Postagens sobre sustentável

Transição, um abraço em toda a vida

Sustentabilidade - Regina Hostin - 6 de novembro de 2018

Quando comecei a sentir um incômodo recorrente e inquietante com o meu dia a dia, sabia que este sentimento não me abandonaria tão cedo. Ele chegou de mansinho, expandiu-se como um forte sentimento de desconexão e, por mais que tentasse negá-lo, estava dentro de mim. Até o dia em que tive que dar o próximo passo. Continuar Lendo

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Entrevista sobre Sustentabilidade para TV

Na mídia - Chirles Oliveira - 20 de outubro de 2018

 

Entrevista sobre Sustentabilidade concedida ao Programa de TV “Nosso Programa”, produzido pela RitTV, no dia 25 de setembro, data em que se comemora o Dia da Ação Global para os ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável). Continuar Lendo

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Schumacher College – Uma escola sustentável

Vida Saudável - Chirles Oliveira - 3 de abril de 2017

Por Regina Hostin*

Viagem de estudos

De Londres até Totnes, no sudoeste da Inglaterra, são mais ou menos 3 horas e meia de viagem de trem. Mas você nem sente o tempo passar. A paisagem é linda. Aos poucos o mar e o verde vão formando um novo cenário e você entra em contato com uma outra Inglaterra. A estação de Totnes é um charme. Pequenininha. E os taxistas, simpatíssimos. Já ali você começa a se sentir em casa. Continuar Lendo

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A alegria de ser simples, ecológica e econômica

Sustentabilidade - Laila Rezende - 20 de janeiro de 2017

As vantagens de uma vida simples não estão apenas em economizar dinheiro e, assim, poder trabalhar menos. Uma vida simples está intimamente ligada ao respeito pelos escassos recursos naturais do planeta Terra, que estão acabando em uma velocidade irreversível.

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A Carta do Cacique Seattle, em 1855

Sustentabilidade - Chirles Oliveira - 16 de dezembro de 2016

Em 1855, o cacique Seattle, da tribo Suquamish, do Estado de Washington, enviou esta carta ao presidente dos Estados Unidos (Francis Pierce), depois de o Governo haver dado a entender que pretendia comprar o território ocupado por aqueles índios. Faz mais de um século e meio. Mas o desabafo do cacique tem uma incrível atualidade. A carta: Continuar Lendo

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É possível ser ecológico mesmo na correria do dia a dia?

Sustentabilidade - Laila Rezende - 4 de novembro de 2016

Que nossa vida é corrida todo mundo já sabe e está cansado de ouvir. E nem sempre é possível diminuir o ritmo do nosso dia a dia. Venho compartilhar algumas ideias de sustentabilidade que consegui encaixar na minha rotina, e que não demandam muito tempo nem dinheiro. Eu acredito que é possível ser ecológico no dia a dia. Continuar Lendo

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Você quer coleta seletiva no condomínio? Veja como é possível!

Sustentabilidade - Laila Rezende - 21 de setembro de 2016

Muitas vezes nossa vida não é fácil, pois nos sentimos totalmente sós, como se nada estivesse dando frutos. Mas estão SIM. Nosso dia a dia é muito acelerado e requer resultados imediatos. Entretanto, o ritmo do Universo é outro. O ritmo da vida é mais devagar que o ritmo da internet, dos bancos, do whatsapp. A vida requer pausas; requer plantar, cuidar e colher. Continuar Lendo

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Emoções sustentáveis geram sentimentos sustentáveis

Colunistas, Felicidade - Rodrigo Vieira - 12 de setembro de 2016

Na moda de um novo amor, na voga da novidade liquidez, faltou algo que ditasse o rumo. Sentia falta de algo, enquanto outro sentia acolá, igualmente. Era a falta de sustentabilidade afetiva que nos ausentava, incompletava, era adornar o que de nós dá sustento. Quando nossas emoções sustentáveis geram sentimentos sustentáveis?

Foram coisas assim que premiam, urgiam, rugiam sem saber. O nome disso, a nomenclatura daquilo. Tão esquecidos numa rotina polvorosa, de discursos decadentes, que se contradizem por novidade. Eu apenas me calava na indagação de uma novidade por novidade. Ser novidade só por ser. Isso que amanhã é descartável, como copo plástico, pessoas de plástico e afins de plástico. O que era a cultura do “novo”, agora já é tarde, como o vai e volta de nossas vidas, indo e vindo no espelho embaciado do banheiro.

