Postagens sobre amorpróprio

Somos todos aprendizes

Vida Saudável - Jared Amarante - 3 de março de 2017

Há muitos motivos pelos quais uma pessoa sai de nossa vida ou nós saímos da vida dela. Mas, há dois deles – a morte ou o término de uma relação -, que machucam muito. Mas, lembremos, somos todos aprendizes. Continuar Lendo

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Não procure o amor

Felicidade - Jared Amarante - 17 de fevereiro de 2017

Sabe por que você não encontra o amor da sua vida? Já se perguntou isso? Encontrou a resposta? Certamente é porque você está procurando, desesperadamente, aquilo que não se busca, mas se encontra, se esbarra, tropeça, se reconhece e, com a afinidade de duas almas, nasce esse sentimento.

Quando estamos, de maneira descontrolada, por medo da solidão, ou achando que a vida só faz sentido se tivemos alguém, buscando por um amor, com certeza vamos nos frustrar. Porque um sentimento como esse não está à venda nos supermercados. Não vem na cesta básica da empresa. Não está no bingo ou na loteria. Muito menos chega até nós sem que estejamos dispostos a sacrifícios.

Sim, o amor requer sacrifícios, mas não a ponto de duas pessoas estaremos juntas e, de mãos dadas, sentirem-se mais sozinhas do que acompanhadas. Mais tristes do que felizes. Mais esquecidas do que lembradas. Mais toleradas do que amadas. Será que você não vive uma relação assim? Isso não é amor. É carência! É dependência! É desperdício!

Entenda que nem tudo na vida está previsto. Algumas coisas vão nos surpreender e, mesmo que você ache que tem que continuar buscando, perceberá que não. Pois se estiver insanamente atrás do amor de sua vida, não perceberá os sinais do caminho, ou seja, quando relaxar em suas buscas, as energias irão fluir melhor. Experimente!

Cuidado para não ficar sufocado tentando encontrar o amor, porque se a tensão for muita, vai apenas aparecer desencontros e desilusões. Por isso, lembre-se: tudo que depositamos nossa energia irá crescer. Então não deixe crescer seu desespero por ter alguém, ou nunca vai encontrá-lo.

 

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Gratidão e esperança no que virá. Feliz 2017!

Felicidade - Chirles Oliveira - 27 de dezembro de 2016

O campo energético responde a atenção consciente. Quando aprendemos a melhorar nossas técnicas de observação para intencionalmente afetar nosso destino, estamos a caminho de viver uma vida melhor, por nos tornarmos nossa melhor versão

Numa breve retrospectiva de 2016, penso que ele foi desafiador para muita gente, inclusive para mim. Mas, ao mesmo tempo, ele permitiu o fechamento de um ciclo. Às vezes isso acontece de forma aparentemente dolorosa, ensinando pela dor de que precisamos mudar nossos padrões mentais e vibracionais e, consequentemente, nossas atitudes.

Mergulhar no que se é, no que se quer, nas sombras escondidas por anos a fio, para vislumbrar um ser com mais sentido, propósito, amor e conexão com a VIDA…requer coragem, pois é um grande desafio, mas sinto que esse foi meu aprendizado em 2016.

Sem tanta correira no cotidiano e em conexão com a natureza, pude aos poucos, mergulhar no meu eu para descobrir o que realmente faz sentido para mim. Ás vezes, não sabemos muito bem o que queremos, mas é tão bom saber o que não queremos, digo que é a metade do caminho para uma vida mais realizada, feliz e sustentável.

Não quero apenas acordar, sair para trabalhar com o único propósito de ganhar dinheiro para atender a minha dimensão material. Quero fazer as pazes com a prosperidade e a abundância trabalhando naquilo que faz sentido para mim.  Minha missão é comunicar com amor, partilhar o saber com alegria, ampliar a consciência do amor à Terra Viva, à Mãe-Natureza, mergulhar no sentir do corpo e da alma, alinhando minha missão material e espiritual.

