Postagens sobre amar

Uma vida feliz é construída com boas relações

Felicidade - Chirles Oliveira - 28 de junho de 2018

Depois que comecei o blog Felicidade Sustentável, parece que a felicidade resolveu inundar a minha vida. Que coisa boa, não é mesmo?! Mas, deixa eu explicar melhor …para onde olho me deparo com o tema Felicidade…são livros, projetos independentes, comunidades no Facebook, contas no Instagram, famosos como é o caso da Bruna Lombardi que está lançando o portal Rede Felicidade, ou seja, parece que o mundo vive intensamente essa busca pela tão sonhada felicidade.
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Respire, mude, coragem para ser feliz

Colunistas, Felicidade - Jared Amarante - 5 de maio de 2017

Você vai continuar agindo assim até seu último dia? É isso mesmo o que escolheu para sua vida inteira? Que sentido você encontra no que está procurando, fazendo, pensando e sentindo? Escolher mudar, sem dúvidas, nos traz rupturas, medos, confusão e, muitas vezes, bastante sofrimento, porque se conformar é sempre mais fácil.
 
Mas será que não é de uma mudança que você precisa?
 
Nem toda transformação pode ser ruim. O que custa arriscar? Às vezes, mesmo nas inquietações, é preciso deixar a tranquilidade aparecer, porque nunca saberemos o que existe atrás do medo.
 
Muitos, após anos de insatisfação, começam a trocar o trabalho que lutou para conquistar, mas que já não lhe traz mais prazer. Terminam o relacionamento de décadas porque já não sentem que essa é a pessoa a qual gostariam de envelhecer ao lado. Retiram sonhos do armário do conformismo e vestem como roupas da coragem. Afinal, renovar-se pode salvar uma existência. Será que a sua não precisa disso?
 
Há dias, ou quase todos, em que sentimos falta de explorar nossa criatividade e liberdade, não é mesmo? Quem nunca se sentiu asfixiado pelo passado? Desta forma, o que estamos esperando para mudar? Mudanças tão profundas podem gerar lágrimas e sorrisos, desconforto e libertação, paz e confusão, mas não podem se comparar ao sentimento de pertencimento de si mesmo, o que faz todo sentido, mesmo sofrendo muito no início da mudança, para ter a sensação de que você não está existindo, e sim vivendo. E viver, por vezes, pode significar deixar ir tudo aquilo que há anos “pareceu” ser o sentido da sua vida. Apenas pareceu.
 
Sendo assim, se arrisque a trocar a música que sempre toca em seu carro. Outras canções podem fazer bem aos ouvidos e ensinar novas formas de dançar, por isso relaxe. Se permita conhecer novas pessoas, pois quase sempre elas têm muito a ensinar. Sinta-se capaz para estudar algo novo, porque isso pode lhe trazer imenso prazer. Use suas roupas mais bonitas para ir a qualquer lugar, pois você não sabe se terá oportunidade de usá-las amanhã.
 
Mas, diante disso, quais são seus reais medos? O que acontecerá se você ouvi-los? E o que poderá ganhar se ignorar seus temores? Será que você vai refletir, agora, sobre essas perguntas?
Lembre-se que você é a única pessoa responsável por ser feliz. Então, não se prenda demais para que um dia, caso lhe digam adeus, você não desista de seus sonhos e projetos. Saiba que ser feliz implica em arriscar, fazer, testar, experimentar e, por fim, descobrir se é aqui ou ali aonde você desejar estar.
 
Mas, nunca desista de estar em paz. Ao invés de se perguntar o porquê dos acontecimentos, procure o aprendizado que eles trazem, mesmo que seja nas perdas e sacrifícios. Algumas mudanças são impostas pela vida, ou seja, alguém que não quer mais estar conosco ou alguém que faleceu. Mas nunca, leram bem? Nunca nos esqueçamos do que diz Viktor Franki: 

Quando um ser humano tem um “para que” pode atrevessar qualquer “como” 

 
E você, para onde está indo?  
 
*banco de imagem Pixabay
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Demonstre, ou perderá seu amor

Felicidade - Jared Amarante - 31 de março de 2017

A gente sempre se pergunta o porquê de algumas pessoas serem completamente diferentes do que imaginamos. E aí fica a sensação de que o ruim é criar expectativas. Mas viver sem elas não seria, talvez, uma forma de negar o que sentimos? Mas , fique atento: demonstre, ou perderá seu amor! Continuar Lendo

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Pela busca de uma felicidade sustentável

Felicidade - Camila Napolitano - 8 de fevereiro de 2017

Estava eu num dia de sábado comum procurando um filme para assistir e resolvi ver um chamado “Um anel para você”, pois decidi que queria algo mais leve, nada que me fizesse pensar em coisas mais densas, intensas, afinal, todo mundo tem os dias que só quer distrair, não é mesmo?

