Monthly Archives for dezembro 2016

Gratidão e esperança no que virá. Feliz 2017!

Felicidade - Chirles Oliveira - 27 de dezembro de 2016

O campo energético responde a atenção consciente. Quando aprendemos a melhorar nossas técnicas de observação para intencionalmente afetar nosso destino, estamos a caminho de viver uma vida melhor, por nos tornarmos nossa melhor versão

Numa breve retrospectiva de 2016, penso que ele foi desafiador para muita gente, inclusive para mim. Mas, ao mesmo tempo, ele permitiu o fechamento de um ciclo. Às vezes isso acontece de forma aparentemente dolorosa, ensinando pela dor de que precisamos mudar nossos padrões mentais e vibracionais e, consequentemente, nossas atitudes.

Mergulhar no que se é, no que se quer, nas sombras escondidas por anos a fio, para vislumbrar um ser com mais sentido, propósito, amor e conexão com a VIDA…requer coragem, pois é um grande desafio, mas sinto que esse foi meu aprendizado em 2016.

Sem tanta correira no cotidiano e em conexão com a natureza, pude aos poucos, mergulhar no meu eu para descobrir o que realmente faz sentido para mim. Ás vezes, não sabemos muito bem o que queremos, mas é tão bom saber o que não queremos, digo que é a metade do caminho para uma vida mais realizada, feliz e sustentável.

Não quero apenas acordar, sair para trabalhar com o único propósito de ganhar dinheiro para atender a minha dimensão material. Quero fazer as pazes com a prosperidade e a abundância trabalhando naquilo que faz sentido para mim.  Minha missão é comunicar com amor, partilhar o saber com alegria, ampliar a consciência do amor à Terra Viva, à Mãe-Natureza, mergulhar no sentir do corpo e da alma, alinhando minha missão material e espiritual.

Quero continuar trabalhando com Educação. Esse é o meu propósito de vida, essa é minha missão e o desejo da minha alma. Como sei disso? Descobri que geralmente essa consciência se revela quando somos crianças e respondemos aquela fatídica frase: “o que você quer ser quando crescer?” . E eu queria ser professora…eu tinha uma lousa verde, giz e amigos para ensinar… ah, e os livros sempre foram meus bons companheiros de viagem.

Mas, mesmo cumprindo meu propósito como professora nas universidades pelas quais passei, eu estava sentido um certo vazio, uma certa descrença no sistema atual, uma necessidade de fazer diferente.

E esse ano, com a experiência do Certificado em Ciências Holísticas e Economia para Transição, pela @escolachumacherbrasil, descobri que é possível unir ciência e experiência intuitiva, educação  e natureza, alegria e poesia, lado direito e esquerdo do cérebro, tudo isso  traduzindo uma educação transformadora que conecta várias dimensões do ser: física, mental, emocional e espiritual.

Pequenos gestos, grandes mudanças. O que você faz importa e impacta

Estamos em tempos de transição, de mudanças de paradigmas,  e acredito que muitos caminhos irão se abrir para que uma nova consciência possa se expressar no trabalho, nos relacionamentos, na vida social impulsionada pela compaixão e pelo coletivo. É tempo de solidariedade, de co-criação, de conectar com o coração e com pessoas que vibram nessa sintonia do amor e  da transformação para um mundo melhor.

Que venha 2017 com a potência do ano 1 da realização. Que venha a economia compartilhada, a inteligência coletiva, as boas parcerias, um novo caminhar com desafios e alegrias, mas com significado na construção de uma nova realidade.

Desejo que possamos nos sentir encaixados no mundo por ouvir e atender a inspiração da nossa criança interior, ou seja, da nossa alma. Todos nós viemos ao mundo para aprender, amar, perdoar, expandir, evoluir mas, acima de tudo, deixar nossa marca no palco da vida. A consciência do propósito, do que é o nosso Dharma, é a fonte do entusiasmo de acordar todas as manhãs com alegria e inteireza.

Assim, iniciamos 2017 com o desejo sincero de que nossos leitores vivam e trabalhem com propósito, sintam alegria e felicidade, cuidem de si com amor, cuidem do outro com compaixão e da natureza com paixão!

Namastê! Gratidão Infinita! Abraço Fraterno

FELIZ 2017!!!

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Você não quer ou não sabe amar?

Felicidade - Jared Amarante - 27 de dezembro de 2016

Já cansei de ouvir pessoas dizendo que o amor caiu na rotina, que não era para ser, que aquela não era a pessoa certa, que o destino quis ao contrário. É tão fácil dizer essas coisas, né? Difícil mesmo é se colocar como responsável por sua própria existência e sentimentos. Porque quando se ama não tem desculpas, e sim desejos de fazer dar certo. Afinal, a vida é uma só. Você não quer ou não sabe amar?