Quero continuar trabalhando com Educação. Esse é o meu propósito de vida, essa é minha missão e o desejo da minha alma. Como sei disso? Descobri que geralmente essa consciência se revela quando somos crianças e respondemos aquela fatídica frase: “o que você quer ser quando crescer?” . E eu queria ser professora…eu tinha uma lousa verde, giz e amigos para ensinar… ah, e os livros sempre foram meus bons companheiros de viagem.

Mas, mesmo cumprindo meu propósito como professora nas universidades pelas quais passei, eu estava sentido um certo vazio, uma certa descrença no sistema atual, uma necessidade de fazer diferente.

E esse ano, com a experiência do Certificado em Ciências Holísticas e Economia para Transição, pela @escolachumacherbrasil, descobri que é possível unir ciência e experiência intuitiva, educação  e natureza, alegria e poesia, lado direito e esquerdo do cérebro, tudo isso  traduzindo uma educação transformadora que conecta várias dimensões do ser: física, mental, emocional e espiritual.

Pequenos gestos, grandes mudanças. O que você faz importa e impacta

Estamos em tempos de transição, de mudanças de paradigmas,  e acredito que muitos caminhos irão se abrir para que uma nova consciência possa se expressar no trabalho, nos relacionamentos, na vida social impulsionada pela compaixão e pelo coletivo. É tempo de solidariedade, de co-criação, de conectar com o coração e com pessoas que vibram nessa sintonia do amor e  da transformação para um mundo melhor.

Que venha 2017 com a potência do ano 1 da realização. Que venha a economia compartilhada, a inteligência coletiva, as boas parcerias, um novo caminhar com desafios e alegrias, mas com significado na construção de uma nova realidade.

Desejo que possamos nos sentir encaixados no mundo por ouvir e atender a inspiração da nossa criança interior, ou seja, da nossa alma. Todos nós viemos ao mundo para aprender, amar, perdoar, expandir, evoluir mas, acima de tudo, deixar nossa marca no palco da vida. A consciência do propósito, do que é o nosso Dharma, é a fonte do entusiasmo de acordar todas as manhãs com alegria e inteireza.

Assim, iniciamos 2017 com o desejo sincero de que nossos leitores vivam e trabalhem com propósito, sintam alegria e felicidade, cuidem de si com amor, cuidem do outro com compaixão e da natureza com paixão!

Namastê! Gratidão Infinita! Abraço Fraterno

FELIZ 2017!!!

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Que venha a era do encontro! Cansei das velhas histórias!

Felicidade - Chirles Oliveira - 1 de dezembro de 2016

Um dia na história da civilização, criaram uma versão de mundo de que somos seres separados. Nós acreditamos e evoluímos nessa direção racional, materialista, mecanicista e desconectada. Mas a história da separação é uma inverdade, pois Todos Somos Um.

Tenho observado de que estamos vivendo um tempo de transição. Transição na política, na economia, nas relações com o outro e com a natureza. Como afirmou Charles Eisentein, em sua palestra no Sesc da Vila Mariana, no último dia 23 de dezembro, a próxima história será da Era do Encontro, das relações pautadas nos valores e no propósito de vida, na abundância e na interconexão,  no cuidado e no coração. Essa nova era cultural está baseada na consciência, na reflexão, na colaboração, na comunhão dos corações.

Então, para adentrarmos nesse novo tempo, permitamos – nos curar do desamor; permitamos – nos curar dos medos da escassez; permitamos- nos curar com a força da natureza que nos conecta com o sagrado que habita em nós. Essa força está no mar, nas montanhas, nas florestas, nas águas, no ar, nas flores, nos animais, insetos e na plantinha que está na minha janela ou na minha sala.

Há muita sabedoria no viver natural, na simplicidade elegante;

Há muita cura na entrega à natureza;

Há muita vida para se viver em plenitude na Era do Encontro;

E toda essa escolha depende de nós, das nossas reflexões que gerarão escolhas conscientes. Sejamos transparentes com o que pensamos!