Pois bem, o filme me deu o que eu queria, romance, comédia, mas aí veio a mensagem, desculpem aqui pelo spoiler, o filme nos passa uma mensagem do quanto estamos sempre esperando para sermos feliz.

Esperamos o emprego perfeito, esperamos o príncipe encantado, esperamos quitar nossas dívidas, esperamos…Estamos sempre esperando, pois afinal quando tal coisa acontecer, eu serei feliz!

Mas e o hoje? Estamos felizes? Você, você que está lendo esse texto, seu dia foi feliz? Independente de todas as suas expectativas para o futuro, você fez o que desejava fazer? Ou só fez algo para seu futuro?

Sabe aquela frase de que normalmente depois dos 17 anos, a vida voa? Existem várias teorias para explicar o porquê disso acontecer, mas eu tenho minha própria teoria, que não invalida as anteriores, mas que pode nos fazer pensar também, será que não é porquê depois dos 17 começamos a corrida contra o tempo, paramos de viver o presente, para nos concentrar somente em “amanhã, isso irá acontecer!”

Pensar que o tempo passa muito rápido pode parecer triste, pois nos faz pensar que não aproveitamos o presente, não aproveitamos tanto que ele já foi embora e se tornou passado.

Somos criados com a ideia de que precisamos pensar em amanhã, como se o hoje não fosse tão importante, mas quando Renato Russo diz:

“É preciso amar as pessoas
Como se não houvesse amanhã
Porque se você parar pra pensar
Na verdade não há”

Ele está sendo pragmático em dizer a verdade, verdade essa que cantamos por aí, mas não pensamos nela inserida em nossa realidade do dia-a-dia.

Não nego que é preciso planejar o futuro, lógico que precisamos pensar em nossos sonhos e em como alcançá-los, mas que felicidade é essa que buscamos tanto e que depende de outra coisa para conquistá-la?

Que felicidade é essa que é tão esperada, tão esperada que quando conquistamos tal coisa, ela não vem? Nada é mais inconstante do que procurar uma felicidade que pode nunca chegar, afinal, se pensarmos que seremos felizes apenas quando arrumarmos aquele emprego ou quando casarmos e tivermos 4 filhos, e se isso não for conquistado, não seremos felizes? Isso não seria justo, não é mesmo?

Torço para que todos nós sejamos felizes hoje, amanhã,  que a nossa felicidade seja sustentável, ou seja, que ela mantenha-se constante, instável, independente de alguns amargos que apareçam em nossa vida.

Deixo nesse texto uma reflexão diária que eu mesma também farei:

Você está sendo feliz? Ou está esperando algo chegar?

Se você chegar à conclusão de que não é feliz, mas quer mudar isso, entenda que ser feliz é algo que acontece de dentro para fora e não ao contrário!

Busque dentro de você e irá encontrar!

Texto escrito por Camila Napolitano, jornalista, escritora do Projeto Plante Amor

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Que venha a era do encontro! Cansei das velhas histórias!

Felicidade - Chirles Oliveira - 1 de dezembro de 2016

Um dia na história da civilização, criaram uma versão de mundo de que somos seres separados. Nós acreditamos e evoluímos nessa direção racional, materialista, mecanicista e desconectada. Mas a história da separação é uma inverdade, pois Todos Somos Um.

Tenho observado de que estamos vivendo um tempo de transição. Transição na política, na economia, nas relações com o outro e com a natureza. Como afirmou Charles Eisentein, em sua palestra no Sesc da Vila Mariana, no último dia 23 de dezembro, a próxima história será da Era do Encontro, das relações pautadas nos valores e no propósito de vida, na abundância e na interconexão,  no cuidado e no coração. Essa nova era cultural está baseada na consciência, na reflexão, na colaboração, na comunhão dos corações.

Então, para adentrarmos nesse novo tempo, permitamos – nos curar do desamor; permitamos – nos curar dos medos da escassez; permitamos- nos curar com a força da natureza que nos conecta com o sagrado que habita em nós. Essa força está no mar, nas montanhas, nas florestas, nas águas, no ar, nas flores, nos animais, insetos e na plantinha que está na minha janela ou na minha sala.