Não tente provar a si mesmo que você é perfeito ou que precisa de alguém com esse mesmo status, porque isso é navegar em ilusão. E, sinceramente, príncipes e princesas só existem nos filmes, e até lá, eles, em algum momento se machucam, percebendo, então, que o amor é um sentimento que requer sabedoria, sacrifício, metas. Porque no dia em que você amar de verdade, tenha certeza, você lutará por isso.

Estamos cansados, ou deveríamos estar, de tanto comodismo nos sentimentos. As pessoas brincam de amar, mas se esquecem de que isso destrói, corroí e mata os sentimentos. Porque até um doce saboroso, se estiver num recipiente sujo, irá azedar. Ou você espera que seja o contrário?

É preciso perceber que não temos o direito de fazer as pessoas desacreditarem do amor só porque fomos feridos. Quem nunca foi? É preciso ter mais amor do que orgulho. É preciso se pertencer antes de querer ser de alguém. É preciso se doar. Se importar. Perceber que o amor não é só um coração, mas dois que olham para o mesmo horizonte.

Todo mundo, ou pelo menos assim parece, quer uma pessoa para dividir os sonhos, as noites frias, as primaveras, as dores, as lágrimas, os sorrisos e, por fim, uma vida toda. Mas se você não quer ou não sabe amar, procure descobrir o que realmente deseja. No entanto, por favor, não culpe as pessoas, porque o destino é uma questão de escolha.

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A Carta do Cacique Seattle, em 1855

Sustentabilidade - Chirles Oliveira - 16 de dezembro de 2016

Em 1855, o cacique Seattle, da tribo Suquamish, do Estado de Washington, enviou esta carta ao presidente dos Estados Unidos (Francis Pierce), depois de o Governo haver dado a entender que pretendia comprar o território ocupado por aqueles índios. Faz mais de um século e meio. Mas o desabafo do cacique tem uma incrível atualidade. A carta: Continuar Lendo

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Nunca vi alguém morrer de amor

Colunistas - Jared Amarante - 9 de dezembro de 2016

Poderíamos falar que o amor, o mais lindo dos sentimentos, é algo eterno. Mas isso seria uma grande mentira para aqueles que não conseguiram terminar a vida ao lado de uma pessoa? Talvez sim, talvez não. A verdade, quesito óbvio, é que o fim do amor não é quando as pessoas rompem suas relações – porque isso pode acontecer e é perfeitamente normal -, e sim quando as promessas não se realizam e a reciprocidade morre primeiro.

Não podemos viver acreditando em eternidade, pois as pessoas mudam e os sentimentos também. Contudo, quando o diálogo vira monólogo, as semelhanças viram intolerâncias, as palavras viram facas, tudo começa a se desgastar e, assim, o que chamamos de amor passa a se chamar fase terminal.

No entanto, será que isso é bom? Será que toda relação realmente foi feita para durar? Será que, às vezes, não é melhor se retirar do cenário e deixar uma bonita lembrança a ter que se desprender, de toda sua força, para ficar ao lado de alguém que já não quer mais estar ao seu?

Certamente esse esforço não vale a pena, e você perceberá isso quando as lágrimas secarem e sua visão se renovar. Quando seu coração, que batia frágil e solitário, perceber que tem outras almas para amar. Quando você sentir que a vida, após sofrer tanto, continua plena para te ofertar novas oportunidades. Oportunidades que podem mudar tudo para sempre.

Por isso, acalma-se, porque quem aprende a viver com alguém, aprende a viver sem também. Porque só é possível desapegar mergulhando na dor e indo cada vez mais fundo, até que você não sinta mais nada. Até que o nome da pessoa amada não seja mais lembrado. Até que o seu mundo volte ao normal. Isso depois de você achar que era o fim dele.

Lembre-se, então, do que Shakespeare disse: Não importa em quantos pedaços o seu coração seja partido, o mundo não para pra que você o conserte. E digo mais: evite se expor. Cresça com a solidão. Tenha paciência consigo mesma. Exija respeito por suas emoções. E, por fim, acredite, NINGUÉM MORRE DE AMOR.

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Que venha a era do encontro! Cansei das velhas histórias!

Felicidade - Chirles Oliveira - 1 de dezembro de 2016

Um dia na história da civilização, criaram uma versão de mundo de que somos seres separados. Nós acreditamos e evoluímos nessa direção racional, materialista, mecanicista e desconectada. Mas a história da separação é uma inverdade, pois Todos Somos Um.

