setembro 2016

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Para viver a dois, antes, é necessário ser um

Que todos desejamos assistir a um filme com alguém debaixo da coberta, isso é fato. Mas e quando as cenas do enredo são tão tristes quanto a insegurança que a companhia traz? E quando não sabemos o real motivo de não nos satisfazermos em assistir sozinhos? Seria esse um mal-estar do frágil coração? Diríamos que, para simplificar esse possível medo de estar só, revelam-se, no dia a dia, entregas prematuras, que geram mal-estar à alma, desaguando no corpo. Aqui, pretende-se falar sobre os nossos sentimentos, uma vez que eles determinam o que há no coração. Ah, sim… Mas e se houver dentro de nós uma pessoa que queiramos chamar de tesouro? Poderia ser ela mais valiosa que o amor-próprio? Há quem diga que essas perguntas podem ser respondidas com mil argumentos. No entanto, prefiro apostar na ideia de que somos um oceano, e que nem todos os que nos acompanham…

E quando não recebemos amor?

Não importa o quanto tenhamos amor por alguém se esta pessoa não nos quer. Não importa o quão extensos sejam nossos desejos se a pessoa “amada” não nos quer. Não importa o tamanho e a força das nossas esperanças se o outro não se importa. Sabe o que é? Não podemos forçar ninguém a ser como gostaríamos, né? E a pergunta ressoa: o que fazer quando não recebemos amor? Essa é uma verdade cruel de aceitar, mas a vida não é assim? Nunca saberemos se um relacionamento vai dar certo ou não, por isso precisamos correr o risco. Mas até quando? Por toda a vida, eu diria. Até mesmo porque cada pessoa é diferente. Ou será que ter medo de sofrer e ficar paralisado é, também, uma forma de negar o amor? Precisamos parar com tanta idealização, pois expectativa sem sabedoria pode ferir. Mas como viver sem expectativas? Calma, não…

Múscia e meditação no escuro

MÚSICA E MEDITAÇÃO NO ESCURO COM OS TROVADORES URBANOS E LUC BOUVERET   Uma experiência de meditação com música brasileira criada pelo jornalista Gilberto Dimenstein, 1 ano de sucesso! Música e Meditação no Escuro é uma vivência conduzida pelos Trovadores Urbanos,  em  num galpão da Vila Madalena- SP.  O espetáculo começa com  o ritual de desligar os celulares, e as luzes vão se apagando aos poucos. A cantoria dos Trovadores acontece após um bom tempo de meditação e  totalmente no escuro. Segundo Gilberto Dimenstein,  música no escuro é uma experiência de convivência,   que provoca inspiração através da música. Um estudo feito por cientistas de Harvard,  indica que  o cérebro muda a partir da meditação. A plateia fica atenta para o show da arte,  através do exercício da concentração, da respiração,  onde você começa a perceber a melodia e letra  uma maneira diferente. As músicas cantadas pelos seresteiros  navegam pela memória afetiva. Uma experiência sensorial,…

Você quer coleta seletiva no condomínio? Veja como é possível!

Muitas vezes nossa vida não é fácil, pois nos sentimos totalmente sós, como se nada estivesse dando frutos. Mas estão SIM. Nosso dia a dia é muito acelerado e requer resultados imediatos. Entretanto, o ritmo do Universo é outro. O ritmo da vida é mais devagar que o ritmo da internet, dos bancos, do whatsapp. A vida requer pausas; requer plantar, cuidar e colher. Olha que legal essa experiência. No mês passado, implantaram a coleta seletiva no meu condomínio e fui chamada para a solenidade de abertura por incentivar o projeto.  O que eu fiz de tão inovador? Nada…Eu simplesmente frequentei as reuniões de moradores e respondi  pesquisas de opinião, em que deixei clara a importância da coleta seletiva. O que eu fiz foi falar nas reuniões sobre o problema do lixo. Só isso. A coisa mais simples do mundo todo: FALAR. Falar uma vez, duas, três vezes. E olha…