Há muita sabedoria no viver natural, na simplicidade elegante;

Há muita cura na entrega à natureza;

Há muita vida para se viver em plenitude na Era do Encontro;

E toda essa escolha depende de nós, das nossas reflexões que gerarão escolhas conscientes. Sejamos transparentes com o que pensamos!

Ao ouvirmos a voz do coração estaremos prontos para servir às pessoas, para vivermos com o propósito da nossa alma, em comunhão, em conexão com todos e com o Todo. Eu topo abrir espaços em mim para que essa expressão do amor se manifeste. Vamos juntos nessa?

Nós iremos construir a Era do Encontro por meio das nossas atitudes no Agora. Usemos então nossa força mental, espiritual, emocional, afetiva para promover as mudanças que queremos ver no mundo.

 Você ouve a voz do seu coração?

Você permite dizer sim para aquilo que tem significado para você? Ou ainda está preso às convenções e a história da separação que nega seu verdadeiro chamado? Dizer um NÃO com alma e inteireza é melhor do que dizer um sim relutante, irreal, sufocante.

Precisamos respirar e nos perguntar. Com o que quero me conectar? O que eu realmente quero? O que traz sentido para minha vida? Como posso fazer algo significativo para mim e para o coletivo?

Quantas vezes negligenciamos nosso querer genuíno (não do ego), porque o outro não está na mesma sintonia?

Quantas vezes bloqueamos nossos talentos porque damos ao outro o poder de castrar nossos sonhos?

Quantas vezes nossas crenças do passado (ou da velha história contada há séculos) minam nossa energia de realização e nos impede de acessar o presente momento com inteireza?

Quando estamos na sintonia da reclamação da vida, do trabalho, do amor, estamos identificados com um passado de medos e de ignorância e talvez, seja a hora certa para mudar com o coração.

Por que culpamos os outros pela nossa infeliz situação? Por que dar tanto poder ao outro se a vida não é dele?

Por muitos anos me identifiquei com vários fatos do passado, neguei algumas dores, reneguei minha sombra e dessa forma, sofri com elas, pois as carreguei comigo como verdades imutáveis. Demorei quase uma vida para entender como transformar dor em amor, tristeza em força interior, frustrações em aprendizado para recomeçar com coragem para viver diferente.

A busca pelo autoconhecimento é a chave para vivermos a Era do Encontro, mas na maioria das vezes, nossas dores, culpas, desculpas, medos, mágoas, ou seja, nossas máscaras protetoras retardam e nos impedem de acessar nossa verdade maior, a verdade do amor, a voz do nosso coração.

Não é negando as dores que iremos solucioná-las. Somente quando mergulhamos nelas, enfrentamos os conflitos da nossa alma perdida. E aí começa o processo de perdoar, amar e agradecer, transformando as sombras em luz.

Ah, sei que não é nada fácil, sei que esse mergulho é revelador de sombras, mas nada melhor do que a liberdade depois desse trabalho de reconexão do eu. Ah, e também essa limpeza faz parte de um processo, que pode ser rápido, lento, eterno…só depende da nossa permissão consciente.

Convido a todos a abrirem mãos do sofrimento que carregam por dias, meses, décadas, vidas! Você quer continuar a ser vítima ou deseja ser protagonista da sua jornada!?

Não há receita, mas há o caminho do autoconhecimento aliado com o poder do seu coração! Então, medite, acredite, confie, esteja presente, vá em frente e dê vazão a sua VOZ interior! Coisas boas acontecerão com certeza!

Como afirma a querida Monja Coen:

“Não há uma pessoa má, um país inimigo. Existem situações frutos da ganância, raiva e ignorância: os três venenos que atacam o ser humano.

Contra a ganância, existe a doação: em vez de querer mais e mais, passamos a compartilhar, a doar. Contra a raiva: a compreensão, a compaixão e a tolerância. Contra a ignorância: a sabedoria iluminada”.

Assim seja! Assim É!

Abraços Fraternos! Namastê!

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O caminho do despertar…aos poucos e sempre!

