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Natureza Viva, Vida em Movimento: Eu Viva!

Nos últimos meses, tenho vivido no “flow”, na conexão com o que amo fazer que é ajudar as pessoas, e encontrando no meio do caminho, não pedras, mas lindos encontros. A alegria do encontro é possível quando estamos presentes e com corações e mentes abertas; quando respeitamos, acolhemos, sorrimos, geramos empatia, somos nós, não somos nada, ou melhor, quando “somos todos um”, como li na capelinha do sítio da Glória, em Amparo, num momento intimista, com os pés na areia, sentido a grandeza da simplicidade elegante daquele lugar. O humano, demasiadamente humano, é bom! Ao nos despirmos dos rótulos, ao não saber ao certo quem sou, abro-me para as possibilidades das descobertas, e permito que o outro me olhe sem preconceitos, pré julgamentos, sem amarras, e vá construindo comigo essa descoberta misteriosa que é viver o encontro. Quem sou eu?! Nem fácil, nem simples, dar essa resposta. Por que somos…

Quer saber qual é o seu propósito de vida?

Em entrevista para o canal Felicidade Sustentável, Robert Wong revela como viver uma vida com propósito   Conheci Robert Wong em 1999, quando ele ainda estava presidente de uma das maiores empresas do mundo em recrutamento e seleção. Na época, eu trabalhava como jornalista da Seicho-No-Ie do Brasil e ele foi um dos palestrantes da Convenção da Prosperidade. A entrevista fluiu  maravilhosamente, e eu saí de lá encantada com a pessoa inspiradora que ele é. Depois, assisti sua entrevista no programa Mais Você, da Ana Maria Braga, falando sobre o lançamento do livro “O Sucesso está no equilíbrio”, de sua carreira de consultor, palestrante e escritor. E assim pensei: “tive o privilégio de tê-lo entrevistado também”.   Anos depois, o destino iria promover um novo encontro. Reencontrei Robert Wong na Virada Zen como um dos palestrantes do evento. Naquele dia, conversei com ele sobre a possibilidade de uma entrevista para…

Mulher maravilha volta ao lar

Todos os dias às 5 horas da manhã já acordava me sentindo cobrada e atrasada – e era apenas um dia comum de trabalho. Como sou divorciada e moro com meus dois filhos não tem divisão: todas as tarefas de casa passam por mim. Convencer os filhos a irem para escola, uniformes, lancheiras, escovar os dentes, reclamações, promessas e beijinhos apressados. Cardápio do jantar e do almoço na cabeça memorizando para ganhar tempo, lista do supermercado na bolsa, marcar dentista, ortopedista e oftalmologista para os filhos, abastecer o carro, pagar contas, ligar para o pai que andava doente, verificar as agendas escolares, pegar o livro do mestrado para ler no almoço, rascunhar o relatório sobre a reunião de ontem para o chefe, enviar uma dúzia de emails e ler outro tanto durante o café e, então, ir para a rotina diária de 13 h de trabalho. Ufaaaa…tarefas de uma mulher…

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