Ao ouvirmos a voz do coração estaremos prontos para servir às pessoas, para vivermos com o propósito da nossa alma, em comunhão, em conexão com todos e com o Todo. Eu topo abrir espaços em mim para que essa expressão do amor se manifeste. Vamos juntos nessa?

Nós iremos construir a Era do Encontro por meio das nossas atitudes no Agora. Usemos então nossa força mental, espiritual, emocional, afetiva para promover as mudanças que queremos ver no mundo.

 Você ouve a voz do seu coração?

Você permite dizer sim para aquilo que tem significado para você? Ou ainda está preso às convenções e a história da separação que nega seu verdadeiro chamado? Dizer um NÃO com alma e inteireza é melhor do que dizer um sim relutante, irreal, sufocante.

Precisamos respirar e nos perguntar. Com o que quero me conectar? O que eu realmente quero? O que traz sentido para minha vida? Como posso fazer algo significativo para mim e para o coletivo?

Quantas vezes negligenciamos nosso querer genuíno (não do ego), porque o outro não está na mesma sintonia?

Quantas vezes bloqueamos nossos talentos porque damos ao outro o poder de castrar nossos sonhos?

Quantas vezes nossas crenças do passado (ou da velha história contada há séculos) minam nossa energia de realização e nos impede de acessar o presente momento com inteireza?

Quando estamos na sintonia da reclamação da vida, do trabalho, do amor, estamos identificados com um passado de medos e de ignorância e talvez, seja a hora certa para mudar com o coração.

Por que culpamos os outros pela nossa infeliz situação? Por que dar tanto poder ao outro se a vida não é dele?

Por muitos anos me identifiquei com vários fatos do passado, neguei algumas dores, reneguei minha sombra e dessa forma, sofri com elas, pois as carreguei comigo como verdades imutáveis. Demorei quase uma vida para entender como transformar dor em amor, tristeza em força interior, frustrações em aprendizado para recomeçar com coragem para viver diferente.

A busca pelo autoconhecimento é a chave para vivermos a Era do Encontro, mas na maioria das vezes, nossas dores, culpas, desculpas, medos, mágoas, ou seja, nossas máscaras protetoras retardam e nos impedem de acessar nossa verdade maior, a verdade do amor, a voz do nosso coração.

Não é negando as dores que iremos solucioná-las. Somente quando mergulhamos nelas, enfrentamos os conflitos da nossa alma perdida. E aí começa o processo de perdoar, amar e agradecer, transformando as sombras em luz.

Ah, sei que não é nada fácil, sei que esse mergulho é revelador de sombras, mas nada melhor do que a liberdade depois desse trabalho de reconexão do eu. Ah, e também essa limpeza faz parte de um processo, que pode ser rápido, lento, eterno…só depende da nossa permissão consciente.

Convido a todos a abrirem mãos do sofrimento que carregam por dias, meses, décadas, vidas! Você quer continuar a ser vítima ou deseja ser protagonista da sua jornada!?

Não há receita, mas há o caminho do autoconhecimento aliado com o poder do seu coração! Então, medite, acredite, confie, esteja presente, vá em frente e dê vazão a sua VOZ interior! Coisas boas acontecerão com certeza!

Como afirma a querida Monja Coen:

“Não há uma pessoa má, um país inimigo. Existem situações frutos da ganância, raiva e ignorância: os três venenos que atacam o ser humano.

Contra a ganância, existe a doação: em vez de querer mais e mais, passamos a compartilhar, a doar. Contra a raiva: a compreensão, a compaixão e a tolerância. Contra a ignorância: a sabedoria iluminada”.

Assim seja! Assim É!

Abraços Fraternos! Namastê!

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O caminho do despertar…aos poucos e sempre!

Vida Saudável - Chirles Oliveira - 24 de novembro de 2016

No dia 9 de novembro passado escrevi esse texto e publiquei na minha página pessoal do Facebook sobre meu aprendizado nos últimos tempos. Sobre o caminho do meu despertar…que foi aos poucos, mas contínuo! E continuo nessa jornada! Continuar Lendo

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Por que esse desespero?

