Postagens sobre reciclagem

Entrevista sobre Sustentabilidade para TV

Na mídia - Chirles Oliveira - 20 de outubro de 2018

 

Entrevista sobre Sustentabilidade concedida ao Programa de TV “Nosso Programa”, produzido pela RitTV, no dia 25 de setembro, data em que se comemora o Dia da Ação Global para os ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável). Continuar Lendo

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É possível ser ecológico mesmo na correria do dia a dia?

Sustentabilidade - Laila Rezende - 4 de novembro de 2016

Que nossa vida é corrida todo mundo já sabe e está cansado de ouvir. E nem sempre é possível diminuir o ritmo do nosso dia a dia. Venho compartilhar algumas ideias de sustentabilidade que consegui encaixar na minha rotina, e que não demandam muito tempo nem dinheiro. Eu acredito que é possível ser ecológico no dia a dia. Continuar Lendo

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Menos lixo e mais cuidado com o que você come!

Sustentabilidade - Laila Rezende - 22 de fevereiro de 2016

Todos os anos 8 milhões de toneladas de plástico são jogadas no mar em todo o mundo ( Plastic Ocean, 2016) e os cientistas alertam que em 2050 haverá mais plástico que peixes nos oceanos*. O plástico nos oceanos confunde os animais marinhos que os engolem e morrem, além de gerar inúmeros desequilíbrios ambientais (digitem no youtube “plástico e oceanos” e vejam o tamanho do problema).

É uma situação preocupante. Mas o que tudo isso tem a ver com a minha alimentação?

Tudo! Tudo o que você compra, alimentício ou não, vem com embalagens que não são recicláveis ou recicladas, esgotando os recursos naturais do planeta, além de poluí-lo.

Cada vez mais embalagens são utilizadas para agregar valor ao alimento, deixando-o mais atrativo para o consumidor, mas também mais caro e menos ecológico.

alimento_embalagem

No meu dia-a-dia procuro comprar alimentos que possuam a menor quantidade de embalagens possível, e, de preferência, não possuam plástico ou isopor na embalagem.  Prefiro as embalagens de papel ou papelão, sempre.

Outro modo de contribuir para o planeta através da alimentação é comprar alimentos regionais e de época ( que estão na safra). Alimentos que estão na safra são mais baratos, de melhor valor nutricional, e geralmente tem grandes perdas em supermercados e locais de distribuição, pela diminuição no valor de venda devido à grande produção.

Os alimentos regionais são produzidos no local onde são consumidos ou em suas proximidades. Foram transportados a pequenas distâncias, gerando menos CO2 para a atmosfera. Os alimentos regionais ainda fomentam a economia local e as vezes podem vir de pequenos produtores.

E que tal ficar um dia da semana sem comer carne? A indústria da carne é grande poluidora e responsável por grande parte dos desmatamentos da Amazônia. Uma refeição rica em vegetais e grãos como grão de bico, soja, ervilha, quinoa é uma refeição rica em fibras, vitaminas, minerais e compostos antioxidantes e fitoquímicos, que podem trazer grande benefício para sua saúde.

E não podemos esquecer  que quase um terço dos alimentos produzidos no mundo são desperdiçados, seja na produção, transporte, venda ou consumidor final. Isto gera um custo enorme para o planeta e para a economia mundial.

Pois é, quem diria que dava para ajudar o planeta comendo? Pois dá sim, e muito! E o futuro está na mãos de cada um de nós.

*(dados divulgados no Fórum Econômico Mundial de Davos)


				
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Os bons ventos de 2016!

Sustentabilidade - Luciana Murakami - 17 de dezembro de 2015

O ano novo chegou e boas iniciativas estão sendo implementadas na cidade, por isso deixo estas dicas para quem vai curtir as férias em São Paulo:

 Descobrindo Rios escondidos na cidade:  O projeto Cidade Azul possui 02 áudio-guias  onlines que te permite seguir o caminho de rios escondidos na cidade, um na vila Madalena e outro no centro de São Paulo. Um passeio divertido  que te leva a um mundo que o concreto escondeu mas não eliminou, sim , os rios estão vivos e correndo por ali!


