Postagens sobre menos é mais

Entrevista sobre Sustentabilidade para TV

Na mídia - Chirles Oliveira - 20 de outubro de 2018

 

Entrevista sobre Sustentabilidade concedida ao Programa de TV “Nosso Programa”, produzido pela RitTV, no dia 25 de setembro, data em que se comemora o Dia da Ação Global para os ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável). Continuar Lendo

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A alegria de ser simples, ecológica e econômica

Sustentabilidade - Laila Rezende - 20 de janeiro de 2017

As vantagens de uma vida simples não estão apenas em economizar dinheiro e, assim, poder trabalhar menos. Uma vida simples está intimamente ligada ao respeito pelos escassos recursos naturais do planeta Terra, que estão acabando em uma velocidade irreversível.

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Quanto amor e respeito nós temos pela Terra?

Sustentabilidade - Chirles Oliveira - 6 de setembro de 2016

Nosso planeta azul, nossa Mãe-Terra existe há 4, 5 bilhões de anos. Dá para imaginar o quanto de tempo isso significa? Já parou para pensar quanto amor e respeito nós temos pela Terra? Continuar Lendo

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O paradoxo da nossa era

Vida Saudável - Chirles Oliveira - 22 de maio de 2016

Temos casas maiores mas famílias menores; mais conforto, e menos tempo.

Temos mais diplomas, e menos bom -senso; mais conhecimento, e menos juízo;

mais remédios, e menos saúde.

Fomos até a Lua e voltamos, mas temos dificuldade em atravessar a rua para conhecer os novos vizinhos.

Construímos mais computadores que comportam mais informação,

que produzem mais cópias do que nunca, mas temos menos comunicação.

Nós crescemos em quantidade, mas encolhemos em qualidade.

Esta é a época de alimentos rápidos e digestão lenta, de homens altos e de pouco caráter;

de lucros exorbitantes e relacionamentos superficiais.

É um tempo em que há muita na janela, e nada no quarto.

Sua Santidade o 14º Dalai Lama

Texto retirado do livro Bússola Espiritual – Satish Kumar

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Permita-se, agora, por favor

Colunistas, Felicidade - Jared Amarante - 20 de maio de 2016

O que será que a vida espera de nós? O que você tem feito para ter uma existência mais feliz? Qual legado deixará para aqueles que ficam? Quantas perguntas, né? Talvez sejam difíceis as respostas, mas não impossível. Tenha coragem para se livrar daquilo que não lhe faz feliz. Não acumule estresse desnecessário. Não lamente todo dia e toda hora, pois isso pode arruinar sua energia para transformar.

Então, para hoje, permita-se, por favor.

Permita-se comer com mais calma e sentir o sabor das comidas, das frutas, das mais diferentes maneiras de preparar um alimento. Besteira? Não, isso pode lhe ajudar a perceber quantas coisas deliciosas existem que a sua pressa não permite degustar. Por isso, acalme-se. Permita-se ouvir as músicas que gosta, para senti-las, refletir sobre a letra, e deixar a melodia invadir cada poro do seu corpo, e assim perceber que a música pode amenizar. Permita-se ler o que te de prazer, só assim conseguirá ver a magia das palavras, e o quanto elas são poderosas para aliviar dores emocionais.

O que custa você se permitir a coisas tão simples, mas que podem mudar sua agitada rotina? O que custa tirar cinco minutos para observar o céu e agradecer pelo sol, lua e estrelas? Esse olhar lhe fará compreender que uma escuridão nunca dura para sempre, e que o sol se levanta para quem sabe reconhecer que existem apenas duas pessoas: as que lamentam e as que lutam. Quem é você, querido?

Feche os olhos e comece, passo a passo, a caminhar em direção aos seus maiores sonhos. Experimente essa sensação. Se permita a imaginação. Aguce seus instintos. Desperte seus pensamentos. Materialize desejos. Pequenas atitudes podem mudar uma vida, e às vezes pode mudar para sempre. Você acredita?

Permita-se ver a importância que as pessoas têm em sua vida. Permita-se abraçá-las mais. Permita-se perceber o quão bem fazem aqueles que estão ao seu lado, sejam os amigos, um grande amor, a família ou os colegas de trabalho. Cada pessoa tem um papel fundamental em nossa vida. Há uma história em cada uma delas, por isso não devemos julgar ninguém.

Permita-se arriscar, mesmo que esteja morrendo de medo, porque você nunca sabe o que lhe espera. Pessoas de sucesso tiveram mais coragem do que medo. E imagina se tivessem desistido? Não teríamos tantas descobertas na ciência como vemos hoje. Muitos gênios um dia já foram considerados tolos e, alguém, em algum momento desacreditou deles. Mas eles se permitiram.

