Postagens sobre saúde

Eu sou o pão da vida, nesse caso um pão integral

Vida Saudável - Taisa Schaeffer Andrade - 15 de abril de 2019

Eu sou o pão da vida”. “Se não têm pão, que comam brioches”. “Pão e circo”. “O pão nosso de cada dia nos dai hoje”. Não há alimento cuja história esteja tão arraigada às sociedades humanas quanto o pão. Trata-se de um alimento simples, já que pode consistir só de farinha e água. Mas também é complexo. Afinal, são impressionantes as reações biológicas de uma massa de farinha úmida. Continuar Lendo

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Shots funcionais, deliciosos e fáceis de fazer

Vida Saudável - Lara Gois - 4 de abril de 2019

Olá, você já ouviu falar no shot?  Não é uma dança, não!

É uma dose pequena de um “suco” funcional, que pode trazer muitos benefícios para seu organismo.

Após a febre dos sucos verdes pela manhã, muitas pessoas já aderiram aos shots matinais,  ou ainda antes do almoço ou jantar. Continuar Lendo

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Dicas de como preparar o superalimento quinoa

Vida Saudável - Lara Gois - 26 de fevereiro de 2019

Olá queridos leitores do felicidade sustentável,

Uma das coisas que gosto é adaptar pratos para enriquecê-los no sabor e nutrientes. Não sou nutricionista, mas gosto de pesquisar receitas e estudar sobre alimentação saudável e gastronomia e um dos super alimentos que uso é a quinoa, e por isso quero dividir algumas dicas com vocês!

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Você conhece os benefícios da Aloe Vera?

Vida Saudável - Lara Gois - 5 de dezembro de 2018

Ela é minha queridinha, eu a conheci há muito tempo, só que com o nome de babosa, mas é a mesma planta, de origem africana e utilizada desde  4000 ac. pelos chineses, gregos, indianos e romanos.

Segundo especialistas, existem mais de 250 espécies, mas somente três possuem propriedades que podem favorecer o organismo, a pele, o ar e embelezar sua casa ou jardim! Continuar Lendo

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Receita fácil e saudável de grão de bico para esse feriado…hummmm

Vida Saudável - Taisa Schaeffer Andrade - 14 de novembro de 2018

Oriundo do Oriente Médio, o grão de bico é uma leguminosa bastante consumida nessa região, também um alimento de muita relevância para a culinária grega, italiana, portuguesa, espanhola e indiana. Por ser rica em ácido fólico e apresentar boas quantidades vitaminas do complexo B, também possui as vitaminas K, E e C. Com relação aos minerais, ela é fonte de fósforo, ferro, zinco, magnésio, potássio e cálcio. Continuar Lendo

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Virada Zen reúne mais de 700 atrações na grande São Paulo

Vida Saudável - Chirles Oliveira - 7 de novembro de 2018

A Virada Zen é um movimento que conecta pessoas e organizações à atividades e conteúdos relacionados ao bem-estar integral, ao autoconhecimento e à cultura de paz. Ou seja, a Virada Zen é um movimento que promove felicidade na cidade de São Paulo durante uma semana, de 5 a 11 de novembro, em sua segunda edição. Continuar Lendo

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Uma vida feliz é construída com boas relações

Felicidade - Chirles Oliveira - 28 de junho de 2018

Depois que comecei o blog Felicidade Sustentável, parece que a felicidade resolveu inundar a minha vida. Que coisa boa, não é mesmo?! Mas, deixa eu explicar melhor …para onde olho me deparo com o tema Felicidade…são livros, projetos independentes, comunidades no Facebook, contas no Instagram, famosos como é o caso da Bruna Lombardi que está lançando o portal Rede Felicidade, ou seja, parece que o mundo vive intensamente essa busca pela tão sonhada felicidade.
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Porque uma alimentação saudável faz bem ao corpo e a alma!

Vida Saudável - Chirles Oliveira - 11 de abril de 2018

Olá! Meu nome é Cristiana Marques e tive a honra de ser convidada para escrever no Blog Felicidade Sustentável para compartilhar com vocês minha experiência no curso com a apresentadora Bela Gil, do programa Bela Cozinha do GNT.
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O que te alimenta também te anima?

