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Resgatando nosso altruísmo

Nascemos seres altruístas, mas conforme somos impactos pela cultura do meio em que vivemos, pelos ensinamentos dos nossos pais, pela escola, pelos amigos que vamos conhecendo, isso vai se tornando oculto, só se revelando, quando estamos ao lado de pessoas próximas, que conhecemos e que nos damos bem. O documentário “A revolução do altruísmo” ilustra bem essa questão de maneira inteligente e simples, comprovando e lembrando-nos do quanto somos seres iluminados e bondosos desde o nosso nascimento, seres que querem o bem, que se preocupam uns com os outros. Ele mostra ainda como essa corrente do bem existe, principalmente em casos de tragédia mundial, mas que não damos tanta importância e que se começássemos a ver isso, poderíamos mudar nossa forma de enxergar o mundo. Mas como resgatar esse sentimento bom em nossas vidas ou como levar isso para fora de nossa mente e transformar em realidade? – Seja empática!…

Toda guerra é falta de amor

Respira-se morte todos os dias na Síria. Respira-se morte todos os dias no Brasil. Respira-se morte todos os dias dentro de nós. Mas o que está acontecendo com o mundo? Alguém consegue responder tamanha e dolorosa questão? Compreendo que a existência é mais cheia de perguntas do que respostas. Porém tem horas que parece que não vamos suportar. Não estou me referindo só às guerras, porque elas “nunca” vão cessar, e sim sobre a nossa postura diante de tudo que está a nossa frente. Quando abrimos os olhos o que  importa se temos orgulho de mais? Quando olhamos pro outro o que importa é o que ele tem para oferecer ou o tamanho de sua ferida? Quando penso que minha vida “está confortável”, por isso cada “um com seus problemas”, será que minhas orações fazem sentido? Deus, os seres celestiais, as energias do bem, o universo, pode até escutar minhas…

Em tempos de incertezas, a fé na vida é nossa inspiração

Você parou para pensar que a Fé é o nosso poder de transformar? É ela que movimenta nossa caminhada em direção ao crescimento, à evolução, à realização, à cura. A fé na vida é nossa inspiração para continuar lutando pelo que acreditamos. Falar em Fé e espiritualidade na roda de amigos, no trabalho ou mesmo em outros ciclos sociais era algo constrangedor no passado… As pessoas só comungavam sua fé nos templos, em casa, em seu habit mais secreto. Ultimamente, em razão da transição planetária e na entrada efetiva na Era de Aquários… tenho percebido um movimento um pouco diferente, mais aberto, mais dialógico, mais relacional, inclusive entre as religiões. “Eu sou muçulmano, um hindu, um cristão e um judeu – e vocês todos também são!” Assim falou Mahatma Gandhi. Como um líder espiritual e precursor da comunicação não violenta, Gandhi estava se referindo à verdade universal do coração. Essa…

Que venha a era do encontro! Cansei das velhas histórias!

Um dia na história da civilização, criaram uma versão de mundo de que somos seres separados. Nós acreditamos e evoluímos nessa direção racional, materialista, mecanicista e desconectada. Mas a história da separação é uma inverdade, pois Todos Somos Um. Tenho observado de que estamos vivendo um tempo de transição. Transição na política, na economia, nas relações com o outro e com a natureza. Como afirmou Charles Eisentein, em sua palestra no Sesc da Vila Mariana, no último dia 23 de dezembro, a próxima história será da Era do Encontro, das relações pautadas nos valores e no propósito de vida, na abundância e na interconexão,  no cuidado e no coração. Essa nova era cultural está baseada na consciência, na reflexão, na colaboração, na comunhão dos corações. Então, para adentrarmos nesse novo tempo, permitamos – nos curar do desamor; permitamos – nos curar dos medos da escassez; permitamos- nos curar com a…

O caminho do despertar…aos poucos e sempre!

No dia 9 de novembro passado escrevi esse texto e publiquei na minha página pessoal do Facebook sobre meu aprendizado nos últimos tempos. Sobre o caminho do meu despertar…que foi aos poucos, mas contínuo! E continuo nessa jornada! Comecei assim: Chegou o grande dia da virada! 4.5 ou 5? Bem, biologicamente, estou celebrando 45 primaveras, com muita alegria. Mas, 2016 (o ano 9 da transformação) marca também 5 anos da minha vitória de vida. Em 2011, descobri que estava com um linfoma, que é um tipo de câncer no sistema linfático. Passei 9 meses em tratamento que findou exatamente na semana do meu aniversário, na época celebrei meus 40 anos. Fiz quimioterapia, radioterapia, fiquei carequinha, gravei um vídeo para o @MovimentocontraoLinfoma da @abraleoficial e me descobri numa batalha pela vida. Nesse período, a fé, o afeto e carinho da minha família incrível, dos meus queridos amigos do peito, das enfermeiras…