Permita-se ser gente, e gente de carne e osso sabe que tem hora para chorar e sorrir. Desmoronar e se reconstruir. Permita-se não se culpar de tudo. Permita-se livrar-se de pensamentos que você acha serem pecados. Pecado é não se permitir. Permita-se ver que a vida é um milagre cotidiano e que você faz parte disso. Guie-se com sabedoria. Tenha calma, mas não pare. Grite se achar necessário. Volte se desejar, mas não perca seus valores. Permita-se ser quem realmente sente que é. A vida passa rápido demais para você ser um colecionador de lamentações. Então, querido, permita-se, por favor.

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Vem aí a primeira Virada Zen com mais de 600 atividades gratuitas

Sustentabilidade - Chirles Oliveira - 14 de abril de 2016

“É possível, sim, ter qualidade de vida cultivando bons hábitos como meditação, yoga e outras práticas que proporcionam o autoconhecimento e a auto-observação. Ser Zen é ter uma atitude de paz e amor para com nós mesmos e com todos ao nosso redor.” Continuar Lendo

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Hora do Planeta contra as alterações climáticas

Sustentabilidade - Chirles Oliveira - 19 de março de 2016

A Hora do Planeta da WWF vai atravessar o globo no próximo sábado, 19 de março de 2016 às 20:30 hora local, juntando indivíduos, comunidades e organizações num movimento sem precedentes, em 178 países e territórios, incluindo Portugal.

A Hora do Planeta é um movimento global contra as alterações climáticas e este ano acontece alguns meses após os governos terem encontrado um novo acordo global pelo clima.

Tal como as luzes que se apagam nas casas, nos escritórios e em monumentos emblemáticos, o maior movimento pelo ambiente do mundo irá reunir mais uma vez milhões de pessoas para fazer brilhar uma luz pela ação climática e pelo papel que as pessoas podem desempenhar nos esforços globais para combater as alterações climáticas.

“O mundo está numa encruzilhada pelo clima”, disse o Diretor Executivo da Hora do Planeta Global. “Enquanto vivemos os impactos das alterações climáticas mais do que nunca, estamos também a testemunhar um novo momentum da ação climática que transcende fronteiras e gerações. Desde as salas de estar passando pelas salas de aula até às de conferências, a população reclama ação contra as alterações climáticas. Esta décima edição da Hora do Planeta é o momento para que as pessoas possam fazer parte das soluções pelo clima.”

Texto compartilhado do  Site WWF

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Menos consumismo é igual a mais liberdade e qualidade de vida!

Sustentabilidade - Chirles Oliveira - 16 de março de 2016

16 de março é dia do consumidor, mas no lugar de ir às comprar que tal refletirmos sobre o consumismo que rege boa parte da prática da cultura do consumo? Você compra por necessidade ou desejo? Você se considera um consumidor consciente? O mundo está mudando, e há um movimento chamado de economia para transição pautada na experiência e não na posse. Há também milhares de adeptos do Movimento Simplicidade Voluntária que se inspiram no livro com o mesmo nome, de Duane Elgin.

Neste livro, o autor propõe um estilo de vida mais simples, mais próximo da natureza, com menos consumo e mais consciência pessoal, social e ambiental. Na verdade, este movimento comunga com o propósito da sustentabilidade que prima pelo equilíbrio de três aspectos: social, econômico e ambiental. Duane enfatiza que a adoção de hábitos mais simples está menos no exterior, e mais focada no interior das pessoas, em suas percepções sobre a vida.