Vida Saudável - Chirles Oliveira - 24 de novembro de 2016

No dia 9 de novembro passado escrevi esse texto e publiquei na minha página pessoal do Facebook sobre meu aprendizado nos últimos tempos. Sobre o caminho do meu despertar…que foi aos poucos, mas contínuo! E continuo nessa jornada! Continuar Lendo

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Depois do amor-próprio

Colunistas - Chirles Oliveira - 28 de outubro de 2016

Já pensou no dilema que vivemos, todos os dias, ao acordarmos e ligarmos a televisão, comprarmos uma revista ou, simplesmente, assistirmos um vídeo no youtube? Essas mídias, as pessoas, as ocasiões, o mundo, o capitalismo, a disputa, tem feito com que, rotineiramente  e, incansavelmente, nos sintamos perdidos e incompletos, ou seja, nos bombardeiam com dicas de como melhorar isso, aquilo e, por fim, deixamos de nos amar para ser mais uma cópia.

Diante de tantas coisas ditas e soluções instantâneas, acabamos por nos sentir distantes de nós, obrigando o próprio corpo a seguir a ultima tendência, mesmo quando, no fundo, achamos aquilo careta e estranho. Mas quem quer, nesse mundo tão moderno, se sentir excluído do grupo dos capitalistas, egocentristas e exibicionistas?

A todo momento estão nos dizendo como se vestir, como falar, como agir. Mas será que isso não machuca nossos sentimentos? Será que não perdemos nossa originalidade? Será que somos meros reprodutores? Será que alimentamos um capitalismo selvagem? Será que somos obedientes demais às propagandas? Qual o nosso maior medo? Ser o que se tem vontade, mas temer pelo que vão dizer ou ser o que seu coração tem vontade e temer, no fundo, não encontrar forças para prosseguir e se sentir um estranho?

Não podemos viver margeados pelo que a sociedade acredita ser o melhor, porque isso pode destruir potenciais. Cada um tem sua identidade, propósitos, sonhos, angustias e beleza. No entanto, se permanecermos vivendo de acordo com o que nos é apresentado, sem dúvidas, não nos aceitaremos e viveremos uma vida sem nós! Poucas coisas são tão tristes!

Quando seguimos demais o que impõem, no fundo, nos tornamos superficiais, e em algum momento isso ficará tão visível que talvez não haja mais tempo de construímos nossas verdades, o que é lamentável, pois cada ser humano, no cenário da vida, é único e capaz de transformar sua existência. Por que, então, você insiste em ser mais um na multidão?

Há coisas que só você pode fazer por si. Por isso, por favor, não espere alguém dizer como você deve caminhar. Porque a humanidade, de alguma forma, está doente, buscando nos braços dos outros uma aceitação, uma comparação, um amor que já existe, mas que é deixado de lado por acreditar que apenas somos bons o suficiente se alguém nos disser isso. E, por favor, isso não é verdade! Então, se ame!

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SEJA MAIOR QUE SUA DOR

Colunistas - Jared Amarante - 14 de outubro de 2016

O quanto temos aprendido com as quedas? Quantas vezes queremos desistir diante do primeiro não? Por que estamos, assim, tão cansados? Por que a tristeza tem aumentado ao invés da coragem? Por que, agora, você não começa a caminhar longe das coisas e pessoas que lhe magoaram tanto? Seja maior que sua dor

É preciso olhar para trás, mas sem o desejo de voltar. Porque a vida acontece quando nos permitimos. Porque quando perdoamos, trazemos oxigênio para alma. Quando damos a liberdade aos outros, evitamos sofrimentos maiores. Quando acreditamos em um sonho, nutrimos mais energia positiva. Quando resistimos às mudanças, perdemos grandes oportunidades de mudarmos nossa história para sempre.

Será que você não está passando por isso?

Por mais tempestades que tenhamos enfrentado, simplesmente, temos que ser mais fortes do que a dor que nos invadiu. Porque a vida é feita para os fortes, e não podemos ser vítimas de todas as situações do dia a dia.

Se nos virem com indiferença, continuamos a mostrar nosso melhor. Se nos humilharem, continuemos de pé. Se nos entregam o vazio, continuemos a oferecer conteúdo. Se nos pedem para deixar de ser o que somos, continuemos a nos amar. Se nos falam que não somos bons o suficiente, continuemos em orações.

Não deixe de acreditar que você é único responsável por ficar chorando ou limpar a visão. Ser feliz é uma questão de vontade, de escolha!

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Para viver a dois, antes, é necessário ser um

Colunistas, Felicidade - Jared Amarante - 30 de setembro de 2016

Que todos desejamos assistir a um filme com alguém debaixo da coberta, isso é fato. Mas e quando as cenas do enredo são tão tristes quanto a insegurança que a companhia traz? E quando não sabemos o real motivo de não nos satisfazermos em assistir sozinhos? Seria esse um mal-estar do frágil coração? Diríamos que, para simplificar esse possível medo de estar só, revelam-se, no dia a dia, entregas prematuras, que geram mal-estar à alma, desaguando no corpo.

