Postagens sobre economia solidária

O mundo precisa saber disso

Sustentabilidade - Andreia Lima - 2 de abril de 2019

Ontem, precisei fazer algumas coisas no shopping e dei de cara com uma loja de livros (até aí ok). Tinham três pessoas no momento em que entrei, e logo imaginei que aquele menino de cabelos compridos, tatuado, era o funcionário. Mas, logo depois, eu ali, distraída engolindo os livros, percebi que não tinha mais ninguém a minha volta… Continuar Lendo

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Dicas do Consumo Responsável para Presentear

Sustentabilidade - Andreia Lima - 15 de março de 2019

Você é aquela pessoa que ama alguém que tem noção da sua responsabilidade socioambiental no mundo? Bom, eu sou essa pessoa (não extremista) que gosta de causar o menor impacto dentro das possibilidades.

Em comemoração ao Dia do Consumidor, fiz um manual para VOCÊ que quer presentear uma pessoa que preza pela sustentabilidade ou para VOCÊ que ama receber presentes, mas não quer ser grosseira e também quer ganhar coisinhas que você gosta sem nenhum peso na consciência! Para isso, me basearei em alguns R’s da sustentabilidade, pois pode ser norteador para praticarmos o consumo responsável. Continuar Lendo

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Schumacher College – Uma escola sustentável

Vida Saudável - Regina Hostin - 3 de abril de 2017

De Londres até Totnes, no sudoeste da Inglaterra, são mais ou menos 3 horas e meia de viagem de trem. Mas você nem sente o tempo passar. A paisagem é linda. Aos poucos o mar e o verde vão formando um novo cenário e você entra em contato com uma outra Inglaterra. A estação de Totnes é um charme. Pequenininha. E os taxistas, simpatíssimos. Já ali você começa a se sentir em casa. Continuar Lendo

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Quanto amor e respeito nós temos pela Terra?

Sustentabilidade - Chirles Oliveira - 6 de setembro de 2016

Nosso planeta azul, nossa Mãe-Terra existe há 4, 5 bilhões de anos. Dá para imaginar o quanto de tempo isso significa? Já parou para pensar quanto amor e respeito nós temos pela Terra? Continuar Lendo

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Reis e Rainhas, despertem!

Colunistas, Felicidade - Chirles Oliveira - 13 de junho de 2016

Eu sempre gostei dos mitos.

Gostava das lendas, dos heróis, dos reis e rainhas, dos magos e dos guerreiros.

Tudo isso sempre me fascinou.

Mas tudo sempre foi muito distante de mim.

Eram histórias que aconteceram milhares de anos atrás, em terras muito distantes, com pessoas que nem sabemos se de fato existiram.

Ao mesmo tempo que fico admirado com os feitos e com o poder desses grandes nomes, dessas grandes lendas, eu olho para o povo dessa época.

Como era possível uma pessoa ter tanto poder e todas as outras se submeterem a ele?

Como era possível as pessoas aceitarem seguir um rei? Como era possível as pessoas respeitarem e aceitarem qualquer decisão de uma pessoa só?

Os camponeses desempoderados, buscando apenas a sobrevivência. E os reis vivendo e desfrutando de tudo o que o mundo tem de mais abundante.

Na escola, era isso que eu pensava. “Como eles poderiam se sujeitar a isso?”

E aí eu cresci.

Comecei a trabalhar. Tentei me virar. Tentei sobreviver. Pagar minhas contas.

E assim passaram-se anos.

E somente hoje eu percebi.

Eu me tornei um camponês.

Me tornei uma pessoa exatamente igual aqueles caras que eu não conseguia entender. Aqueles que não questionavam a autoridade dos reis. Aqueles que aceitavam a condição que lhes era imposta.

Nós nos tornamos crianças que nunca cresceram.

Crianças que esperam que o adulto cuide de nós.

Crianças que esperam ser alimentadas.

Crianças que não buscam o que querem. Que querem que o outro nos forneça.

Crianças que não lutam. Que apenas choram e esperneiam.

Crianças que esperam pela chegada de um herói.

Nos tornamos submissos a um sistema que nunca aceitamos.

Que na verdade nunca nem nos demos conta que existe.

E é hora de dizer chega.

É hora de dizer basta a essa situação.

É hora dos meninos virarem reis. E das meninas virarem rainhas.

É hora de assumirmos a nossa realeza.

Somos reis e rainhas.

Você homem, é rei do seu próprio mundo.

Você mulher, é rainha do seu próprio mundo.

Nem príncipes ou princesas. Mas reis e rainhas.

Príncipes esperam o pai morrer para se empoderarem.

Princesas esperam ser escolhidas para se empoderarem.

Reis escolhem.

Rainhas escolhem.

E é isso que somos. Essa é a nossa natureza.

Não somos submissos de uma condição que nunca aceitamos.

Somos muito maiores que isso.

Somos donos de tudo isso. Somos a natureza. Somos a terra, o mar, o ar e a água.

É hora de recuperarmos o nosso poder.

Aceite seu poder.

Cuide da criança ferida para que ela se cure e cresça.

E ao crescer, ela vai se empoderar. A criança que vive em você vai virar um adulto empoderado.

E é aí que você consegue viver a sua vida.