Há vários exemplos de pessoas que mudaram seus estilos de vida e conseguiram se sentir muito mais realizadas e felizes ao optaram por ter menos coisas e mais emoções. Menos bens materiais e mais tempo para o relacionamento com a família. Vem daí a máxima de que menos é mais. Mas ela serve para as pessoas que desejam bem-estar e integridade física, mental e emocional mais do que bens materiais.
Sinto que cresce a percepção das pessoas de que uma vida com muito estresse no trânsito, no trabalho, o sedentarismo (pois nunca se tem tempo para a atividade física) e a falta de uma alimentação saudável geram muito mais insatisfação e doenças do que felicidade.  Mas mudar não é tão simples assim, e por isso que Duane Elgin afirma que a simplicidade é um ato voluntário e consciente do que realmente importa para cada indivíduo.
Quem opta por uma vida mais simples, não prioriza o consumismo e os bens materiais. Pelo contrário, valoriza o que é essencial como a saúde, a família, os amigos, o trabalho sem escravidão, sua conexão com a espiritualidade, seu lado emocional em equilíbrio com todos esses aspectos. Parece utopia, mas acredito que seja uma questão de foco. É preciso compreender o que é a felicidade para si e dirigir todos os esforços nesta direção.
Quantas pessoas nós conhecemos que mudaram seus padrões de vida por opção e que hoje se sentem mais completas e realizadas? Você conhece alguma boa história? Compartilhe conosco e demonstre como é possível fazer escolhas sábias e saudáveis.
Vou contar muito resumidamente a minha história. Depois que me curei de uma doença gravíssima em 2011, decidi trazer mais equilíbrio ao meu cotidiano.  Penso que a saúde é o meu bem mais precioso, junto com o tempo que me permite realizar as coisas que realmente gosto e acredito. Por isso, tive que fazer escolhas para conciliar meu trabalho como docente, meu relacionamento afetivo, minha alimentação e atividades físicas, minha terapia e os encontros com meus amigos.
Percebi que não adianta ter uma conta bancária recheada e ficar doente com frequência, gastando dinheiro com médicos e remédios. Compreendi que fazer um trabalho voluntário alimenta minha potência de alegria interior. Descobri que a Yoga e a meditação são fundamentais para meu equilíbrio emocional e espiritual. Experienciei que é muito melhor viajar e conhecer novas culturas do que ficar apegada ao dinheiro na conta corrente. Aprendi que perdoar e amar meus familiares e as pessoas do meu convívio me trouxe ganhos incríveis, e por fim, que cultivar a amizade é a minha maior riqueza.

Isso não é uma receita. Esse foi o meu caminho e acredito que cada um, no seu tempo, irá descobrir o seu!

Abraço fraterno!
Chirles de Oliveira
Para quem se interessar por essa literatura estão aqui algumas informações:
Título: Simplicidade voluntária – Em busca de um estilo de vida exteriormente simples, mas interiormente rico
Autor: Duane Elgin
Editora: Cultrix
Ano: 2012
Número de páginas: 208
Preço médio: R$ 31,00 (Livraria da Folha) e R$ 27,00 (Buscapé)
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Não tem graça rir sozinho: Capitalismo e novas formas de consumo.

Sustentabilidade - Sandra Almeida Silva - 11 de março de 2016

Assim começou o meu dia:

– Mãe, quanto você acha que valem esses sapatos? Só usei  4 vezes, disse minha filha.

– Eu indaguei – Por quê?

– Ela respondeu: Porque eu vou vender no brechó da faculdade via Facebook.

Três dias depois. –  Mãe:  já vendi os sapatos, obrigada, o preço estava bom, vendi rapidinho, vou entregá-los amanhã.

Esta cena tem sido recorrente em casa e no mundo hoje em dia. Preste atenção, não é modinha do momento e um padrão de consumo que está mudando o comportamento dos jovens e da sociedade.  Ainda é um movimento tímido, mas presente e tem tudo para ser a nova cara do consumo, divertido, descolado e fácil.

México, Chile e outros emergentes, (incluso Brasil) bem como os países da OCDE, organização que reúne as nações mais industrializadas do mundo estão noticiando uma desaceleração no crescimento desde o ano passado. Entretanto, países, digamos que seguem outro padrão de organização econômica, tem registrado resultados bem diferentes, por exemplo, o PIB do Vietnã cresceu 5,98% em 2014, depois do crescimento de 5,42% no ano anterior. Pesquisadores dizem que o Vietnã é um exemplo de crescimento com sucesso e igualdade, ao contrário da China que cresce com desigualdades intensas.

Nesse momento de crise é onde existem todas as possibilidades do “novo” surgir, é no caos que o novo prospera.

Você já ouviu falar de Economia Compartilhada?

Vamos imaginar a seguinte situação. Você precisa ir a São Paulo. Em vez de ficar num hotel, você decide alugar um quarto no apartamento da Cintia. Para se deslocar, você pega a bicicleta próxima ao metrô ou o carro da Adriana. Detalhe: você nunca os viu antes. Você vai num café com o Wifi livre e paga quanto quiser, o quanto acha justo pela refeição, serviço, ambientação. Sim, isso já acontece. Tudo se baseia na reputação e na rede de recomendações que surge na internet e se fortalece fora dela. E essa relação entre desconhecidos, comercial e ao mesmo tempo pessoal, em que consumidor e fornecedor se confundem, é a base da chamada economia compartilhada.

