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“As mudanças de hábitos e suas resistências”

Na nossa vida diária, repetimos atitudes e ações que sabemos que nem sempre nos trazem satisfação, mas seguimos repetindo e não conseguimos mudá-las. Se eu sei que determinado assunto sempre me traz conflito com determinada pessoa, por que sigo repetindo o mesmo argumento em cada discussão? Se sei que comer determinada coisa não me cai bem, por que insisto em comer? Saber que algo não nos faz bem, não é o suficiente para solucionar a questão. Porque a primeira resistência em mudar está em nos mesmos. Está na nossa falta de energia em finalizar tudo o que fazemos (física), pensamos (psíquica) e comunicamos (energética). E tudo o que fica incompleto, gera mais pensamentos, reforçando ainda mais esse automatismo e desperdício de energia. Estamos programados para repetir tudo aquilo que nos gera uma satisfação momentânea. E isso é fácil de entender. Mas como explicar o fato de seguir repetindo aquilo que sabemos…

O Valor da Oração

A oração é uma força na qual usamos a nossa vontade como impulso de ação para transformar a realidade e a nós mesmos. Tendemos a ver a oração como algo que está no âmbito do religioso, ou mesmo da superstição. A oração, porém, é uma ação, e como toda ação, tem o seu resultado. Há três tipos de ação que podemos realizar a partir do nosso desejo e vontade. A ação física, que interfere diretamente no mundo material ao nosso redor ou mesmo no nosso corpo; a ação verbal, que reverbera no mundo a partir da força da nossa palavra; e a ação mental, a mais sutil delas, cuja influência na realidade não conseguimos medir ao certo, mas, como ação que é, interfere de alguma maneira. A palavra karma significa “ação”. Toda ação tem uma causa e produz uma consequência. Nenhuma ação fica sem consequência na Vida de acordo com a lei…

Ela decidiu investir em si mesma…

“Eu acredito que o ordinário conhece o extraordinário todos os dias”. Essa frase não saiu mais da minha cabeça desde que assisti o filme “Joy: O Nome do Sucesso” (2015). Um filme inspirado na trajetória de uma mulher que, mesmo tendo passado por inúmeras dificuldades e grandes desafios na vida, jamais desistiu dos seus sonhos. (fique tranquila, não vou contar o filme) História real em que prevalece a trajetória de uma família sob as perspectivas femininas, focada em quatro gerações de mulheres: a avó materna, que sempre a incentivou a ir atrás dos seus sonhos; a mãe, uma mulher deprimida que evita fazer escolhas; Joy Mangano, a protagonista da história que deixa seus sonhos para trás para conciliar a jornada de mãe sozinha com o trabalho e cuidados com a família; e sua filha a quem ensina a mulher que ela pode ser. Fazer tudo por todos, e para os outros, também fez parte da vida de Joy até que, motivada pela necessidade e, o…

Como desenvolver a intuição

Via site Nowmastê Afinal de contas: como desenvolver a intuição? De onde ela vem? Sri Daya Mata, discípula direta do mestre indiano Paramahansa Yogananda, autor de Autobiografia de um Iogue, nos ensina: “Intuição é a orientação da alma que surge naturalmente no homem quando a sua mente está tranquila.”. Ao acompanhar seu guru por tantos anos, e admirá-lo na profunda conexão com o divino, que o permitia orientar com tanta sabedoria milhares de seguidores, Sri Daya Mata pôde compreender como seu mestre acessava esse profundo poder intuitivo e resolveu compartilhar esse conhecimento num precioso livro intitulado “Intuição – Orientação da Alma para as decisões da vida”, onde ensina qualquer pessoa a desenvolver a escuta para essa voz interna. Mas isso não é tão simples quanto uma receita de bolo. Porém, assim como a boa culinária, é preciso prática para desenvolver a intuição. Todos os dias, deve-se silenciar o corpo, acalmar a…

O que podemos fazer para sermos mais felizes?

Via Fronteiras.com Existem coisas mais importantes do que ser feliz. Todos querem ser felizes, mas prefiro ser bom a ser feliz. Acho melhor ajudar pessoas, mesmo que isso não me faça feliz, do que ser um babaca egoísta feliz. Estamos obcecados demais, norte-americanos têm essa reputação de serem obcecados com a felicidade.” – Paul Bloom, psicólogo canadense, conferencista do Fronteiras do Pensamento 2014. O que podemos fazer para sermos mais felizes? A revista The Atlantic reuniu uma seleção de breves entrevistas com professores, jornalistas e psicólogos com diferentes opiniões sobre o tema da felicidade. Dentre as respostas, diminuir o ritmo do cotidiano, criar mais tempo livre, investir em relações mais significativas, etc. Assista ao vídeo e conheça algumas das falas. A opinião de Paul Bloom, Professor de Yale, já foi colocada no início desta notícia. Confira as outras a seguir. Ainda, acrescentamos uma pequena lista de vídeos do Fronteiras.com sobre…

Ho’oponopono é uma terapia havaiana

Por Joe Vitale* Faz dois anos, escutei falar de um terapeuta no Hawaii que curou um pavilhão completo de pacientes criminais insanos sem sequer ver nenhum deles. O psicólogo estudava a ficha do presidiário e logo olhava dentro de si mesmo para ver como ele tinha criado a enfermidade dessa pessoa. Na medida em que ele melhorava, o paciente melhorava. A primeira vez que ouvi falar desta história, pensei que era uma lenda urbana. Como podia curar o outro, curando somente a mim mesmo? Como podia, embora fosse um mestre de grande poder de auto cura, curar alguém criminalmente insano? Não tinha nenhum sentido, não era lógico, de modo que descartei esta história. Entretanto, escutei-a novamente um ano depois. Ouvi que o terapeuta tinha usado um processo de cura havaiano chamado “hooponopono”. Nunca tinha ouvido falar disso, entretanto não podia tirá-lo de minha mente. Se a história era totalmente certa,…

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