julho 2017

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A vida está passando. E como você está?

Fico olhando para as coisas ao redor enquanto minha mente, talvez a sua também, se pergunta o que estamos fazendo aqui e por quanto tempo estaremos de olhos abertos. A vida é essa coisa mágica, inexplicável, mas rápida. Fugaz o suficiente para nos deixar inquietos acerca de como temos visto a existência passar. Tenho a impressão de que, diante de tantas tarefas cotidianas, muitas pessoas e sonhos vão ficando para trás. Talvez tenhamos muitas obrigações que nos impedem de ver o essencial, e às vezes o essencial poderia mudar aquilo que nos machuca. Infelizmente vivemos sob o controle do: “faça isso”, “vista aquilo”, “passe na prova para tal cargo”, isto é, acumule coisas, porém corra o risco de perder pessoas, sonhos, sentimentos, evoluções. Simplesmente porque colocam sobre nossos ombros obrigações que são felicidades falsas, melhor, passageiras. Deixar uma marca positiva no mundo é saber que para alguém você foi especial.…

Quando nos roubaram o direito de sermos sensíveis?

Quem assiste Masterchef sabe a rotina que é escutar o participante Valter falar o quanto ele não chora e como ele disse na última semana, o quanto “sempre tem uma mulher chorando!” Comentários como esse me fazem pensar, repensar e tentar entender: Quando a sensibilidade, o choro virou motivo de vergonha? A própria participante Ana, na qual Valter chamou de chorona falou que “odeia” chorar e é nítido que ela fica com vergonha de chorar, de se expressar, mas tenho me perguntado muito ultimamente: Quando é que nos roubaram o direito de sermos sensíveis?? E quando lanço essa questão não estou falando apenas das mulheres e sim dos homens também, que precisaram durante séculos e séculos vestir uma capa e uma mentira de que “Homem não chora”, pois afinal parecia que isso iria ferir sua masculinidade, besteira, óbvio. A sensibilidade, o choro é a expressão de nós mesmos quando não…

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