Acredita-se que o capitalismo tenha chegado ao seu fim, esgotado esse modelo de economia, em que se produz socialmente e se ganha individualmente e o resultado é apenas de alguns.  Modelo que já dá as caras de que não se sustenta, basta de tantas crises.

Então, que venha o novo, as novas economias, as trocas solidárias, comunitárias, as cooperativas, as startups, as empresas de compartilhamento como Airbnb, RelayRides, Uber, Netflix e as redes sociais Whatsapp, Facebook, Instagram, Twitter que possibilitam a informação, a recomendação, o endosso e a avaliação dos usuários e,  muitas outras realidades que ainda estão encubadas nessa geração que diz que não vale a pena dar risada sozinho.

A natureza do ser humano é viver em comunidade […]. Quem tem prazer ao compartilhar vive melhor. Leila Salomão Tardivo, professora doutora do departamento de psicologia da USP

Mas, não seria justo cuspir no prato que come? Vivemos sob esse regime do Capital por anos, gerações e nos fartamos dele até o pescoço.  Agora sejamos sinceros, dá uma olhada ao seu redor, observe-se do lado de  “fora do shopping” o mundo que vive, e por um minuto apenas, me diga:  Dá para falar mal do Capitalismo?

O consumo […] vai valorizar cada vez mais a sensação, a experiência, a socialização, a relação humana. Ricardo Abramovay, professor titular do departamento de economia da FEA-USP

Leia mais sobre esse assunto:

Revista Galileu

Projeto TAB – UOL

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Economia solidária: um jeito diferente de fazer negócio

Sustentabilidade - Sandra Almeida Silva - 11 de fevereiro de 2016

Hoje em dia fala-se muito sobre Economia solidária: um jeito diferente de fazer negócio e espero ser eu, a única solitária sobre o assunto. Confesso que não foi difícil encontrar boas pesquisas sobre o assunto, mas foi um pouco complicado pensar sobre um conceito tão simples e tão bonito.
Estamos acostumados com as complicadas coisas sobre economia tradicional e compreender esse conceito nos deixa confuso, foi assim que fiquei. Solidária ou Solitária? Mas vamos pelas beiradas já que na economia solidária a principal ideia é não complicar e sim democratizar.

Em princípio, a Economia Solidária é explicada como um modo de produção em que não há a clássica divisão da sociedade em duas partes: proprietária dominante e propriedade subalterna.   Como assim? Isso mesmo, as empresas solidárias estabelecem que todos os que detêm a propriedade necessariamente trabalham nela e, portanto, impossibilita ter uma classe que viva apenas dos rendimentos do capital sem ter trabalhado por ele.

Uau! Isso mesmo, na organização solidária, as pessoas com uma mesma produção (ex.: as rendeiras de Fortaleza) se organizam para viabilizar a melhor distribuição e divulgação dos produtos e depois de pagar as contas, o lucro é repartido igualmente para todos os integrantes da organização, são as conhecidas cooperativas.

Há outros exemplos dessas iniciativas: projetos produtivos coletivos, cooperativas populares, cooperativas de coleta e reciclagem de materiais recicláveis, redes de produção, comercialização e consumo, instituições financeiras voltadas para empreendimentos populares solidários, empresas autogestionárias, cooperativas de agricultura familiar e agroecologia, cooperativas de prestação de serviços, entre outras, que dinamizam as economias locais, garantem trabalho digno e renda às famílias envolvidas, além de promover a preservação ambiental.


 É muito interessante pensar que a prática democrática na tomada de decisões é de todos.  E o direito a voto é um fato na economia solidária, assim todos sabem o que acontece na empresa. Nesse modelo, cada trabalhador é responsável pelo que ocorre na empresa, nos prós e contras, na saúde e na doença, na alegria e na tristeza e nos lucros e nos prejuízos. O objetivo é eliminar a solidão “das partes”, o individualismo “das classes” em busca de um crescimento solidário e sustentável “de todos”.


 A expressão economia solidária  refere-se a um movimento que ocorre no mundo todo e diz respeito a produção, consumo e distribuição de riqueza, com foco na valorização do ser humano. Além da visão econômica de geração de trabalho e renda as experiências de economia solidária se projetam no espaço público, tendo como perspectiva a construção de um ambiente socialmente justo e sustentável.


Fontes: Economia solidária e educação de jovens e adultos / Sonia M. Portella Kruppa, organização. – Brasília: Inep, 2005. 104p.

Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES) –Acesso em 06.fev.20116 <http://www.fbes.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=61&Itemid=57


 

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