Fotos trocadas, post´s veraneio de uma vida boa, caras gentis, contrastes reais. O antiquado como cortês, num eufemismo lírico do que fora velho. Um tanto do que gosto, ligar para alguém, os encartes dos cd´s, o marca página no centro da página de autoajuda, escrever no papel. Entusiasta, saudosista, um copista de meu tempo e textos. Ainda me orgulho de não dizer que amo a cada mês, hora e segundo. Entendo que tudo é tão rápido, tudo quanto raso, tudo quanto antiquário de nós mesmos.

Ainda ausenta, ainda carece, fenece. Descreio que tudo se constitui fugaz, rápido de mais, moderno de mais. Tudo é pouco a pouco, ponto por ponto, longa expiração e inspiração. Seria segredo não cuidar do que já temos, nem sempre nos falta, quando quase sempre sobeja. Mal se agradece, mal se cultiva, num clima cheio de ideias de muito “mi-mi-mi”, que fala e não vive de si. Gente de mais, fala de mais, pouco de mais.

Como vivermos na essência, diante de tanto “mi-mi-mi”?

Será a hora de repensarmos, reamarmos, redesenharmos, resermos, reescrevermos. Será a hora em que correspondo à tua mão que me procura, aos teus gestos pidões, ao teu descontente dia em súplica por dias melhores. Hora de ligar para amigos do tempo da escola, procurar quem não me procura, desligar o celular e brincar de telefone sem fio ao pé do ouvido. Seja o instante de apagar a luz, viajar, ir ao ponto mais alto da cidade, comer no melhor restaurante uma vez, pôr mais vinho no copo, dançarmos até o último convidado cansar. Será fazer tudo isso sem precisar mostrar nada a ninguém. Será fazer tudo isso só para nós, de novo: por nós, de novo.

Quem sabe e eu sei, o momento é oportuno para enxergarmos beleza no mesmo semblante, no mesmo tom dessa tez, no agrado desse pé que te coça feito meia quente. Ainda nos acharmos jovens no próximo desafio de trabalho, ou num pernoite pela cidade. E que assim, mesmo, recicle, reaja, areje esta ideia confundida, que difunda que podemos ser de novo, tão ou mais novos que a primeira vez.

Muito quero, muito que quero, de querer as mesmas pessoas que me querem até hoje. As mesmas emoções, alentadas, que não são momentosas, todavia de longas datas. Datas que me chegam, de poucos e suficientes que me abraçam e falam audivelmente “Feliz Aniversário”. Ainda me regozijo, ainda me basta, perder de vista o tempo que nos conhecemos, que nos gostamos, em amigos, em namorados, em colegas, em parceiros, em humanos. São histórias que se formam, o tempo que dá acabamento, a revalorização diária do que temos em nós. Nós.

Deixar um bilhete como a primeira vez. Ser engraçado como no início. Valer como no princípio. Corresponder como que agora. Não precisamos, impreterivelmente, de novidades, necessitamos da sofisticação de não deixarmos desbotar. E tudo é fruto, estação, cíclico. Nós para com os outros, os outros para com nós.

Já me perdi nisso.

Nisso me tenha tão incerto como a última,

Porém tão certo como a primeira vez…#Emoçõessustentáveis, #sentimentossustentáveis.

Leia também no blog outra crônica do Rodrigo Vieira

 

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Quanto amor e respeito nós temos pela Terra?

Sustentabilidade - Chirles Oliveira - 6 de setembro de 2016

Nosso planeta azul, nossa Mãe-Terra existe há 4, 5 bilhões de anos. Dá para imaginar o quanto de tempo isso significa? Já parou para pensar quanto amor e respeito nós temos pela Terra? Continuar Lendo

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O que te alimenta também te anima?

Vida Saudável - Laila Rezende - 15 de junho de 2016

Como nutricionista, sempre me preocupei com o que nutre meu corpo. Mas, venho me indagando: o que nutre minha alma? Continuar Lendo

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