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Retorna Machine: A máquina de recebe resíduos recicláveis e em troca lhe dá créditos no bilhete único, desconto na conta de luz ou nas livrarias Saraivas! Ela está em 05 pontos da cidade, para usá-las basta se cadastrar no site.

 

  

 


 

foto_globo.com

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Passeio pelas ciclovias da cidade: A cidade ganhou esse ano novas ciclovias e  passear por elas pode ser uma nova maneira de conhecer a cidade. É possível fazer um passeio pelo centro histórico e visitar o mosteiro São Bento ou na  Avenida Paulista  visitar o Masp e o mirante Nove de Julho ou quem sabe um passeio noturno para ver as fachadas decoradas dos edifícios para o Natal. Clique aqui para ver o mapa de todas as ciclovias da cidade.

Que 2016 seja de muita alegria e com um planeta cada dia mais sustentável! 
Até Breve!
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Verdejar para refrescar

Sustentabilidade - Luciana Murakami - 27 de novembro de 2015

O verão está chegando e as temperaturas nas cidades ultrapassam os 30° com muita facilidade. Quem nunca procurou se acolher, nestes momentos, à sombra de uma árvore?

E se esta árvore estiver na cobertura da sua casa, proporcionando sombra, conforto térmico e acústico, isso não seria incrível? Essa realidade existe, pois é assim que funciona um telhado verde.

Fonte: Ecotelhado

Telhados verdes são coberturas de edificações que possuem sobre sua estrutura uma camada de vegetação. Esta vegetação pode ser um gramado, arbustos ou até mesmo árvores.

Para executar um telhado verde, primeiro se faz necessário verificar o tipo de estrutura existente, mas é possível executá-lo sobre lajes, telhas cerâmicas ou metálicas.

As vantagens de se ter este tipo de cobertura para o usuário são inúmeras: o primeiro impacto está na redução de até 5°C na temperatura interna do imóvel, se compararmos com uma laje de concreto. Outro impacto direto está no bolso, pois o telhado verde garante economia de energia tanto no verão quanto no inverno.  Como nos dias quentes há o resfriamento natural do ambiente, não há tanta necessidade de resfriamento artificial com o uso de ar condicionado. Já no inverno, o telhado verde mantém a temperatura mais aquecida por mais tempo.

O conforto acústico também é maior devido ao isolamento que este tipo de cobertura proporciona. Na escala da cidade a utilização deste tipo de telhado combate as ilhas de calor, diminuem a poluição, aumentam a umidade do ar, retém por mais tempo as águas de chuva contribuindo para a redução de enchentes e ajuda na biodiversidade local.

Para executar um telhado verde é preciso rever a impermeabilização do local, a drenagem de água e caimentos existentes, algumas empresas possuem sistemas mais eficientes que otimizam o uso de água
Foto: Sistema Ecotelhado laminar alto
Mas, você mesmo pode executar seu telhado verde seguindo este esquema simples:

Vestir sua casa de verde pode ser uma solução sustentável para você e para sua cidade, quem sabe um dia teremos esta paisagem?

Até Breve!

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Como você trata seu lixo?

Sustentabilidade - Luciana Murakami - 28 de outubro de 2015

Campanha do Banco do Planeta

Todas as quintas feiras, quando coloco meu lixo reciclável para ser recolhido na rua, me assombro com dois fatos: primeiro pela quantidade de lixo que acumulamos numa única semana e, segundo, pelos poucos vizinhos que separam e reciclam seus lixos. 