Aqui, pretende-se falar sobre os nossos sentimentos, uma vez que eles determinam o que há no coração. Ah, sim… Mas e se houver dentro de nós uma pessoa que queiramos chamar de tesouro? Poderia ser ela mais valiosa que o amor-próprio?

Há quem diga que essas perguntas podem ser respondidas com mil argumentos. No entanto, prefiro apostar na ideia de que somos um oceano, e que nem todos os que nos acompanham terão disposição para mergulhar, porque alguns nasceram apenas para ficar à margem, isto é, trazem-nos a percepção de força, que nada é mais do que olharmos para nós e percebermos que, se o outro quer ir, é seu esse direito, mas não é meu o direito de desistir de mim, achando que sem o outro – que é apenas o outro -, não serei feliz.

Todavia, diante do que discorri, não pretendo colocar o amor no banco dos réus, mas as milhões de formas como chamamos esse sentimento, ou seja, há pessoas chamando noites avulsas de sexo, de amor à primeira vista, enquanto outras chamam a companhia da balada de príncipe encantado. Ah, e tem aquelas que ainda dizem, após uma semana de contato, que já não vivem mais sem a outra parte da laranja. E olha que, às vezes, a laranja é limão.

Acredito que cada um tem o direito de escolher onde deseja ancorar seu barco, isto é, entregar seus sentimentos, o que precisamos saber é até quando nosso barco precisa ficar na encosta para amadurecer. Mas e se isso não acontecer? Teremos coragem de nos retirar do cenário ou viveremos “ancorados” – dependentes -, por medo da solidão?

Sei que é importante amar, mas mais importante ainda é sentir que alguém nos ama tal como amamos a nós mesmos, porque hoje – sem sensacionalismo, mas coerência -, estamos na época cujas pessoas estão preocupadas em se relacionar, mas, em contrapartida, estamos também rodeados por aquelas que querem apenas o momento. Eis então a mais significativa solução: refletir. Sendo assim, perante todo esse horizonte sentimental vale lembrar do que Fernando Pessoa disse:

Para viver a dois, antes, é necessário ser um.

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E quando não recebemos amor?

Colunistas, Felicidade - Jared Amarante - 23 de setembro de 2016

Não importa o quanto tenhamos amor por alguém se esta pessoa não nos quer. Não importa o quão extensos sejam nossos desejos se a pessoa “amada” não nos quer. Não importa o tamanho e a força das nossas esperanças se o outro não se importa. Sabe o que é? Não podemos forçar ninguém a ser como gostaríamos, né? E a pergunta ressoa: o que fazer quando não recebemos amor?

Essa é uma verdade cruel de aceitar, mas a vida não é assim? Nunca saberemos se um relacionamento vai dar certo ou não, por isso precisamos correr o risco. Mas até quando? Por toda a vida, eu diria. Até mesmo porque cada pessoa é diferente. Ou será que ter medo de sofrer e ficar paralisado é, também, uma forma de negar o amor?

Precisamos parar com tanta idealização, pois expectativa sem sabedoria pode ferir. Mas como viver sem expectativas? Calma, não se trata de deixar de viver ou se relacionar, e sim de ter passos mais lentos, compreendendo que cada um tem uma forma de ser, de sentir, de demonstrar. Por que, então, nos desesperamos tanto?

O amor verdadeiro, sinceramente, só existe na reciprocidade, porque o contrário disso é absolutamente desgastante e desumano. Por isso, saiba ter paciência em um relacionamento, mas não aceite tudo. Saiba agradar, mas espere receber o mesmo, ou alguma coisa está errada. Saiba reconhecer as qualidades, sem ter que apontar os defeitos do outro em todas as brigas. Saiba ir embora se for necessário. O amor não existe nas migalhas.

Não se deve insistir quando o outro não quer. Não se trata de ser fraco, mas de ter amor-próprio. Olhe bem as coisas e você perceberá que quando alguém quer ir embora, esse, aos poucos, vai deixando de ligar, de perguntar do seu dia, de dizer que está com saudade, de demonstrar, até que um vazio se instala.

E aí você começa, depois de muitas tentativas, a cansar e decide ir embora, pois não aguenta sofrer por alguém que não tem olhos voltados para você, seus sonhos e sua vida. Desta forma, só se pode entender que o amor mais lindo é aquele retribuído, ou não fará bem.

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