cotidiano e em conexão com a natureza, pude aos poucos, mergulhar no meu eu para descobrir o que realmente faz sentido para mim. Ás vezes, não sabemos muito bem o que queremos, mas é tão bom saber o que não queremos, digo que é a metade do caminho para uma vida mais realizada, feliz e sustentável.

Não quero apenas acordar, sair para trabalhar com o único propósito de ganhar dinheiro para atender a minha dimensão material. Quero fazer as pazes com a prosperidade e a abundância trabalhando naquilo que faz sentido para mim.  Minha missão é comunicar com amor, partilhar o saber com alegria, ampliar a consciência do amor à Terra Viva, à Mãe-Natureza, mergulhar no sentir do corpo e da alma, alinhando minha missão material e espiritual.

Quero continuar trabalhando com Educação. Esse é o meu propósito de vida, essa é minha missão e o desejo da minha alma. Como sei disso? Descobri que geralmente essa consciência se revela quando somos crianças e respondemos aquela fatídica frase: “o que você quer ser quando crescer?” . E eu queria ser professora…eu tinha uma lousa verde, giz e amigos para ensinar… ah, e os livros sempre foram meus bons companheiros de viagem.

Mas, mesmo cumprindo meu propósito como professora nas universidades pelas quais passei, eu estava sentido um certo vazio, uma certa descrença no sistema atual, uma necessidade de fazer diferente.

E esse ano, com a experiência do Certificado em Ciências Holísticas e Economia para Transição, pela @escolachumacherbrasil, descobri que é possível unir ciência e experiência intuitiva, educação  e natureza, alegria e poesia, lado direito e esquerdo do cérebro, tudo isso  traduzindo uma educação transformadora que conecta várias dimensões do ser: física, mental, emocional e espiritual.

Pequenos gestos, grandes mudanças. O que você faz importa e impacta

Estamos em tempos de transição, de mudanças de paradigmas,  e acredito que muitos caminhos irão se abrir para que uma nova consciência possa se expressar no trabalho, nos relacionamentos, na vida social impulsionada pela compaixão e pelo coletivo. É tempo de solidariedade, de co-criação, de conectar com o coração e com pessoas que vibram nessa sintonia do amor e  da transformação para um mundo melhor.

Que venha 2017 com a potência do ano 1 da realização. Que venha a economia compartilhada, a inteligência coletiva, as boas parcerias, um novo caminhar com desafios e alegrias, mas com significado na construção de uma nova realidade.

Desejo que possamos nos sentir encaixados no mundo por ouvir e atender a inspiração da nossa criança interior, ou seja, da nossa alma. Todos nós viemos ao mundo para aprender, amar, perdoar, expandir, evoluir mas, acima de tudo, deixar nossa marca no palco da vida. A consciência do propósito, do que é o nosso Dharma, é a fonte do entusiasmo de acordar todas as manhãs com alegria e inteireza.

Assim, iniciamos 2017 com o desejo sincero de que nossos leitores vivam e trabalhem com propósito, sintam alegria e felicidade, cuidem de si com amor, cuidem do outro com compaixão e da natureza com paixão!

Namastê! Gratidão Infinita! Abraço Fraterno

FELIZ 2017!!!

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