Para viver a dois, antes, é necessário ser um

Que todos desejamos assistir a um filme com alguém debaixo da coberta, isso é fato. Mas e quando as cenas do enredo são tão tristes quanto a insegurança que a companhia traz? E quando não sabemos o real motivo de não nos satisfazermos em assistir sozinhos? Seria esse um mal-estar do frágil coração? Diríamos que, para simplificar esse possível medo de estar só, revelam-se, no dia a dia, entregas prematuras, que geram mal-estar à alma, desaguando no corpo. Aqui, pretende-se falar sobre os nossos sentimentos, uma vez que eles determinam o que há no coração. Ah, sim… Mas e se houver dentro de nós uma pessoa que queiramos chamar de tesouro? Poderia ser ela mais valiosa que o amor-próprio? Há quem diga que essas perguntas podem ser respondidas com mil argumentos. No entanto, prefiro apostar na ideia de que somos um oceano, e que nem todos os que nos acompanham…

E quando não recebemos amor?

Não importa o quanto tenhamos amor por alguém se esta pessoa não nos quer. Não importa o quão extensos sejam nossos desejos se a pessoa “amada” não nos quer. Não importa o tamanho e a força das nossas esperanças se o outro não se importa. Sabe o que é? Não podemos forçar ninguém a ser como gostaríamos, né? E a pergunta ressoa: o que fazer quando não recebemos amor? Essa é uma verdade cruel de aceitar, mas a vida não é assim? Nunca saberemos se um relacionamento vai dar certo ou não, por isso precisamos correr o risco. Mas até quando? Por toda a vida, eu diria. Até mesmo porque cada pessoa é diferente. Ou será que ter medo de sofrer e ficar paralisado é, também, uma forma de negar o amor? Precisamos parar com tanta idealização, pois expectativa sem sabedoria pode ferir. Mas como viver sem expectativas? Calma, não…

Se acostume: as pessoas vão embora

A vida é uma é uma grande e incansável roda gigante, girando e mudando as coisas dia após dia. Mas quantos de nós estamos preparados para essas voltas? Quantos de nós aceitamos o novo? Quantos de nós sabemos a hora de ir embora? Nosso desespero, por manter tudo no controle, o tempo todo, faz com que sejamos infelizes. Você, com o passar o tempo, começa a perceber que não pode ter o domínio sobre todos os acontecimentos, imagina então sobre os sentimentos das pessoas e dos seus próprios? Impossível decifrar todas as coisas do coração. Mas não é tão difícil, embora seja doloroso, reconhecer o momento onde vemos que tudo que esperamos do outro não está acontecendo e que por isso é hora de ir. Ir se encontrar com suas próprias verdades. Ir se libertar dos medos sociais. Ir amar outra pessoa. Ir cicatrizar seu coração. Ir realizar novos sonhos.…

O Valor da Oração

A oração é uma força na qual usamos a nossa vontade como impulso de ação para transformar a realidade e a nós mesmos. Tendemos a ver a oração como algo que está no âmbito do religioso, ou mesmo da superstição. A oração, porém, é uma ação, e como toda ação, tem o seu resultado. Há três tipos de ação que podemos realizar a partir do nosso desejo e vontade. A ação física, que interfere diretamente no mundo material ao nosso redor ou mesmo no nosso corpo; a ação verbal, que reverbera no mundo a partir da força da nossa palavra; e a ação mental, a mais sutil delas, cuja influência na realidade não conseguimos medir ao certo, mas, como ação que é, interfere de alguma maneira. A palavra karma significa “ação”. Toda ação tem uma causa e produz uma consequência. Nenhuma ação fica sem consequência na Vida de acordo com a lei…

Lama Michel Rinpoche – “É importante ter um refúgio de amor”

Um paulistano de 32 anos que desde os 12 leva uma vida monástica, usa os característicos trajes de monge budista e viaja pelo mundo para levar ensinamentos. Parece intrigante? Então espere para saber que ele foi reconhecido por seus mestres como a reencarnação de um mestre tibetano, um fato importante, mas, segundo ele, não determinante na sua escolha pessoal por permanecer no caminho. Estamos falando do Lama Michel Rinpoche, com quem tivemos a sorte de conversar em nome do Nowmastê. Na breve, mas elucidativa entrevista, a impressão que ficou foi a de imediata familiaridade. O Lama fala sobre os fundamentos budistas com clareza e generosidade, o que tornou a sessão de perguntas e respostas um momento de reflexão para toda equipe do site. É essa experiência que queremos transmitir aos nossos leitores. Nowmastê – Lama Michel, nessa vida louca que levamos, cheia de questões controversas, desde as mais complexas até…

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