Postagens sobre a tal felicidade

Como encontrar a felicidade em meio ao caos

Felicidade - Carolina Zambelo - 10 de maio de 2019

Já faz um tempo que Chirles me convida para estrear como colunista do Felicidade Sustentável. Mesmo transbordando de alegria, não me sentia apta a escrever sobre o assunto, uma vez que há meses venho mergulhada no mais profundo caos e confusão emocional. Pensei: “Como posso incentivar alguém a buscar sua felicidade, se eu mesma estou mais perdida que o cachorro que caiu da mudança?”. Mas sua última mensagem coincidiu com alguns acontecimentos que me convidaram ao recolhimento. O resultado desse processo é o meu primeiro texto. Continuar Lendo

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O Paraíso Somos Nós: o sonho de Eva

Felicidade - Carol Gaertner - 25 de abril de 2019

O sonho de eva não era ser costela de Adão. eva pequena sonhava ser Eva. Bonita. Inteligente. Musa. Famosa. Ganhadora do Oscar.
Talvez uma repaginada versão de Julia Roberts lhe cairia bem, mas não como “Em um lugar chamado Nothing Hill”, repleta de tietes impetuosos. Eva estava mais para “Comer, rezar e amar”.

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Carnaval, um estado de espírito – 50 tons de felicidade

Felicidade - Carol Gaertner - 4 de março de 2019

Desde cedo, na infância, tenho um fascínio enorme por toda magia que envolve as pessoas durante os quatro dias de folia do Carnaval. Justamente porque são nesses dias que a vida se torna, literalmente, uma festa contagiante. Ela é celebrada, sorvida gota a gota, desperdícios zero. A rotina se quebra, fantasias ganham movimento. Espaços se abrem para um baile de cores e muita purpurina. A felicidade se encontra em plena avenida, seja como passista, mestre-sala ou rainha da bateria. E o bloco da alegria invade os bairros, deixando a cidade com uma cara de menina travessa. Continuar Lendo

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Eu sei que está doendo

Felicidade - Jared Amarante - 29 de janeiro de 2019

Queria te dizer que sei o quanto deve estar doendo aí dentro. Sei também que você lutou muito para chegar até aqui, mas ainda tem feridas abertas. Mas sei, ainda mais, que você não precisa olhar apenas para o tamanho desse machucado. Porque se tudo que for capaz de ver for a sua dor, infelizmente, não enxergará mais nada. Continuar Lendo

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Conjugar o verbo viver (de forma mais leve)

Felicidade - Regina Hostin - 24 de janeiro de 2019

Como seria conjugar na prática o verbo viver em 2019 de uma forma mais leve? Pensei em algumas sugestões, pois como diz Dalai Lama “A felicidade não é algo que vem pronto, é um resultado de suas ações”. E nós somos responsáveis por nossas escolhas, então bora viver de forma mais leve? Continuar Lendo

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O jeito Harvard de ser feliz

Livros - Chirles Oliveira - 29 de setembro de 2018

O que você acha da frase “Você não precisa ter sucesso para ser feliz, mas precisa ser feliz para ter sucesso”?

Para o autor Shawn Achor, professor do curso mais concorrido da universidade de Harvard, essa frase desmistifica de que precisamos ter sucesso para depois  sermos felizes. Ele simplesmente inverte a afirmação e diz que pessoas felizes é que atraem o sucesso. Continuar Lendo

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A vida está passando. E como você está?

Felicidade - Jared Amarante - 21 de julho de 2017

Fico olhando para as coisas ao redor enquanto minha mente, talvez a sua também, se pergunta o que estamos fazendo aqui e por quanto tempo estaremos de olhos abertos. A vida é essa coisa mágica, inexplicável, mas rápida. Fugaz o suficiente para nos deixar inquietos acerca de como temos visto a existência passar. Continuar Lendo

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Aprenda a confiar

Felicidade - Jared Amarante - 7 de março de 2017

Às vezes é muito difícil olhar para dentro de nós e perceber que temos potenciais, já que, hoje em dia, existem muitas pessoas para nos desencorajar. Mas é preciso que nos lembremos que ninguém pode nos machucar tanto sem o nosso consentimento.

Todas as experiências vividas, quando somadas, tem o poder de nos fazer refletir sobre nossa confiança, autoestima e medos. Quais dessas palavras tem mais força em nosso coração? Pensar sobre isso faz toda diferença!

Sei que nem tudo na vida são flores, como já diz o próprio ditado. Porém também nem tudo são espinhos. De repente, tudo é uma questão de como enxergamos as coisas. Há situações que realmente precisam de lente de aumento? Será que não era só uma gota e nossa vontade de ter o controle de tudo fez daquela situação uma tempestade?

Nunca será tarde para nos conectarmos com o melhor que há em nossa alma, explorando caminhos novos, ouvindo outras canções, viajando para lugares nunca antes imaginados, comendo coisas exóticas ou, simplesmente, observando a lua. Ao fazermos coisas pequenas, as grandes se manifestarão, pois é sempre o micro que se funde com o macro.

O universo é o macro, nós o micro. Está na hora de buscarmos essa sintonia, esse encaixe. Tudo que precisamos entender é que a vida é uma infinita caminhada, onde os ciclos começam e terminam, mas atos de coragem e extrema confiança são imprescindíveis à vida.