Colunistas, Felicidade - Jared Amarante - 24 de novembro de 2016

Já parou para pensar sobre as coisas, nessa vida, que realmente importam? Já se deu conta de que todos os dias temos um espetáculo da natureza diante dos olhos e, por corrermos tanto, deixamos isso passar? Já se perguntou o porquê você está tão apegado a alguém que não tem tempo para você? Já se culpou pela rotina que leva? Por pegar o trem lotado? Por acordar cedo? Não se culpe. Há pessoas que só queriam acordar de um coma. Há pessoas que só queriam que alguma triste doença desaparecesse. Há pessoas, agora, em toda parte do mundo, lutando para sobreviver. Então, por que esse desespero?

Não se desespere por ter sido desacreditado, pois muitos gênios ouviram que suas invenções jamais dariam certo. Não se desespere se a pessoa amada não lhe corresponde, pois ela não é a única no mundo. Não se desespere se o seu coração foi partido um milhão de vezes, pois isso faz parte do amadurecimento e fortalecimento emocional. Não se desespere se você está com quase cinquenta anos e ainda não chego à lua, pois a vida é uma oportunidade nova a cada amanhecer.

Talvez, nessa existência, o mais importante seja sobreviver, porque sempre saímos vivos. No final tudo dá certo, não é mesmo? Mas e o que fica? Fica o aprendizado, a cicatriz, a lembrança, a certeza de que pagamos um alto preço para pertencer a nós mesmos e, sinceramente, ao olhar para trás, você verá que nada terá valido mais a pena do que se conhecer, se permitir, sobreviver, viver.

Pode parecer que a vida é uma grande tragédia, que já se anuncia com o tapa que levamos ao nascer. Contudo, você não deve se desesperar. Porque nada está tão escuro que não possa ter um ponto de luz. Nada está tão nublado que não possa ter um sol por trás. Nada está tão perdido que a sua fé não possa encontrar lucidez. Nada estará tão no fim se as esperanças se mantiverem de pé.

Por isso, se mantenha firme, sem esperar que a vida seja um mar de rosas, mas agradecendo por poder suportar os espinhos, lembrando, então, do que diz, sabiamente, Paulo Coelho: Quem deseja ver o arco-íris, precisa aprender a gostar da chuva. 

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Você tem medo de mudanças?

Colunistas - Jared Amarante - 18 de novembro de 2016

 Todos os dias temos a oportunidade de mudar tudo para sempre. Mas, quantas vezes pensamos assim? Temos nos preocupado mais com o que as passarelas mostram? Temos olhado mais para o outro ao invés de aperfeiçoarmos nosso interior? Temos sido negligentes com a inteligência que nos foi dada? Temos sido ingratos com o ar que respiramos? Temos desacreditado de nós mesmos só por que não aparecemos nas capas de revista ou não temos, ainda, – e nem precisamos -, os últimos lançamentos do mercado?
Que todos possuem um estilo de vida, isso é fato. Porém, não pode ser um fato aceitarmos substitutos, ou seja, menosprezarmos a nós mesmos a ponto de buscar nas roupas, maquiagens ou revistas, um antídoto para a baixa estima. Nossa louca e desenfreada forma de compensar o sentimento de inferioridade tem nos levado a ficar a margem de nossa capacidade e talentos. Já pensou sobre isso?       Não  seria muito mais nobre mergulharmos no que há de melhor em nós ao invés de tecermos comparações?
Essa ideia de que mais dinheiro é bom, mais sapatos é bom, mais roupas é bom, mais parceiros é bom, mais carros é bom, mais produtos é bom, tem nos levado a repousar em manjedouras do conformismo intelectual, pessoal e profissional, enquanto o capitalismo se deita em berço esplêndido.
Por isso, perde-se a visão do que realmente importa nessa vida, deixando-nos desorientados quanto ao nosso propósito existencial que, sinceramente, deveria ser conhecer e aceitar a imagem no espelho, ao invés de querermos ser mais uma cópia. Será que Willian Shakespeare, quando disse que ao nascermos choramos por que chegamos a esse imenso cenário dementes, era um vidente?
É claro que todos possuem suas crenças; crenças que podem vir da infância, adolescência e, para quem crê, de outras vidas. No entanto, talvez não precisemos ficar presos a esses padrões, e sim acreditar na transformação, pois todos somos borboletas em potencial. A diferença é que alguns, por apenas se vitimarem, serão eternas lagartas.
Um dos mais tristes erros humanos é acreditar, diante de determinadas situações, que não se é mais nada, isto é, se vê como o produto do momento, para ser consumido e fazer dos outros mercadoria. Trágica contemporaneidade, que deixa nossos corações aflitos, porque é necessário, urgentemente, perceber que o acaso não existe. O que existe são vítimas ou autores da própria história. Quem você escolhe ser?
Que possamos então, diante do que se diz ser um estilo de vida – porque cada um tem o seu -, se culpar menos por cair, mas usar os tombos como degraus da evolução. Que saibamos, também, que a felicidade plena e a tristeza absoluta não existem, mas ambas são capazes de nos fazer amadurecer. Que tenhamos mais coragem de abandonar o que, de fato, está cansando nossa alma, porque, do contrário, iniciaremos, a cada manhã, a passeata pela inferioridade, esquecendo, assim, que somos o melhor molde de nós mesmos, ainda que digam ao contrário. 
Existe, para nós, apenas o hoje, e esse hoje pode ser uma carta enviada todos os dias ao nosso coração, cujo remetente é o destino, dizendo-nos que, simplesmente, somos aquilo que atraímos. E o que estamos atraindo, sem dúvida, é o que, cedo ou tarde, nos tornaremos: lagartas ou borboletas.
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PARA QUE SERVE SEU PASSADO?