Tenho observado de que estamos vivendo um tempo de transição. Transição na política, na economia, nas relações com o outro e com a natureza. Como afirmou Charles Eisentein, em sua palestra no Sesc da Vila Mariana, no último dia 23 de dezembro, a próxima história será da Era do Encontro, das relações pautadas nos valores e no propósito de vida, na abundância e na interconexão,  no cuidado e no coração. Essa nova era cultural está baseada na consciência, na reflexão, na colaboração, na comunhão dos corações.

Então, para adentrarmos nesse novo tempo, permitamos – nos curar do desamor; permitamos – nos curar dos medos da escassez; permitamos- nos curar com a força da natureza que nos conecta com o sagrado que habita em nós. Essa força está no mar, nas montanhas, nas florestas, nas águas, no ar, nas flores, nos animais, insetos e na plantinha que está na minha janela ou na minha sala.

Há muita sabedoria no viver natural, na simplicidade elegante;

Há muita cura na entrega à natureza;

Há muita vida para se viver em plenitude na Era do Encontro;

E toda essa escolha depende de nós, das nossas reflexões que gerarão escolhas conscientes. Sejamos transparentes com o que pensamos!

Ao ouvirmos a voz do coração estaremos prontos para servir às pessoas, para vivermos com o propósito da nossa alma, em comunhão, em conexão com todos e com o Todo. Eu topo abrir espaços em mim para que essa expressão do amor se manifeste. Vamos juntos nessa?

Nós iremos construir a Era do Encontro por meio das nossas atitudes no Agora. Usemos então nossa força mental, espiritual, emocional, afetiva para promover as mudanças que queremos ver no mundo.

 Você ouve a voz do seu coração?

Você permite dizer sim para aquilo que tem significado para você? Ou ainda está preso às convenções e a história da separação que nega seu verdadeiro chamado? Dizer um NÃO com alma e inteireza é melhor do que dizer um sim relutante, irreal, sufocante.

Precisamos respirar e nos perguntar. Com o que quero me conectar? O que eu realmente quero? O que traz sentido para minha vida? Como posso fazer algo significativo para mim e para o coletivo?

Quantas vezes negligenciamos nosso querer genuíno (não do ego), porque o outro não está na mesma sintonia?

Quantas vezes bloqueamos nossos talentos porque damos ao outro o poder de castrar nossos sonhos?

Quantas vezes nossas crenças do passado (ou da velha história contada há séculos) minam nossa energia de realização e nos impede de acessar o presente momento com inteireza?

Quando estamos na sintonia da reclamação da vida, do trabalho, do amor, estamos identificados com um passado de medos e de ignorância e talvez, seja a hora certa para mudar com o coração.

Por que culpamos os outros pela nossa infeliz situação? Por que dar tanto poder ao outro se a vida não é dele?

Por muitos anos me identifiquei com vários fatos do passado, neguei algumas dores, reneguei minha sombra e dessa forma, sofri com elas, pois as carreguei comigo como verdades imutáveis. Demorei quase uma vida para entender como transformar dor em amor, tristeza em força interior, frustrações em aprendizado para recomeçar com coragem para viver diferente.

A busca pelo autoconhecimento é a chave para vivermos a Era do Encontro, mas na maioria das vezes, nossas dores, culpas, desculpas, medos, mágoas, ou seja, nossas máscaras protetoras retardam e nos impedem de acessar nossa verdade maior, a verdade do amor, a voz do nosso coração.

Não é negando as dores que iremos solucioná-las. Somente quando mergulhamos nelas, enfrentamos os conflitos da nossa alma perdida. E aí começa o processo de perdoar, amar e agradecer, transformando as sombras em luz.

Ah, sei que não é nada fácil, sei que esse mergulho é revelador de sombras, mas nada melhor do que a liberdade depois desse trabalho de reconexão do eu. Ah, e também essa limpeza faz parte de um processo, que pode ser rápido, lento, eterno…só depende da nossa permissão consciente.

Convido a todos a abrirem mãos do sofrimento que carregam por dias, meses, décadas, vidas! Você quer continuar a ser vítima ou deseja ser protagonista da sua jornada!?

Não há receita, mas há o caminho do autoconhecimento aliado com o poder do seu coração! Então, medite, acredite, confie, esteja presente, vá em frente e dê vazão a sua VOZ interior! Coisas boas acontecerão com certeza!

Como afirma a querida Monja Coen:

“Não há uma pessoa má, um país inimigo. Existem situações frutos da ganância, raiva e ignorância: os três venenos que atacam o ser humano.

Contra a ganância, existe a doação: em vez de querer mais e mais, passamos a compartilhar, a doar. Contra a raiva: a compreensão, a compaixão e a tolerância. Contra a ignorância: a sabedoria iluminada”.

Assim seja! Assim É!

Abraços Fraternos! Namastê!

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