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Escolha viver, apesar de tudo

Antes que setembro – mês internacional de prevenção ao suicídio -, termine, vale algumas reflexões: o que estamos fazendo nessa terra? Quais nossos propósitos? O destino é uma questão de escolha? Não seria a vida uma escola para aprendermos os mais sublimes sentimentos como cuidado, amor e fé? As estimativas mostram que mais de um milhão de pessoas se matam todos os anos e 23 morrem no Brasil todos os dias. Por que isso acontece? Por que alguém decide ceifar sua existência que parece tão bela? Esse é o ponto chave, isto é, acharmos que as pessoas estão felizes só porque há sorrisos em suas fotos. Achar que realizam seus sonhos só porque fazem aniversário e recebem abraços em rodas de parabéns. Achar que não precisam ser ouvidas só porque sempre se mostram fortes. Pensando sobre essas hipóteses, simplesmente, conseguimos ser empáticos, colocarmo-nos no lugar dos outros e se perguntar:…

Quanto amor e respeito nós temos pela Terra?

Nosso planeta azul, nossa Mãe-Terra existe há 4, 5 bilhões de anos. Dá para imaginar o quanto de tempo isso significa? Já parou para pensar quanto amor e respeito nós temos pela Terra? A aparição do homem é bem mais recente, cerca de 200 mil anos. Também não consigo imaginar essa representatividade de tempo. Nossa mente não está acostumada com números tão grandes. Os cientistas conseguem descobrir e absorver melhor essas dimensões temporais. Mas, o que não é difícil de compreender é que nossa existência depende das boas condições de vida do planeta. Na nossa correria cotidiana, quase nunca paramos para pensar sobre nossa jornada aqui, e sobre o quanto estamos afetando o equilíbrio ecológico de Gaia. Nossa vida depende do ar que respiramos, e ele precisa ser puro; depende dos alimentos que ingerimos, e eles não nascem nas gôndolas dos supermercados. Eles vêm da terra, do solo fértil, alimentado…

A vida nos manda seguir…

Quantos de nós compreendemos o que fazer diante da vida que nos foi dada? Essa talvez seja uma grande pergunta, mas com bastante dificuldade para ser respondida. Contudo, é inevitável que, cedo ou tarde, tenhamos a consciência de que bem ou mal, devemos continuar vivendo, reconhecendo que somos nós os responsáveis por lamentar ou se levantar. Apesar do tamanho da saudade, apesar do quanto gostaríamos de mudar o outro, apesar de quantas coisas ainda nos faltam, apesar de ter que acordar cedo e já se sentir cansado, apesar da solidão de mãos dadas, apesar das contas altas, apesar da vontade de amar e não ser correspondido, apesar dessas e de tantas outras coisas, a vida só nos pede que continuemos andando. Somos sujeitos nessa existência a amar e desamar, perder parentes e reconquistá-los, cair e levantar, enxugar as lágrimas e trocar de sonhos, despedaçar corações e termos o nosso partido,…

Desculpa, mas não sei o que é o amor

Essa é uma existência cheia de altos e baixos. Entendidos e mal-entendidos. Encontros e desencontros. Mas e quando é necessário pedir perdão para si mesmo e seguir em frente? Quando é necessário reconhecer que não sabemos de tudo? Quando é imprescindível aceitar que o amor – o mais lindo sentimento -, nem sempre é tão justo? Sim, é isso mesmo. Quem nunca refletiu sobre isso? Às vezes acho que o amor é aquele primeiro olhar apaixonado na adolescência. Aquele gole de coca gelado quando você está desesperado de sede. Aquela roupa dos seus sonhos. Aqueles maravilhosos elogios que te completam por cinco minutos. Mas o tempo vai passando e você vai percebendo que o amor pode ser muita coisa, ou nada. Só sei que ele é injusto, ou justo demais. Contudo, talvez a questão toda não tenha a ver com a nobreza desse sentimento, e sim com a atitude das…

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