empatia

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Resgatando nosso altruísmo

Nascemos seres altruístas, mas conforme somos impactos pela cultura do meio em que vivemos, pelos ensinamentos dos nossos pais, pela escola, pelos amigos que vamos conhecendo, isso vai se tornando oculto, só se revelando, quando estamos ao lado de pessoas próximas, que conhecemos e que nos damos bem. O documentário “A revolução do altruísmo” ilustra bem essa questão de maneira inteligente e simples, comprovando e lembrando-nos do quanto somos seres iluminados e bondosos desde o nosso nascimento, seres que querem o bem, que se preocupam uns com os outros. Ele mostra ainda como essa corrente do bem existe, principalmente em casos de tragédia mundial, mas que não damos tanta importância e que se começássemos a ver isso, poderíamos mudar nossa forma de enxergar o mundo. Mas como resgatar esse sentimento bom em nossas vidas ou como levar isso para fora de nossa mente e transformar em realidade? – Seja empática!…

Meditar e fazer o bem nos aproxima da felicidade

Muitas pessoas pensam sobre o que as tornam felizes, mas no fundo acham complicado viver esse desejo tão intrínseco no cotidiano. Atolados pelos afazeres como trabalho, estudos, trânsito, obrigações, e até a demanda com as redes sociais, a pessoas veem o dia passar e a felicidade não chegar. Mas se a busca pela felicidade é tão antiga – datada pelas reflexões de Aristóteles (384 a.C a 322 a.C) na Grécia, que afirmava que a felicidade era o maior bem do homem -, por que parece tão complicado atingir essa tal felicidade? Aristóteles afirmava que a felicidade se expressava tanto no viver bem quanto no fazer o bem, e talvez possamos descomplicar essa busca refletindo sobre essa afirmação. Quando buscamos a felicidade pautada somente no “eu”, no “ego”, no “ID” dificilmente sentiremos a felicidade autêntica ou plena, pois estamos acolhendo apenas uma parte do viver bem! No documentário A Revolução do…

Por que falamos tanto em empatia? Por que ela é tão importante?

“Empatia é ver o mundo com os olhos do outro e não ver o nosso mundo refletido nos olhos dele” Carl Rogers. Você já se colocou no lugar do outro? Compreendeu como determinada situação afetaria este alguém? Como bem disse Carl Rogers, já olhou o mundo usando as lentes de outra pessoa? A perspectiva com que observamos os problemas e as situações varia para cada pessoa e varia com o posicionamento que tomamos na vida. Conseguir perceber o mundo pelos olhos do outro é poder enxergar o que ele enxerga em seu posicionamento, que é diferente do meu. Tome como exemplo esta fotografia. Para quem olha a estátua deste ângulo, a moça que está de pé toca os seios da outra. Mas, para quem observa a escultura de frente, perceberá que, na realidade, a moça toca o ombro da segunda mulher. As reações para cada ponto de vista serão, certamente,…

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