Postagens sobre sustentabilidade

Dicas do Consumo Responsável para Presentear

Sustentabilidade - Andreia Lima - 15 de março de 2019

Você é aquela pessoa que ama alguém que tem noção da sua responsabilidade socioambiental no mundo? Bom, eu sou essa pessoa (não extremista) que gosta de causar o menor impacto dentro das possibilidades.

Em comemoração ao Dia do Consumidor, fiz um manual para VOCÊ que quer presentear uma pessoa que preza pela sustentabilidade ou para VOCÊ que ama receber presentes, mas não quer ser grosseira e também quer ganhar coisinhas que você gosta sem nenhum peso na consciência! Para isso, me basearei em alguns R’s da sustentabilidade, pois pode ser norteador para praticarmos o consumo responsável. Continuar Lendo

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Dois hábitos sustentáveis que trazem felicidade

Sustentabilidade - Leticia Klein - 19 de fevereiro de 2019

Como escreveu Christopher McCandless em seu diário, cuja busca pelo autoconhecimento e liberdade foi retratada no livro e filme “Na natureza selvagem”, a felicidade só é real quando compartilhada com outros. Os humanos são seres sociais e é da interação com as pessoas (mas não só elas) que a gente aprende, compreende, se desenvolve e fica cada vez mais perto da felicidade plena, que só é plena se tudo estiver bem e em equilíbrio.

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Schumacher College – Uma escola sustentável

Vida Saudável - Regina Hostin - 3 de abril de 2017

De Londres até Totnes, no sudoeste da Inglaterra, são mais ou menos 3 horas e meia de viagem de trem. Mas você nem sente o tempo passar. A paisagem é linda. Aos poucos o mar e o verde vão formando um novo cenário e você entra em contato com uma outra Inglaterra. A estação de Totnes é um charme. Pequenininha. E os taxistas, simpatíssimos. Já ali você começa a se sentir em casa. Continuar Lendo

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Em tempos de incertezas, a fé na vida é nossa inspiração

Sustentabilidade - Chirles Oliveira - 9 de fevereiro de 2017

Você parou para pensar que a Fé é o nosso poder de transformar? É ela que movimenta nossa caminhada em direção ao crescimento, à evolução, à realização, à cura. A fé na vida é nossa inspiração para continuar lutando pelo que acreditamos.  Em tempos de incertezas, a fé na vida é nossa inspiração e fortaleza. Continuar Lendo

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Gratidão e esperança no que virá. Feliz 2017!

Felicidade - Chirles Oliveira - 27 de dezembro de 2016

O campo energético responde a atenção consciente. Quando aprendemos a melhorar nossas técnicas de observação para intencionalmente afetar nosso destino, estamos a caminho de viver uma vida melhor, por nos tornarmos nossa melhor versão

Numa breve retrospectiva de 2016, penso que ele foi desafiador para muita gente, inclusive para mim. Mas, ao mesmo tempo, ele permitiu o fechamento de um ciclo. Às vezes isso acontece de forma aparentemente dolorosa, ensinando pela dor de que precisamos mudar nossos padrões mentais e vibracionais e, consequentemente, nossas atitudes.

Mergulhar no que se é, no que se quer, nas sombras escondidas por anos a fio, para vislumbrar um ser com mais sentido, propósito, amor e conexão com a VIDA…requer coragem, pois é um grande desafio, mas sinto que esse foi meu aprendizado em 2016.

Sem tanta correira no cotidiano e em conexão com a natureza, pude aos poucos, mergulhar no meu eu para descobrir o que realmente faz sentido para mim. Ás vezes, não sabemos muito bem o que queremos, mas é tão bom saber o que não queremos, digo que é a metade do caminho para uma vida mais realizada, feliz e sustentável.

Não quero apenas acordar, sair para trabalhar com o único propósito de ganhar dinheiro para atender a minha dimensão material. Quero fazer as pazes com a prosperidade e a abundância trabalhando naquilo que faz sentido para mim.  Minha missão é comunicar com amor, partilhar o saber com alegria, ampliar a consciência do amor à Terra Viva, à Mãe-Natureza, mergulhar no sentir do corpo e da alma, alinhando minha missão material e espiritual.