Colunistas - Jared Amarante - 11 de novembro de 2016

Pessoas nostálgicas, guardiãs de presentes antigos, e adeptas das lembranças, costumam viver apegadas a tudo que já passou. Mas por que agimos assim se nada realmente é eterno? Por que nos desesperamos se o felizes para sempre não existe na vida real? Por que queremos provar, a todo custo, que precisamos ter alguém ao nosso lado para a vida fazer sentido? Por que estamos excessivamente apegados se o outro não é, nunca foi, e nunca será nossa propriedade?

O passado serve para nos fazer aprender alguma coisa, que, essencialmente, assim como ele, deve ficar lá atrás, porque a vida só acontece quando olhamos para frente. Não é verdade? No entanto, quantos de nós temos olhado para trás mais do que deveríamos e com isso temos nos sentindo incapazes? Desvalorizados? Perdidos? Dizer adeus ao que foi bom ou ruim será sempre muito difícil, mas é um processo necessário para adquirirmos maturidade emocional, pois muitas experiências ainda estão por vir.

O que ficou lá atrás não pode ser mudando, ainda que tenhamos extraído muito conhecimento dos fatos. Contudo, podemos fazer novas escolhas, acertos, e, por fim, percebermos que há momentos onde se desapegar se torna uma questão de sobrevivência. Ou viveremos com esperanças falsas? Esperando pessoas que já não querem mais estar conosco? Acreditando que o amor vem sempre de braços alheios?

Sei que nem sempre estaremos fortes para deixar o passado em seu devido lugar, porque somos medrosos. Tememos a uma vida nova, a um novo relacionamento, a um novo emprego, a novas ideias, a novos sonhos. Mas, quando assim agimos, perdemos também excelentes oportunidades de evolução em todos os aspectos da vida. Mas a vida não é feita de riscos? E esses riscos podem representar sucesso ou fracasso? Não, luta ou desistência. É uma escolha de cada um.

A felicidade pode assustar por isso alguns escolhem a tristeza, o apego, o passado, as ruínas, e isso é extremamente triste. Porque não devemos nos conformar com o que já aconteceu, pois, dia após dia, a vida nos dá chances de mudar tudo para sempre. Perceba isso e se pergunte: para que serve o seu passado? Melhor, para que serve a sua vida?

