Postagens sobre consumo sustentável

Schumacher College – Uma escola sustentável

Vida Saudável - Chirles Oliveira - 3 de abril de 2017

Por Regina Hostin*

Viagem de estudos

De Londres até Totnes, no sudoeste da Inglaterra, são mais ou menos 3 horas e meia de viagem de trem. Mas você nem sente o tempo passar. A paisagem é linda. Aos poucos o mar e o verde vão formando um novo cenário e você entra em contato com uma outra Inglaterra. A estação de Totnes é um charme. Pequenininha. E os taxistas, simpatíssimos. Já ali você começa a se sentir em casa. Continuar Lendo

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Que venha o outono com sua riqueza e sabedoria

Sustentabilidade - Chirles Oliveira - 22 de março de 2017

Que saibamos apreciar a riqueza de cada estação e o novo ciclo

É tempo de observar a natureza. Observar os ciclos da terra. Observar a sabedoria das árvores e a riqueza do solo. Que recebamos o outono com sua riqueza e sabedoria.

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A Carta do Cacique Seattle, em 1855

Sustentabilidade - Chirles Oliveira - 16 de dezembro de 2016

Em 1855, o cacique Seattle, da tribo Suquamish, do Estado de Washington, enviou esta carta ao presidente dos Estados Unidos (Francis Pierce), depois de o Governo haver dado a entender que pretendia comprar o território ocupado por aqueles índios. Faz mais de um século e meio. Mas o desabafo do cacique tem uma incrível atualidade. A carta: Continuar Lendo

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#Oquefazvocêfeliz? Vamos analisar esta questão?

Sustentabilidade - Chirles Oliveira - 16 de fevereiro de 2015

Será que precisamos realmente de tudo o que compramos? No filme “Os delírios de consumo de Becky Bloom”, vemos uma representação, de certa forma bem humorada, do “american way of life“, ou melhor, do estilo americano de viver. Mas, claro, não é uma representação apenas da sociedade americana. Esse estilo está disseminado de forma global e várias culturas baseiam-se nessa corrida  às compras desenfreadas como sinônimo de alívio de tensões, prazer e satisfação.

Trabalhamos duro, suamos a camisa para ter momentos de satisfação nas compras. Exagero ou realidade? Compras, cartões de crédito, impulsos, vitrines, foco na aparência. Armadilhas bem estimulantes vendidas como propagadoras de felicidade. Ou, ainda, como qualidade de vida.

Sim, somos envolvidos desde crianças pela cultura do consumo, no universo de shopping, lojas, moda, modismo, gostos e não gostos. Influências vindas de nossa casa, da escola, dos amigos, dos meios de comunicação, do cinema, enfim, de todos os tipos de estímulos. E é assim que funciona há séculos e continuará funcionando. Mas eis que chega um momento em que fazemos outras conexões, reflexões e opções.

E quando me pergunto o que me faz feliz? Certamente, respondo que não é o poder das compras. Pois felicidade para mim está ligada a outro tipo de percepção. Está ligada a uma realidade interior, que dá vontade de apreciar o belo, seja a arte ou a natureza, dá vontade de compartilhar com o outro as melhores experiências que podemos sentir.

Felicidade tem a ver com paz de espírito, com alegria, com quietude, com gratidão, com vitórias sobre nossos impulsos, com crescimento pessoal, espiritual e até profissional. A felicidade vem do nosso interior e das nossas descobertas. Vem da nossa missão e propósito de vida.

A riqueza da vida está no poder das nossas escolhas. E, sim, podemos fazer boas escolhas, escolhas conscientes, diferentes, e que nos provoque uma satisfação mais plena.

Abraço fraterno!

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Entendendo como tudo começou…

Sustentabilidade - Chirles Oliveira - 16 de fevereiro de 2015

O discurso da sustentabilidade, oriundo de grupos minoritários até então ─ambientalistas, militância anticorporação, movimentos sociais, etc. ─ começa a ocupar espaço privilegiado, conquistar a grande mídia e a agenda internacional, sobretudo, a partir da conferência ECO-92. Ao entrar para o mainstream, a sustentabilidade desponta como nova tendência, capaz de influenciar as ações de governos, empresas e indivíduos. Nossa correlação com o meio ambiente fica cada vez mais evidente e ignorar esse fato é uma missão quase impossível. Afinal, estamos sentindo na pele todos os efeitos das mudanças climáticas.

Nesse contexto, o discurso da responsabilidade social empresarial e do consumo dito consciente pode ser entendido como estratégia de negócio e de fortalecimento da imagem corporativa e reputação das organizações. A busca por melhor visibilidade da marca pós-moderna fez com que algumas empresas ocupassem papel mais social e investissem em ações outras, que valorizassem sua imagem institucional, criando projetos que atendam aos anseios dos stakeholders e da opinião pública e sigam as tendências socioculturais (SEMPRINI, 2006).

Podemos, por isso, perceber que estamos diante de uma sociedade civil mais organizada e que o consumidor assume também o papel de cidadão ativo ao reclamar seus direitos, não comprar peles de animais em extinção, por exemplo, privilegiar a aquisição de materiais orgânicos, não adquirir produtos de empresas que exploram mão de obra infantil ou que provocam desgastes ambientais.

Assim, analisamos o consumo não como ato de compra apenas, mas como mediador das relações sociais quando não somente consumimos objetos, serviços e símbolos, mas, por meio do consumo, significamos nossos valores e nos distinguimos na sociedade (CANCLINI, 2008).

Referências Bibliográficas
CANCLINI, Nestor Garcia. Consumidores e cidadãos: conflitos multiculturais da globalização. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 2008.

SEMPRINI, Andrea. A marca pós-moderna: poder e fragilidade da marca na sociedade contemporânea. São Paulo: Estação das Letras Editora, 2006.

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