Quero continuar trabalhando com Educação. Esse é o meu propósito de vida, essa é minha missão e o desejo da minha alma. Como sei disso? Descobri que geralmente essa consciência se revela quando somos crianças e respondemos aquela fatídica frase: “o que você quer ser quando crescer?” . E eu queria ser professora…eu tinha uma lousa verde, giz e amigos para ensinar… ah, e os livros sempre foram meus bons companheiros de viagem.

Mas, mesmo cumprindo meu propósito como professora nas universidades pelas quais passei, eu estava sentido um certo vazio, uma certa descrença no sistema atual, uma necessidade de fazer diferente.

E esse ano, com a experiência do Certificado em Ciências Holísticas e Economia para Transição, pela @escolachumacherbrasil, descobri que é possível unir ciência e experiência intuitiva, educação  e natureza, alegria e poesia, lado direito e esquerdo do cérebro, tudo isso  traduzindo uma educação transformadora que conecta várias dimensões do ser: física, mental, emocional e espiritual.

Pequenos gestos, grandes mudanças. O que você faz importa e impacta

Estamos em tempos de transição, de mudanças de paradigmas,  e acredito que muitos caminhos irão se abrir para que uma nova consciência possa se expressar no trabalho, nos relacionamentos, na vida social impulsionada pela compaixão e pelo coletivo. É tempo de solidariedade, de co-criação, de conectar com o coração e com pessoas que vibram nessa sintonia do amor e  da transformação para um mundo melhor.

Que venha 2017 com a potência do ano 1 da realização. Que venha a economia compartilhada, a inteligência coletiva, as boas parcerias, um novo caminhar com desafios e alegrias, mas com significado na construção de uma nova realidade.

Desejo que possamos nos sentir encaixados no mundo por ouvir e atender a inspiração da nossa criança interior, ou seja, da nossa alma. Todos nós viemos ao mundo para aprender, amar, perdoar, expandir, evoluir mas, acima de tudo, deixar nossa marca no palco da vida. A consciência do propósito, do que é o nosso Dharma, é a fonte do entusiasmo de acordar todas as manhãs com alegria e inteireza.

Assim, iniciamos 2017 com o desejo sincero de que nossos leitores vivam e trabalhem com propósito, sintam alegria e felicidade, cuidem de si com amor, cuidem do outro com compaixão e da natureza com paixão!

Namastê! Gratidão Infinita! Abraço Fraterno

FELIZ 2017!!!

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A Carta do Cacique Seattle, em 1855

Sustentabilidade - Chirles Oliveira - 16 de dezembro de 2016

Em 1855, o cacique Seattle, da tribo Suquamish, do Estado de Washington, enviou esta carta ao presidente dos Estados Unidos (Francis Pierce), depois de o Governo haver dado a entender que pretendia comprar o território ocupado por aqueles índios. Faz mais de um século e meio. Mas o desabafo do cacique tem uma incrível atualidade. A carta: Continuar Lendo

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O FUTURO DAS CIDADES: como você vai viver neste século

Sustentabilidade - Chirles Oliveira - 24 de novembro de 2016

Envolverde Convida é um projeto de realização do Instituto Envolverde, organização da sociedade civil que fez do jornalismo sua principal ferramenta para estimular o diálogo social sobre a sustentabilidade sobre o Futuro das cidades: como você vai viver nesse século. Continuar Lendo

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Hora do Planeta contra as alterações climáticas

Sustentabilidade - Chirles Oliveira - 19 de março de 2016

A Hora do Planeta da WWF vai atravessar o globo no próximo sábado, 19 de março de 2016 às 20:30 hora local, juntando indivíduos, comunidades e organizações num movimento sem precedentes, em 178 países e territórios, incluindo Portugal.

A Hora do Planeta é um movimento global contra as alterações climáticas e este ano acontece alguns meses após os governos terem encontrado um novo acordo global pelo clima.

Tal como as luzes que se apagam nas casas, nos escritórios e em monumentos emblemáticos, o maior movimento pelo ambiente do mundo irá reunir mais uma vez milhões de pessoas para fazer brilhar uma luz pela ação climática e pelo papel que as pessoas podem desempenhar nos esforços globais para combater as alterações climáticas.