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Depois do amor-próprio

Colunistas - Chirles Oliveira - 28 de outubro de 2016

Já pensou no dilema que vivemos, todos os dias, ao acordarmos e ligarmos a televisão, comprarmos uma revista ou, simplesmente, assistirmos um vídeo no youtube? Essas mídias, as pessoas, as ocasiões, o mundo, o capitalismo, a disputa, tem feito com que, rotineiramente  e, incansavelmente, nos sintamos perdidos e incompletos, ou seja, nos bombardeiam com dicas de como melhorar isso, aquilo e, por fim, deixamos de nos amar para ser mais uma cópia.

Diante de tantas coisas ditas e soluções instantâneas, acabamos por nos sentir distantes de nós, obrigando o próprio corpo a seguir a ultima tendência, mesmo quando, no fundo, achamos aquilo careta e estranho. Mas quem quer, nesse mundo tão moderno, se sentir excluído do grupo dos capitalistas, egocentristas e exibicionistas?

A todo momento estão nos dizendo como se vestir, como falar, como agir. Mas será que isso não machuca nossos sentimentos? Será que não perdemos nossa originalidade? Será que somos meros reprodutores? Será que alimentamos um capitalismo selvagem? Será que somos obedientes demais às propagandas? Qual o nosso maior medo? Ser o que se tem vontade, mas temer pelo que vão dizer ou ser o que seu coração tem vontade e temer, no fundo, não encontrar forças para prosseguir e se sentir um estranho?

Não podemos viver margeados pelo que a sociedade acredita ser o melhor, porque isso pode destruir potenciais. Cada um tem sua identidade, propósitos, sonhos, angustias e beleza. No entanto, se permanecermos vivendo de acordo com o que nos é apresentado, sem dúvidas, não nos aceitaremos e viveremos uma vida sem nós! Poucas coisas são tão tristes!

Quando seguimos demais o que impõem, no fundo, nos tornamos superficiais, e em algum momento isso ficará tão visível que talvez não haja mais tempo de construímos nossas verdades, o que é lamentável, pois cada ser humano, no cenário da vida, é único e capaz de transformar sua existência. Por que, então, você insiste em ser mais um na multidão?

Há coisas que só você pode fazer por si. Por isso, por favor, não espere alguém dizer como você deve caminhar. Porque a humanidade, de alguma forma, está doente, buscando nos braços dos outros uma aceitação, uma comparação, um amor que já existe, mas que é deixado de lado por acreditar que apenas somos bons o suficiente se alguém nos disser isso. E, por favor, isso não é verdade! Então, se ame!

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SEJA MAIOR QUE SUA DOR

Colunistas - Jared Amarante - 14 de outubro de 2016

O quanto temos aprendido com as quedas? Quantas vezes queremos desistir diante do primeiro não? Por que estamos, assim, tão cansados? Por que a tristeza tem aumentado ao invés da coragem? Por que, agora, você não começa a caminhar longe das coisas e pessoas que lhe magoaram tanto? Seja maior que sua dor

É preciso olhar para trás, mas sem o desejo de voltar. Porque a vida acontece quando nos permitimos. Porque quando perdoamos, trazemos oxigênio para alma. Quando damos a liberdade aos outros, evitamos sofrimentos maiores. Quando acreditamos em um sonho, nutrimos mais energia positiva. Quando resistimos às mudanças, perdemos grandes oportunidades de mudarmos nossa história para sempre.

Será que você não está passando por isso?

Por mais tempestades que tenhamos enfrentado, simplesmente, temos que ser mais fortes do que a dor que nos invadiu. Porque a vida é feita para os fortes, e não podemos ser vítimas de todas as situações do dia a dia.

Se nos virem com indiferença, continuamos a mostrar nosso melhor. Se nos humilharem, continuemos de pé. Se nos entregam o vazio, continuemos a oferecer conteúdo. Se nos pedem para deixar de ser o que somos, continuemos a nos amar. Se nos falam que não somos bons o suficiente, continuemos em orações.

Não deixe de acreditar que você é único responsável por ficar chorando ou limpar a visão. Ser feliz é uma questão de vontade, de escolha!

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