Vida Saudável - Laila Rezende - 15 de junho de 2016

Como nutricionista, sempre me preocupei com o que nutre meu corpo. Mas, venho me indagando: o que nutre minha alma? Continuar Lendo

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Cafés, pelando, mais café

Colunistas, Felicidade - Rodrigo Vieira - 12 de maio de 2016

Sentamo-nos defronte, depois de um leve cumprimento inicial que precede o blá-blá-blá. Não, não havia puxado a banqueta estilosa para ela, como um bom gentleman faria. Entretanto, sorri ao perguntar:

– O que vai querer?

– Um café – respondia a mim e à mocinha que já atendia sem eu notar.

– Dois – complementava antes de a fulana virar as costas.

Volta e meia estamos nessa, encontros esporádicos de semana, no qual alguém cita “Quanto tempo!”, na tentativa de recuperar o tempo ausente, e realmente perdido. Mas isso ameniza. Nessa cara social, falamos sobre trabalho, discorremos sobre clichês, tudo o que encabeça a ambiência daquele ponto movimentado. Certo que havia outros entre nós na mesma condição.

Bom, o café chegou. Açúcar ou adoçante. Ela quis o adoçante, como a cartilha elegante de uma dama prediz, eu esvaziei um sachê de açúcar na xícara bonitinha.

– Você se lembra de quando…?

– Ah, sim… Verdade.

Eram conversas vazias, bestas mesmo. Era um protocolo de dois entes crescidos na urbe. Enquanto isso, o café fumegava lá dentro, sozinho naquele recipiente. Já ouvira sobre as combinações míticas de um bom café, rimas com amor, proseadas com poesia. Juro que acreditei, ou somente queria sair daquilo.

– Não é verdade? – ela apontava com o dedo mindinho a mim.

– É sim… – retrucava ausente, sem nem saber o que ela falou.

… Divagava com aquele café, tragado a poucos goles. De repente falava alguns absurdos a ela, como declamar uma frase manjada de algum escritor famoso. Nisso tudo ela se fazia de estranha, mas envolvida. Até que seus cabelos começavam a ter graça, seu sorriso agora era enigma e ela a esfinge que mais tarde me devoraria. Parecia alcoolizado, era só café, e tudo tinha mais graça. Melhor seria se falássemos das tais combinações: Ah! O amor.

– O amor é fogo que arde sem se ver?

Em meu solilóquio era só mais um, um a mais. Apenas alegrava-me o fato de o café ainda estar quente, e até que ele ardia sem eu ver. Depois de outro gole perguntei sobre seus amores, e ela demonstrara tormento ao reler seus fracassos. “Linda desse jeito?”, tentava recobrar a estima. Pois é, não estava tão feliz nos amores (pena que ela não jogava), sugeri que se permitisse mais, no entanto a recusa era clara em seu olhar reprobatório.

Certamente que aceitaria uma tarde de amor, um café e um livro de poesias, jogado aberto a canto qualquer. Pegaríamos um violão, arranharia dois, três acordes, cantaríamos o refrão. Logo deitaria em meu colo, nós no tapete da sala, bebericando na mesma xícara, ouvindo o som do relógio – que sempre quer assustar. Acalentaria, faria ninar com cabelos despenteados, acordaríamos com a réstia do sol tramitando entre a cortina velha. E ela gentilmente ia à cozinha fazer outro café, até por que eu não sei.

Paradoxal como é, a vida não tomou esse rumo. Se ela soubesse como é bom, me inconformava com sua cara de nada, de vento, que já arrumava a bolsa com uma nota na mão.

– Tchau. Até mais.

Não tive tempo de responder, estava embalado por aquela fumacinha, que não existia mais no café frio. Outra, pude ver a marca de batom na borda. Restou-me rir, nem todo mundo fora feito para amores, poesias, cafés, uma música. Mais café. Nem todos sabem tomar café, poucos sabiam o que nele tinha. Iria perguntar para a mocinha, que viera retirar as xícaras, se ela me compreendia, mas deixei pra lá. Rimos os dois, sem saber motivo, desconfiei que ela soubesse do que estava falando. Eu pedi:

– Cafés, pelando, mais café.

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