“O mundo está numa encruzilhada pelo clima”, disse o Diretor Executivo da Hora do Planeta Global. “Enquanto vivemos os impactos das alterações climáticas mais do que nunca, estamos também a testemunhar um novo momentum da ação climática que transcende fronteiras e gerações. Desde as salas de estar passando pelas salas de aula até às de conferências, a população reclama ação contra as alterações climáticas. Esta décima edição da Hora do Planeta é o momento para que as pessoas possam fazer parte das soluções pelo clima.”

Texto compartilhado do  Site WWF

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A Evolução do Discurso da Sustentabilidade

Sustentabilidade - Chirles Oliveira - 18 de fevereiro de 2015

 

As críticas à cultura de consumo apontam ora para um apocalíptico “fim da história”, ora para a ingênua, embora radical, renúncia ao bem-estar material. Nasce o discurso do consumo dito consciente, conclamando os indivíduos à reflexão sobre o potencial transformador das escolhas e usos que fazemos dos produtos, expondo o consumo como um ato de cidadania. Mas há de se convir que esse discurso, muitas vezes, é ambíguo e aponta para outra direção, como no caso do discurso da sustentabilidade já traduzido em atributo de compra.
Contextualizando historicamente a evolução do discurso da sustentabilidade, consideramos que o primeiro movimento da comunidade internacional aconteceu em 1968, quando se estabeleceu a resolução 2938 da ONU, convocando uma reunião mundial para examinar problemas do „ambiente humano‟ que exigissem cooperação internacional para serem solucionados. A partir da década de 1970, esse conceito de sustentabilidade emergiu nas discussões entre países e empresas, sobretudo após a divulgação do relatório do Clube de Roma15, em 1970, e a realização da Conferência Mundial sobre o Meio Ambiente Humano em 1972, em Estocolmo, na Suécia. Nessa conferência, foi instituído o Programa das Nações Unidas sobre Meio Ambiente (PNUMA), o que encorajou a discussão da temática da sustentabilidade em todo o mundo.
Em 1983, a ONU instalou a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento que elaborou e lançou, em 1987, um estudo mundial chamado Nosso Futuro Comum, ou relatório Brundtland. A partir de então, o conceito de “desenvolvimento sustentável” foi amplamente divulgado e institucionalizado, definindo-se “como o processo de atender às necessidades presentes sem comprometer a capacidade das futuras gerações de suprir suas próprias necessidades”. Esse relatório foi coordenado pela Ministra Gro Bruntdland, da Noruega, e é um documento histórico, por apresentar o conceito pela primeira vez.
A Primeira Conferência Mundial sobre o Clima aconteceu em Toronto, em 1988, reunindo cientistas que alertaram para a necessidade de reduzir os gases do efeito estufa. A ONU cria, então, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), para avaliar o risco da mudança climática devido à atividade humana. A Segunda Conferência, em 1990, aconteceu em Genebra e a terceira, em 1992, denominada Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e Desenvolvimento, também conhecida como ECO-92, no Rio de Janeiro, que resultou nos tratados internacionais Agenda 21, Convenção da Biodiversidade e Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima (UNFCC, na sigla em inglês).
Pela primeira vez, foi apresentado o conceito de desenvolvimento sustentável como saída para o impasse decorrente da necessidade de continuar o crescimento econômico e considerar a possibilidade de esgotamento dos recursos naturais. Sendo assim, podemos entendê-lo como um conceito político que, desde então, passa por intenso processo de legitimação e institucionalização normativa.
Ressaltamos, porém, que o conceito de desenvolvimento sustentável, citado acima, difere semanticamente do conceito de sustentabilidade difundido na atualidade. Nesse último, surge o conceito do triple botom line, cunhado pelo britânico John Elkington (1994), sobre os três pilares que devem nortear a gestão empresarial: social, econômico e ambiental. Logo, por esse viés, sustentabilidade é promover o desenvolvimento econômico, o desenvolvimento social e o desenvolvimento ambiental. Consolidando, com mais clareza, o que as empresas, governo e sociedade civil precisam fazer para que as gerações futuras tenham suas condições de sobrevivência garantidas, compatível com o conceito do relatório Brundtland. 
Constatamos, porém, que as discussões pouco evoluíram em 20 anos. Mas, a partir da década de 1990, a problemática ambiental desloca-se do discurso vinculado aos ‘problemas ambientais relacionados ao modelo de produção’ e passa a relacionar-se aos altos padrões de consumo e estilos de vida.
Apesar da temática da sustentabilidade passar a fazer parte da agenda internacional, o avanço nas discussões ainda é lento se compararmos o que foi firmado no Protocolo de Kyoto em 1997, quando da realização da COP-31 no Japão, com a COP-15, realizada em dezembro de 2009, em Copenhague. Nessa conferência, ainda se observou a desunião do grupo dos países em desenvolvimento, encabeçado pelo BRICs (Brasil, Rússia, Índia, China e África) e os países ricos, particularmente sobre as contribuições financeiras para o combate a mudanças climáticas.
Na última conferência realizada em junho de 2012, no Rio de Janeiro, em comemoração aos 20 anos pós  Rio 92, conhecida como Rio +20, poucos avanços ocorreram. Mas, a reunião de cúpula com os principais chefes de Estados, diplomatas, representantes de Organizações não governamentais, empresários, serve como alerta e ganha amplo espaço de divulgação na mídia nacional e internacional. E assim, a população fica sabendo um pouco mais sobre o que está acontecendo no mundo com relação ao Meio Ambiente e com as perspectivas para o século XXI.
Sei que o desafio e as tensões envolvendo países e os conglomerados financeiros são imensas, pois o que rege todo o sistema é o Capital. Mas, precisamos pensar na sobrevivência do Planeta e na nossa. O que adianta ganhos estratosféricos se não tivermos uma casa para morar?  Infelizmente, os avanços são modestos frente ao grande desafio das mudanças climáticas que avançam como uma locomotiva desenfreada.
Entretanto, também é preciso reconhecer que tem muita gente consciente pesquisando, lutando, se empenhando e trabalhando duro para promover mudanças significativas seja no âmbito local (cidades, casas, indivíduos) como no global (países mais envolvidos com estas questões na busca de soluções como Japão, Alemanha, Butão). Sim lá no Butão, não se mede o sucesso do país pelo Produto Interno Bruto, eles têm outro índice muito interessante denominado Felicidade Interna Bruta (FIB)…Lindo não? Mas, esse será o assunto de outro post.
Abraços Fraternos!
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Entendendo como tudo começou…

