Postagens sobre amoraoproximo

A linguagem transformativa da comunicação afetiva

Felicidade - Carol Gaertner - 12 de março de 2019

A ruptura da comunicação é, de forma nítida, o grande obstáculo que interfere a autonomia das pessoas para a solução de conflitos. Não é à toa, assim, que em diversos momentos da vida nos deparamos com a seguinte situação: alguém falando contra o outro e não com o outro.

A Comunicação Não Violenta (CNV) é uma prática de diálogo criada, justamente, para pôr fim a tal impasse. Marshall Rosenberg, psicólogo americano, é o responsável e idealizador dessa maneira inteligente de comunicar com afeto e eficiência, auxiliando o ser humano em sua caminhada. Continuar Lendo

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Resgatando nosso altruísmo

Vida Saudável - Camila Napolitano - 30 de maio de 2017

Nascemos seres altruístas, mas conforme somos impactos pela cultura do meio em que vivemos, pelos ensinamentos dos nossos pais, pela escola, pelos amigos que vamos conhecendo, isso vai se tornando oculto, só se revelando, quando estamos ao lado de pessoas próximas, que conhecemos e que nos damos bem.

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Toda guerra é falta de amor

Felicidade - Jared Amarante - 7 de abril de 2017

Respira-se morte todos os dias na Síria. Respira-se morte todos os dias no Brasil. Respira-se morte todos os dias dentro de nós. Mas o que está acontecendo com o mundo? Alguém consegue responder tamanha e dolorosa questão? Compreendo que a existência é mais cheia de perguntas do que respostas. Porém tem horas que parece que não vamos suportar. Continuar Lendo

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Em tempos de incertezas, a fé na vida é nossa inspiração

Sustentabilidade - Chirles Oliveira - 9 de fevereiro de 2017

Você parou para pensar que a Fé é o nosso poder de transformar? É ela que movimenta nossa caminhada em direção ao crescimento, à evolução, à realização, à cura. A fé na vida é nossa inspiração para continuar lutando pelo que acreditamos.  Em tempos de incertezas, a fé na vida é nossa inspiração e fortaleza. Continuar Lendo

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Que venha a era do encontro! Cansei das velhas histórias!

Felicidade - Chirles Oliveira - 1 de dezembro de 2016

Um dia na história da civilização, criaram uma versão de mundo de que somos seres separados. Nós acreditamos e evoluímos nessa direção racional, materialista, mecanicista e desconectada. Mas a história da separação é uma inverdade, pois Todos Somos Um. Continuar Lendo

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O caminho do despertar…aos poucos e sempre!

Vida Saudável - Chirles Oliveira - 24 de novembro de 2016

No dia 9 de novembro passado escrevi esse texto e publiquei na minha página pessoal do Facebook sobre meu aprendizado nos últimos tempos. Sobre o caminho do meu despertar…que foi aos poucos, mas contínuo! E continuo nessa jornada! Continuar Lendo

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Para viver a dois, antes, é necessário ser um

Colunistas, Felicidade - Jared Amarante - 30 de setembro de 2016

Que todos desejamos assistir a um filme com alguém debaixo da coberta, isso é fato. Mas e quando as cenas do enredo são tão tristes quanto a insegurança que a companhia traz? E quando não sabemos o real motivo de não nos satisfazermos em assistir sozinhos? Seria esse um mal-estar do frágil coração? Diríamos que, para simplificar esse possível medo de estar só, revelam-se, no dia a dia, entregas prematuras, que geram mal-estar à alma, desaguando no corpo.

Aqui, pretende-se falar sobre os nossos sentimentos, uma vez que eles determinam o que há no coração. Ah, sim… Mas e se houver dentro de nós uma pessoa que queiramos chamar de tesouro? Poderia ser ela mais valiosa que o amor-próprio?

Há quem diga que essas perguntas podem ser respondidas com mil argumentos. No entanto, prefiro apostar na ideia de que somos um oceano, e que nem todos os que nos acompanham terão disposição para mergulhar, porque alguns nasceram apenas para ficar à margem, isto é, trazem-nos a percepção de força, que nada é mais do que olharmos para nós e percebermos que, se o outro quer ir, é seu esse direito, mas não é meu o direito de desistir de mim, achando que sem o outro – que é apenas o outro -, não serei feliz.

Todavia, diante do que discorri, não pretendo colocar o amor no banco dos réus, mas as milhões de formas como chamamos esse sentimento, ou seja, há pessoas chamando noites avulsas de sexo, de amor à primeira vista, enquanto outras chamam a companhia da balada de príncipe encantado. Ah, e tem aquelas que ainda dizem, após uma semana de contato, que já não vivem mais sem a outra parte da laranja. E olha que, às vezes, a laranja é limão.

Acredito que cada um tem o direito de escolher onde deseja ancorar seu barco, isto é, entregar seus sentimentos, o que precisamos saber é até quando nosso barco precisa ficar na encosta para amadurecer. Mas e se isso não acontecer? Teremos coragem de nos retirar do cenário ou viveremos “ancorados” – dependentes -, por medo da solidão?