Moro em casa, e por isso é mais fácil visualizar na rua quem recicla e se preocupa com o destino correto dos resíduos, de quem não faz essa lição de casa. Observei que de 10 casas próximas a minha, apenas três fazem a separação do que é lixo, e do que pode ser reciclado. E no restante da rua não é diferente…
Em compensação o lixo ali na esquina se acumula. Primeiro foi uma carcaça de TV, depois um colchão, por último um sofá! Fico imaginando o que pensa uma pessoa que tem esse tipo de atitude. Será que ela pensa nas consequências dos seus atos? Ah, acho que ela não conseguiu pensar sobre esse assunto.
Vamos refletir então: quais as consequências daquele lixo no meio da rua? Esse tipo de resíduo favorece o acúmulo de água, que, consequentemente, alimenta os mosquitos e que podem causar doenças como a Dengue, dentre outras. E se jogados nos córregos ou rios potencializarão as enchentes no período das chuvas.
Muitas vezes, quem acaba solucionando esse problema são os incomodados, os que pensam: como isso veio parar aqui?! E liga para o serviço de cata-bagulho da prefeitura (sim, existe um serviço especializado que resolve o seu problema sem que você precise despejá-lo na rua na calada da noite)
Opções não faltam para reciclar: supermercados, parques, lojas de materiais de construção tem locais para descarte de materiais recicláveis. Além disso a cidade de São Paulo tem Ecopontos espalhados em locais estratégicos onde é possível descartar entulho, madeiras, móveis, etc… Assim, seu sofá não precisa ir parar na esquina.
Se já é difícil ver pessoas que separam suas garrafas pets para a reciclagem, fico imaginando o que elas fazem com as lâmpadas fluorescentes quando queimam. Você sabia que essas lâmpadas econômicas e super legais para redução do uso da energia, são perigosas para sua saúde e para a natureza?
 Pois é, elas contém mercúrio e chumbo, metais altamente tóxicos que contaminam o solo e podem causar doenças. Infelizmente, apesar da Lei dos Resíduos Sólidos está aprovada desde 2010, obrigando o recolhimento desse tipo de material, o único lugar que conheço na cidade de São Paulo que recolhe este tipo de lâmpadas são as lojas Leroy Merlin. Se você conhece outros pontos de coleta, por favor compartilhe conosco essa informação.
Estação de Coleta Seletiva Leroy Merlin
No caso das pilhas descartáveis a solução está mais fácil. Há vários pontos como bancos, farmácias, lojas, até condomínios que fazem a coleta desse material. Então nada de jogar pilhas no lixo! A coleta e o devido fim irá evitar a poluição do solo e das águas. Não queremos conviver na hora das chuvas com toda essa contaminação, não é mesmo? Então, precisamos fazer a coisa certa.
E remédios, sua farmacinha venceu? Algumas redes de farmácia como a DrogaRaia recebem  estes produtos que também possuem componentes prejudiciais ao meio ambiente e direcionam para o descarte correto.
Posto de coleta de medicamentos vencidos Droga Raia
O lixo orgânico já ganhou um post especial sobre compostagem, onde você pode aprender a fazer um super adubo para suas plantas em casa, para rever é só clicar aqui!
Talvez um dia seja possível não ter tantas caixas embrulhando nossos alimentos, tantos plásticos protegendo o que consumimos, o leite poderia ir e voltar num vidro retornável e não em um tetrapak…
Enfim, as empresas precisam urgentemente pensar em soluções para usar menos embalagens e nós, consumidores, sermos mais comprometidos com a coleta seletiva e a destinação do livo. Sem esquecer do trabalho dos governos em disponibilizar amplamente essa coleta seletiva, abolindo os lixões e investindo em usinas de lixos que transforma os resíduos em energia.
Loja em Berlim não usa embalagens
Existe um movimento crescente em prol do resíduo zero, em que pessoas conseguiram em  um ano gerar apenas um pote de lixo no vidro. Conheça a história da brasileira Cristal que se propôs a cumprir o desafio de lixo zero. Ela tem apenas 24 anos e conta seus dilemas e conquistas no Blog Um ano sem lixo
Acompanhando essa tendência de menos embalagens e lixo, já há lojas sendo abertas pelo mundo inteiro com uma disposição diferente na oferta dos produtos. Assim, com mais consciência ambiental é possível preservar o nosso planeta.
Sim, existe esperança de que no futuro não viveremos sobre uma ilha de lixo. E você, o que faz com o seu lixo?
Zero Waste Home: lixo de 01 ano de uma família está neste pote
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Design sustentável na sua casa