Sustentabilidade - Chirles Oliveira - 16 de fevereiro de 2015

O discurso da sustentabilidade, oriundo de grupos minoritários até então ─ambientalistas, militância anticorporação, movimentos sociais, etc. ─ começa a ocupar espaço privilegiado, conquistar a grande mídia e a agenda internacional, sobretudo, a partir da conferência ECO-92. Ao entrar para o mainstream, a sustentabilidade desponta como nova tendência, capaz de influenciar as ações de governos, empresas e indivíduos. Nossa correlação com o meio ambiente fica cada vez mais evidente e ignorar esse fato é uma missão quase impossível. Afinal, estamos sentindo na pele todos os efeitos das mudanças climáticas.

Nesse contexto, o discurso da responsabilidade social empresarial e do consumo dito consciente pode ser entendido como estratégia de negócio e de fortalecimento da imagem corporativa e reputação das organizações. A busca por melhor visibilidade da marca pós-moderna fez com que algumas empresas ocupassem papel mais social e investissem em ações outras, que valorizassem sua imagem institucional, criando projetos que atendam aos anseios dos stakeholders e da opinião pública e sigam as tendências socioculturais (SEMPRINI, 2006).

Podemos, por isso, perceber que estamos diante de uma sociedade civil mais organizada e que o consumidor assume também o papel de cidadão ativo ao reclamar seus direitos, não comprar peles de animais em extinção, por exemplo, privilegiar a aquisição de materiais orgânicos, não adquirir produtos de empresas que exploram mão de obra infantil ou que provocam desgastes ambientais.

Assim, analisamos o consumo não como ato de compra apenas, mas como mediador das relações sociais quando não somente consumimos objetos, serviços e símbolos, mas, por meio do consumo, significamos nossos valores e nos distinguimos na sociedade (CANCLINI, 2008).

Referências Bibliográficas
CANCLINI, Nestor Garcia. Consumidores e cidadãos: conflitos multiculturais da globalização. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 2008.

SEMPRINI, Andrea. A marca pós-moderna: poder e fragilidade da marca na sociedade contemporânea. São Paulo: Estação das Letras Editora, 2006.

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