Sei que é importante amar, mas mais importante ainda é sentir que alguém nos ama tal como amamos a nós mesmos, porque hoje – sem sensacionalismo, mas coerência -, estamos na época cujas pessoas estão preocupadas em se relacionar, mas, em contrapartida, estamos também rodeados por aquelas que querem apenas o momento. Eis então a mais significativa solução: refletir. Sendo assim, perante todo esse horizonte sentimental vale lembrar do que Fernando Pessoa disse:

Para viver a dois, antes, é necessário ser um.

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E quando não recebemos amor?

Colunistas, Felicidade - Jared Amarante - 23 de setembro de 2016

Não importa o quanto tenhamos amor por alguém se esta pessoa não nos quer. Não importa o quão extensos sejam nossos desejos se a pessoa “amada” não nos quer. Não importa o tamanho e a força das nossas esperanças se o outro não se importa. Sabe o que é? Não podemos forçar ninguém a ser como gostaríamos, né? E a pergunta ressoa: o que fazer quando não recebemos amor?

Essa é uma verdade cruel de aceitar, mas a vida não é assim? Nunca saberemos se um relacionamento vai dar certo ou não, por isso precisamos correr o risco. Mas até quando? Por toda a vida, eu diria. Até mesmo porque cada pessoa é diferente. Ou será que ter medo de sofrer e ficar paralisado é, também, uma forma de negar o amor?

Precisamos parar com tanta idealização, pois expectativa sem sabedoria pode ferir. Mas como viver sem expectativas? Calma, não se trata de deixar de viver ou se relacionar, e sim de ter passos mais lentos, compreendendo que cada um tem uma forma de ser, de sentir, de demonstrar. Por que, então, nos desesperamos tanto?

O amor verdadeiro, sinceramente, só existe na reciprocidade, porque o contrário disso é absolutamente desgastante e desumano. Por isso, saiba ter paciência em um relacionamento, mas não aceite tudo. Saiba agradar, mas espere receber o mesmo, ou alguma coisa está errada. Saiba reconhecer as qualidades, sem ter que apontar os defeitos do outro em todas as brigas. Saiba ir embora se for necessário. O amor não existe nas migalhas.

Não se deve insistir quando o outro não quer. Não se trata de ser fraco, mas de ter amor-próprio. Olhe bem as coisas e você perceberá que quando alguém quer ir embora, esse, aos poucos, vai deixando de ligar, de perguntar do seu dia, de dizer que está com saudade, de demonstrar, até que um vazio se instala.

E aí você começa, depois de muitas tentativas, a cansar e decide ir embora, pois não aguenta sofrer por alguém que não tem olhos voltados para você, seus sonhos e sua vida. Desta forma, só se pode entender que o amor mais lindo é aquele retribuído, ou não fará bem.

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Se acostume: as pessoas vão embora

Colunistas - Jared Amarante - 9 de setembro de 2016

A vida é uma é uma grande e incansável roda gigante, girando e mudando as coisas dia após dia. Mas quantos de nós estamos preparados para essas voltas? Quantos de nós aceitamos o novo? Quantos de nós sabemos a hora de ir embora? Nosso desespero, por manter tudo no controle, o tempo todo, faz com que sejamos infelizes.

Você, com o passar o tempo, começa a perceber que não pode ter o domínio sobre todos os acontecimentos, imagina então sobre os sentimentos das pessoas e dos seus próprios? Impossível decifrar todas as coisas do coração. Mas não é tão difícil, embora seja doloroso, reconhecer o momento onde vemos que tudo que esperamos do outro não está acontecendo e que por isso é hora de ir.

Ir se encontrar com suas próprias verdades. Ir se libertar dos medos sociais. Ir amar outra pessoa. Ir cicatrizar seu coração. Ir realizar novos sonhos. Ir se perdoar. Ir fazer novas escolhas e jogar coisas velhas na lata do lixo. Ir descobrir que você pode ser inteiro sem alguém.

Há pessoas que vão querer que estejamos distantes, mas nem por isso perdemos nosso valor. Há lugares que já não seremos tão bem vindos como antes, mas nem por isso todos os outros lugares do mundo perderam a graça. Há corações que estarão trancados para nós, mas não quer dizer que um dia não terá um disposto a nos amar. Como disse Saint Exupéry: “É loucura odiar todas as rosas porque uma te espetou”.

Assim não são pessoas?

Nada que não for recíproco lhe fará bem. Será que você entende isso? Então, tenha mais coragem de se distanciar, para que haja mais paz do que razão em sua vida. Essa é uma troca maravilhosa. A escolha é apenas nossa. Contudo, a verdade é que deixar coisas, lugares e pessoas, pode, mais tarde, nos poupar de muitos machucados, pois quem quer ficar, sinceramente, arrumará um caminho, quem não quer, sinceramente, falará uma desculpa.

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O Valor da Oração

Vida Saudável - Chirles Oliveira - 8 de agosto de 2016

A oração é uma força na qual usamos a nossa vontade como impulso de ação para transformar a realidade e a nós mesmos. Tendemos a ver a oração como algo que está no âmbito do religioso, ou mesmo da superstição. A oração, porém, é uma ação, e como toda ação, tem o seu resultado. Continuar Lendo

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