Sustentabilidade - Luciana Murakami - 1 de setembro de 2015

Vaso Batucada de Brunno Jahara
No início desse mês visitei a exposição Ecodesign Brasil promovida pela Leroy Merlin, quando 15 designers brasileiros demonstraram em suas peças que é possível produzir móveis e objetos sustentáveis e bonitos.
A mostra possui desde delicadas peças desenhadas pelo design Sergio J. Matos que exaltam o artesanato brasileiro utilizando materiais encontrados na natureza como fibras e folhas, até móveis que pensam em toda uma cadeia sustentável que leva em conta a matéria prima, maquinário, funcionários, funcionalidade, durabilidade e custo do produto, como os produzidos por Fernando Jaeger e Paulo Alves.

Tunico Lages busca no cerrado a matéria prima para seus móveis e transforma a madeira morta, que teria destino certo nas carvoarias,  em cadeiras e mesas únicas.

Através das mãos destes talentosos designers papelão torna-se poltrona e pneus são descoladas fruteiras.

 

A transformação de materiais que seriam descartados em objetos úteis e bonitos trazem não somente um diferencial a estas peças, mas também nos mostra que é possível com um pouco de imaginação transformar a matéria e ajudar na preservação da natureza, fazendo um mundo melhor.

Que tal pegar aquela madeira descartada na caçamba da obra e transformá-la em um banco? Assim surgiu o banco resto que a arquiteta Claudia Strutz ensina como produzi-lo em seu blog.
Outro material encontrado com facilidade sendo descartado são os pallets, que tem se tornado multiuso: sofá, mesa, jardineira vertical, estante e até balanço.
Garrafas podem se transformar em vasos e caixotes de feira em prateleiras. Olha quanta delicadeza nessas ideias.
A nossa dica dessa semana é USE e ABUSE da sua IMAGINAÇÃO… e depois conte para nós nesse espaço o que você conseguiu criar e reciclar! Vamos espalhar boas iniciativas?
Até breve!
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Vamos nos ver na Virada Sustentável?

Sustentabilidade - Chirles Oliveira - 26 de agosto de 2015

foto_divulgação
Precisamos consumir para viver, mas devemos reconhecer que nós consumimos em excesso. Consumimos o supérfluo, consumimos sem pensar, e muitas vezes por puro impulso. Você pode pensar…”ah, mas não consumo tanto assim”. Individualmente, parece que o impacto é realmente pequeno. Mas, imagine toda a população do planeta, os quase 7 bilhões de habitantes consumindo igual você, gerando a mesma quantidade de lixo que você, necessitando de tantos recursos naturais. Ah, assim assusta, né?
 
Pensar a sustentabilidade é pensar no coletivo, é pensar na necessidade de muitos e também no das futuras gerações. Pensar a sustentabilidade é provocar-se na reflexão do que realmente é necessidade e do que é desejo provocado, impulsionado pelo sistema do ter. Pensar em sustentabilidade é acreditar em justiça social, no equilíbrio das forças naturais e produtivas, no respeito à diversidade das nações, povos, indivíduos.
 
Como não pensamos muito sobre isso, pois não fomos educados para tal ação, não tivemos a chamada educação ambiental, como muitas crianças de hoje estão tendo, precisamos de alguns incentivos, alguns inputs novos em nossas conexões neurais, precisamos entrar em contato com bons exemplos para pensar fora da caixinha, para quebrar esse paradigma selvagem do excesso, do consumismo, da produção exacerbada, da falta de cuidado conosco, com o outro, com o ambiente, ou seja, com o todo no qual estamos conectados.
 