Emoções sustentáveis geram sentimentos sustentáveis

Na moda de um novo amor, na voga da novidade liquidez, faltou algo que ditasse o rumo. Sentia falta de algo, enquanto outro sentia acolá, igualmente. Era a falta de sustentabilidade afetiva que nos ausentava, incompletava, era adornar o que de nós dá sustento. Quando nossas emoções sustentáveis geram sentimentos sustentáveis? Foram coisas assim que premiam, urgiam, rugiam sem saber. O nome disso, a nomenclatura daquilo. Tão esquecidos numa rotina polvorosa, de discursos decadentes, que se contradizem por novidade. Eu apenas me calava na indagação de uma novidade por novidade. Ser novidade só por ser. Isso que amanhã é descartável, como copo plástico, pessoas de plástico e afins de plástico. O que era a cultura do “novo”, agora já é tarde, como o vai e volta de nossas vidas, indo e vindo no espelho embaciado do banheiro. Fotos trocadas, post´s veraneio de uma vida boa, caras gentis, contrastes reais. O…

Se acostume: as pessoas vão embora

A vida é uma é uma grande e incansável roda gigante, girando e mudando as coisas dia após dia. Mas quantos de nós estamos preparados para essas voltas? Quantos de nós aceitamos o novo? Quantos de nós sabemos a hora de ir embora? Nosso desespero, por manter tudo no controle, o tempo todo, faz com que sejamos infelizes. Você, com o passar o tempo, começa a perceber que não pode ter o domínio sobre todos os acontecimentos, imagina então sobre os sentimentos das pessoas e dos seus próprios? Impossível decifrar todas as coisas do coração. Mas não é tão difícil, embora seja doloroso, reconhecer o momento onde vemos que tudo que esperamos do outro não está acontecendo e que por isso é hora de ir. Ir se encontrar com suas próprias verdades. Ir se libertar dos medos sociais. Ir amar outra pessoa. Ir cicatrizar seu coração. Ir realizar novos sonhos.…

Quando o sagrado masculino encontra o feminino

Por Karina Miotto * Recentemente tive a honra de estar junto de um grupo de 100 mulheres e 15 homens em um encontro comandado por mulheres poderosas, lideranças indígenas vindas dos Estados Unidos, duas delas, Austrália, Índia, México, Chile e Colômbia, cada uma representando seu povo (Lakota, Maputi, Kogi, entre outros cujos nomes não consigo lembrar, desculpe!). Nós mulheres estávamos em orações entre tambores, cânticos, maracás e contações de histórias significativas ao longo do dia, enquanto os homens ficaram com a missão de cuidar do fogo, do lado de fora, auxiliar-nos com o que quer que precisássemos e proteger-nos. Isso pode soar meio estranho, não? Homens com a função de proteger mulheres enquanto elas ficam em orações, cânticos, rituais? Pois é, isso pode parecer esquisito para o mundo da desconexão, mas na verdade esta atitude simboliza o que um dia nossos ancestrais foram e fizeram há apenas 250 anos. Há 250 anos, nos…

Quanto amor e respeito nós temos pela Terra?

Nosso planeta azul, nossa Mãe-Terra existe há 4, 5 bilhões de anos. Dá para imaginar o quanto de tempo isso significa? Já parou para pensar quanto amor e respeito nós temos pela Terra? A aparição do homem é bem mais recente, cerca de 200 mil anos. Também não consigo imaginar essa representatividade de tempo. Nossa mente não está acostumada com números tão grandes. Os cientistas conseguem descobrir e absorver melhor essas dimensões temporais. Mas, o que não é difícil de compreender é que nossa existência depende das boas condições de vida do planeta. Na nossa correria cotidiana, quase nunca paramos para pensar sobre nossa jornada aqui, e sobre o quanto estamos afetando o equilíbrio ecológico de Gaia. Nossa vida depende do ar que respiramos, e ele precisa ser puro; depende dos alimentos que ingerimos, e eles não nascem nas gôndolas dos supermercados. Eles vêm da terra, do solo fértil, alimentado…

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