Somente aí é que você vai poder viver a vida que veio para viver.

Reinar o mundo que você veio para reinar.

Reis e Rainhas, despertem!

Texto compartilhado em parceria com o site Nowmastê

 

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Hora do Planeta contra as alterações climáticas

Sustentabilidade - Chirles Oliveira - 19 de março de 2016

A Hora do Planeta da WWF vai atravessar o globo no próximo sábado, 19 de março de 2016 às 20:30 hora local, juntando indivíduos, comunidades e organizações num movimento sem precedentes, em 178 países e territórios, incluindo Portugal.

A Hora do Planeta é um movimento global contra as alterações climáticas e este ano acontece alguns meses após os governos terem encontrado um novo acordo global pelo clima.

Tal como as luzes que se apagam nas casas, nos escritórios e em monumentos emblemáticos, o maior movimento pelo ambiente do mundo irá reunir mais uma vez milhões de pessoas para fazer brilhar uma luz pela ação climática e pelo papel que as pessoas podem desempenhar nos esforços globais para combater as alterações climáticas.

“O mundo está numa encruzilhada pelo clima”, disse o Diretor Executivo da Hora do Planeta Global. “Enquanto vivemos os impactos das alterações climáticas mais do que nunca, estamos também a testemunhar um novo momentum da ação climática que transcende fronteiras e gerações. Desde as salas de estar passando pelas salas de aula até às de conferências, a população reclama ação contra as alterações climáticas. Esta décima edição da Hora do Planeta é o momento para que as pessoas possam fazer parte das soluções pelo clima.”

Texto compartilhado do  Site WWF

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Não tem graça rir sozinho: Capitalismo e novas formas de consumo.

Sustentabilidade - Sandra Almeida Silva - 11 de março de 2016

Assim começou o meu dia:

– Mãe, quanto você acha que valem esses sapatos? Só usei  4 vezes, disse minha filha.

– Eu indaguei – Por quê?

– Ela respondeu: Porque eu vou vender no brechó da faculdade via Facebook.

Três dias depois. –  Mãe:  já vendi os sapatos, obrigada, o preço estava bom, vendi rapidinho, vou entregá-los amanhã. Continuar Lendo

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Economia solidária: um jeito diferente de fazer negócio

Sustentabilidade - Sandra Almeida Silva - 11 de fevereiro de 2016

Hoje em dia fala-se muito sobre Economia solidária: um jeito diferente de fazer negócio e espero ser eu, a única solitária sobre o assunto. Confesso que não foi difícil encontrar boas pesquisas sobre o assunto, mas foi um pouco complicado pensar sobre um conceito tão simples e tão bonito.
Estamos acostumados com as complicadas coisas sobre economia tradicional e compreender esse conceito nos deixa confuso, foi assim que fiquei. Solidária ou Solitária? Mas vamos pelas beiradas já que na economia solidária a principal ideia é não complicar e sim democratizar.

Em princípio, a Economia Solidária é explicada como um modo de produção em que não há a clássica divisão da sociedade em duas partes: proprietária dominante e propriedade subalterna.   Como assim? Isso mesmo, as empresas solidárias estabelecem que todos os que detêm a propriedade necessariamente trabalham nela e, portanto, impossibilita ter uma classe que viva apenas dos rendimentos do capital sem ter trabalhado por ele.

Uau! Isso mesmo, na organização solidária, as pessoas com uma mesma produção (ex.: as rendeiras de Fortaleza) se organizam para viabilizar a melhor distribuição e divulgação dos produtos e depois de pagar as contas, o lucro é repartido igualmente para todos os integrantes da organização, são as conhecidas cooperativas.

Há outros exemplos dessas iniciativas: projetos produtivos coletivos, cooperativas populares, cooperativas de coleta e reciclagem de materiais recicláveis, redes de produção, comercialização e consumo, instituições financeiras voltadas para empreendimentos populares solidários, empresas autogestionárias, cooperativas de agricultura familiar e agroecologia, cooperativas de prestação de serviços, entre outras, que dinamizam as economias locais, garantem trabalho digno e renda às famílias envolvidas, além de promover a preservação ambiental.


 É muito interessante pensar que a prática democrática na tomada de decisões é de todos.  E o direito a voto é um fato na economia solidária, assim todos sabem o que acontece na empresa. Nesse modelo, cada trabalhador é responsável pelo que ocorre na empresa, nos prós e contras, na saúde e na doença, na alegria e na tristeza e nos lucros e nos prejuízos. O objetivo é eliminar a solidão “das partes”, o individualismo “das classes” em busca de um crescimento solidário e sustentável “de todos”.


 A expressão economia solidária  refere-se a um movimento que ocorre no mundo todo e diz respeito a produção, consumo e distribuição de riqueza, com foco na valorização do ser humano. Além da visão econômica de geração de trabalho e renda as experiências de economia solidária se projetam no espaço público, tendo como perspectiva a construção de um ambiente socialmente justo e sustentável.


Fontes: Economia solidária e educação de jovens e adultos / Sonia M. Portella Kruppa, organização. – Brasília: Inep, 2005. 104p.

Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES) –Acesso em 06.fev.20116 <http://www.fbes.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=61&Itemid=57


 

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*Banco de imagem by Pixabay

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