E como vamos acessar boas histórias e iniciativas? Lendo, buscando informações e também participando da Virada Sustentável que acontece em São Paulo, em vários pontos da cidade, de 26 a 30 de agosto. A Virada Sustentável é um movimento de mobilização colaborativa para a sustentabilidade e visa apresentar uma visão positiva e inspiradora sobre a sustentabilidade e seus diferentes temas para a população.
Já em sua quinta edição, o evento reúne centenas de atrações, atividades e conteúdos ligados aos temas da sustentabilidade (biodiversidade, resíduos, água, cidadania, mobilidade urbana, mudanças climáticas, direitos humanos etc.), realizadas simultaneamente em parques e espaços públicos, equipamentos culturais, universidades e escolas. Todas gratuitas e abertas ao público. Para acessar todo o conteúdo é só clicar aqui http://viradasustentavel.com/sobre-a-virada/
Uma das atrações deste ano será a primeira edição do SP+ZEN, também chamada de Virada Zen, com uma programação focada em qualidade de vida e espiritualidade. Os organizadores oferecem atividades como Meditação, aulas de Yoga, rodas de conversa, oficinas e diversas atividades Zen – para adultos e crianças.

Há programação para sábado e domingo, no Ibirapuera. No auditório do MAM, no dia 30 de agosto, às 10h, acontecerá a palestra Onde encontrar plenitude e felicidade na cidade, com LUC MICHAEL BOUVERET. Não é a cara do nosso blog e comunidade Felicidade Sustentável? Vamos nos ver lá? Programação da Virada Zen

Programe-se, participe, tenha um fim de semana sustentável e mais feliz!

 Abraço Fraterno! #Namastê
Chirles de Olivera
 
 
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Horta em casa, sim você pode!

Sustentabilidade - Luciana Murakami - 29 de julho de 2015

 

Você sempre quis ter uma hortinha, mas nunca trilhou o desconhecido mundo das plantas? Saiba que basta boa vontade, dedicação e não ter medo de errar para conseguir um pouco de verde dentro da sua casa. Você não precisa ter um jardim enorme, basta um lugar ao sol para conseguir ao menos alguns temperos!
Uma horta precisa de 04 elementos básicos: luz, água, ventilação e carinho.
O primeiro passo é verificar como o sol incide e por quanto tempo no local disponível para a horta: no período da manhã, da tarde, o dia todo? Esta informação será importante para definir qual tipo de planta irá ser colocada no local.
Depois é preciso escolher o tipo de recipiente que será usado, pode ser uma jardineira, um pedaço de terra no quintal ou em vasos.

 

Hoje existem várias opções no mercado que facilitam o plantio, como por exemplo os vasos auto-irrigáveis, que precisam receber água somente a cada 15 dias.
Horta Cultive: vaso com dispositivo lateral de irrigação a cada 15 dias
Para quem tem áreas maiores pode usar este modelo que também armazena água e precisa de menos irrigação.
Noocity.com
Mas pode dar asas a sua imaginação e usar pneus, latas, baldes, potes de vidro, garrafa pet, tubos de pvc, etc…

 

 

Se o espaço é pequeno as hortas verticais são as mais recomendadas, pois ocupam pouco espaço.

 

Definido local e o recipiente, resta saber o que plantar. Neste momento entra a dedicação e o não ter medo de errar, pois cada local possui características de sol, luz, ventilação, umidade, etc… Talvez algumas plantinhas se percam neste processo de aprendizagem, não desista, mude a espécie, adeque a quantidade de água, adube, e aos poucos, com paciência verá que é possível ter manjericão fresco ou alecrim pra dar um sabor delicioso nos seus pratos.
Para saber qual a melhor planta para o seu local pesquise as espécies que te interessam, algumas são espécies “amigas”, ou seja, gostam da companhia de outras, como o alecrim e a sálvia ou o tomate e o manjericão. Aqui tem uma lista completa das plantas amigas.
Plante varias espécies, assim você saberá qual se adapta melhor ao local.
Uma sugestão se o seu canteiro pega sol direto por pelo menos 2 horas: hortaliças (alface, rúcula), alecrim, sálvia e tomilho.
Se ele é mais sombreado, mas tem bastante luz tente: manjericão roxo, hortelã, salsa, cebolinha.
Lembre-se, a horta precisa de água, ela te mostra sinais de que está bem ou não, aprender a observa-la é um ótimo exercício de conexão e empatia, procure adubar a hortinha com produtos naturais pelo menos 1 vez por mês, ter uma composteira é uma ótima solução para conseguir um adubo de qualidade em casa, escrevi sobre isto neste post  sobre compostagem.
Neste site você encontra uma cartilha muito bacana com dicas legais de como fazer sua horta.
Se interessou e quer saber mais? Pesquise sobre permeacultura, agroecologia e biodinâmica, são técnicas de cultivo sustentáveis que podem te ajudar muito!
Até breve!
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Práticas para uma casa sustentável – Parte 01