Naqueles momentos em que você achar que não vai suportar, por favor, lembre-se dos motivos que o trouxe até aqui. E, de todo seu coração, reflita profundamente sobre o que diz o escritor Victor Hugo: “Seja como os pássaros que, ao pousarem um instante sobre ramos muito leves, sentem-nos ceder, mas cantam! Eles sabem que possuem asas”.

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POR QUE NÃO FAZEMOS A MUDANÇA QUE NOSSA ALMA DESEJA?

Felicidade - Chirles Oliveira - 22 de fevereiro de 2017

O título “Por que não fazemos a mudança que nossa alma deseja? ” foi a pergunta que abriu o bate papo que minha querida Andréa Bisker e eu conduzimos na 1a Confraria dos Repensadores de 2017, a semana passada.

Todos estamos vivendo um momento de transição de valores e crenças há uns bons anos. Sabemos que as mudanças são profundas e estão levando a sociedade para caminhos pouco conhecidos e, o que é pior, que elas chegaram à nossa mesa de jantar. Compreendemos já que não tem como fugir. Muito de nós vem estudando, lendo, ouvindo e discutindo para se informar e entender melhor o que se está passando no mundo. A cada palestra assistida, a cada livro lido, a cada workshop participado a experiência nos leva para a melhor compreensão daquilo que já sabemos. Vivemos reafirmando que precisamos mudar e não o fazemos. Porque?

Um motivo que está sendo bastante trabalhado é o medo, que eu chamo medo da escassez. Nossa mente é capaz de criar realidades de toda espécie, e quando se refere a nos prevenir, ela é experta o suficiente para criar aquela que mais nos apavora. Independente de qual seja a falta que mais te assusta, o medo de não ter, de não dar conta de uma necessidade, o medo de ser esquecido… ele supera a tua consciência da urgência em mudar.

Como segundo motivo identifico a consciência que estamos adquirindo que, para realizar a mudança teremos que modificar a referência de nós mesmos. E é aqui que creio estar um dos maiores nós. Fomos criados numa sociedade hierarquizada na qual o possuir era parâmetro de sucesso. O escalar hierarquias corporativas significava inteligência e brilhantismo. O empreender grandes e importantes negócios representava relevância social. O high society era o parâmetro do que é ser lindo e feliz. A nossa imagem tanto social como pessoal esteve, e ainda está, associada a estes modelos sociais. Podíamos aceitar que eles estavam longe de nós e buscar posições alternativas, mas aqueles ícones continuavam guiando a nossa avaliação sobre nós mesmos e sobre os outros.

Talvez em resposta à insatisfação que não calava dentro de nós, fomos valorizando o sentido de felicidade nestes tempos modernos e isso nos trouxe um olhar mais filosófico para nossa existência. Começamos a desmistificar o high society e tudo que esse reino distante representa, buscamos alternativas em modelos que consideramos mais modernos e cools; mas, ainda, no momento delicado e frágil em que nos colocamos perante o outro, as velhas e persistentes estruturas que dizem quem é uma pessoa de valor na sociedade, nos trazem segurança ou a tiram de nós.

Quem eu sou, passa pela minha identidade social, pela forma como os outros me vem e me avaliam. Ter o cuidado com essa avaliação considero normal já que somos seres sociais. O que devemos lembrar que se por um lado vivemos o conflito entre fazer o que nossa alma deseja e continuar o modelo social regente – a clássica ambiguidade dos tempos de transição – quando nos colocamos no papel de sociedade somos ferozes julgadores daqueles que como nós, só querem tentar novas formas de vida.

Há outra dor, talvez a mais profunda que nos impede de seguir os desejos da alma: o julgamento que fazemos com nós mesmos. Sim, a sociedade nos julga com parâmetros e estruturas obsoletas, que de tão velhas parecem as vezes até caricatas, mas o quanto cobramos de nós mesmos o sentido de sucesso e vitória prometido aos nossos pais, à vida, ao teu olhar no espelho? Este sim, acredito ser o nosso maior algoz. O quanto nosso sentido de vitória ainda está atrelado aos velhos modelos? O quanto o fracasso associado a esses modelos, te assustam?

O Movimentos Humano A Desestruturação está em nossa volta evidente e claro, nem preciso mais explicá-lo aqui; agora chegou a hora de deixá-lo agir nas nossas crenças que regem quem eu sou. As referências que guiam nossa identidade. Desestruture o conceito que você tem de você bem-sucedido na vida e deixe teu Sentir conduzir essa nova construção do Eu. Compreenda que o mundo mudou, que não há caminhos certos nem errados, e que todos nós estamos tentando, cada dia um pouco mais, viver o que nossa alma deseja.

Mulher, peruana radicada no Brasil desde 1985, casada pela segunda vez, sem filhos por opção, embora considere que a maternidade lhe faria uma pessoa melhor; dona de casa e empresária, viajante inveterada, espiritualista, admiradora da espécie humana e toda sua idiossincrasia. Da publicidade, sua profissão original, trouxe a criatividade para romper com formas e padrões da pesquisa tradicional aprendidos em quase 30 anos como pesquisadora; da pós graduação em marketing e administração, trouxe a estrutura para empreender no Brasil, criando a Behavior em 1997.

Esse texto foi compartilhado em parceria com a Behavior

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