Colunistas, Sustentabilidade - Luciana Murakami - 1 de julho de 2015

 
 
Muitas pessoas me perguntam se é possível transformar a casa onde moram num lugar mais sustentável ou se é preciso começar uma construção do zero. 
 
Há quem pense que construções sustentáveis são como uma casa de Hobbit no meio da floresta, e não imaginam que atualmente as casas sustentáveis são mais parecidas com esta da foto abaixo, criada como modelo pela Basf.



Se a casa for pensada desde o início com um projeto sustentável, certamente será mais fácil de implementar as tecnologias ecoeficientes disponíveis, com um custo menor. Porém, também é possível fazer em construções existentes pequenas adaptações que a transforme em uma casa “limpa”, “verde”, ecologicamente correta.
 
Algumas soluções são bem simples, outras exigem um pouco mais de reformas. Diversos fatores podem fazer sua casa se tornar mais sustentável, os materiais que foram utilizados em sua construção, a eficiência enérgica que ela possui, como ela consome e descarta os resíduos sólidos e líquidos, como economiza recursos naturais, enfim uma infinidade de itens.

Citarei alguns que podem ser o início de um projeto para tornar sua casa um pouco menos agressiva ao nosso planeta.

Aquecimento Solar

Trata-se de um sistema de aquecimento de água através da energia solar, os mais comuns são os de placas solares.


Aquecedor Solar com placas
Porém existe disponível no mercado modelos com tubo à vácuo extremamente eficientes, aquecendo até mesmo em dias nublados, com apenas um mormaço.
Aquecedor Solar a vácuo
O uso de qualquer um destes sistemas pode ser conjugado com equipamentos de apoio elétricos ou a gás para períodos onde o sol não é suficiente.
Se você ainda gosta de colocar a mão na massa, a Sociedade do Sol possui um manual de como construir seu próprio aquecedor solar.
 

Captação e reuso de água de chuva

Com a crise hídrica vivida pelo país neste último ano, esse tipo de sistema tem sido cada vez mais utilizado em residências. O sistema de captação pode ser subterrâneo, utilizando cisternas de plástico igual as caixas d’água, ou podem ser utilizados sistemas externos como estes, que podem armazenar de 200 a 2000 litros de água.


Reservatórios de água de chuva
Após a captação no telhado é importante utilizar um filtro de folhas e manter a água armazenada com cloro para evitar contaminação. Também é possível criar sua própria cisterna veja como aqui .
 
A utilização deste tipo de água pode ser para regas de jardim, lavagem de áreas externas e descargas de vasos sanitários.
 

Permeabilidade de Solo

Outro fator muito importante, principalmente nas cidades, é a impermeabilização dos solos. Muitas enchentes ocorrem, pois os rios e córregos existentes não comportam o volume de água que chega até eles com muita rapidez. Quando temos um piso permeável parte desta água penetra no subsolo, diminuindo a vazão que vai para a rua e sistemas de captação.
 
Para aumentar sua área permeável, podem-se criar jardins ou utilizar pisos drenantes, que permitem que 50% a 90% da água que cai sobre eles infiltre no solo.
 
Piso Drenante
Garagens e corredores de circulação também podem usar este tipo de piso. Além de contribuir com o controle de enchentes, você estará permitindo que esta água retorne ao sistema hídrico naturalmente através de lençóis freáticos, que podem inclusive ajudar a abastecer as represas da sua cidade.


Uma casa não precisa ser parecida com a casa de um duende para ser sustentável, mas se você conseguir implementar pelo menos um destes itens já estará ajudando muito o nosso planeta.

Cada gota que juntarmos, formaremos um grande oceano!
Ate breve!
Luciana Murakami

 

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