Monthly Archives for novembro 2015

Verdejar para refrescar

Sustentabilidade - Luciana Murakami - 27 de novembro de 2015

O verão está chegando e as temperaturas nas cidades ultrapassam os 30° com muita facilidade. Quem nunca procurou se acolher, nestes momentos, à sombra de uma árvore?

E se esta árvore estiver na cobertura da sua casa, proporcionando sombra, conforto térmico e acústico, isso não seria incrível? Essa realidade existe, pois é assim que funciona um telhado verde.

Fonte: Ecotelhado

Telhados verdes são coberturas de edificações que possuem sobre sua estrutura uma camada de vegetação. Esta vegetação pode ser um gramado, arbustos ou até mesmo árvores.

Para executar um telhado verde, primeiro se faz necessário verificar o tipo de estrutura existente, mas é possível executá-lo sobre lajes, telhas cerâmicas ou metálicas.

As vantagens de se ter este tipo de cobertura para o usuário são inúmeras: o primeiro impacto está na redução de até 5°C na temperatura interna do imóvel, se compararmos com uma laje de concreto. Outro impacto direto está no bolso, pois o telhado verde garante economia de energia tanto no verão quanto no inverno.  Como nos dias quentes há o resfriamento natural do ambiente, não há tanta necessidade de resfriamento artificial com o uso de ar condicionado. Já no inverno, o telhado verde mantém a temperatura mais aquecida por mais tempo.

O conforto acústico também é maior devido ao isolamento que este tipo de cobertura proporciona. Na escala da cidade a utilização deste tipo de telhado combate as ilhas de calor, diminuem a poluição, aumentam a umidade do ar, retém por mais tempo as águas de chuva contribuindo para a redução de enchentes e ajuda na biodiversidade local.

Para executar um telhado verde é preciso rever a impermeabilização do local, a drenagem de água e caimentos existentes, algumas empresas possuem sistemas mais eficientes que otimizam o uso de água
Foto: Sistema Ecotelhado laminar alto
Mas, você mesmo pode executar seu telhado verde seguindo este esquema simples:

Vestir sua casa de verde pode ser uma solução sustentável para você e para sua cidade, quem sabe um dia teremos esta paisagem?

Até Breve!

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O dia bom passa, e o ruim também

Colunistas, Felicidade - Jared Amarante - 27 de novembro de 2015

Quantas vezes você achou que era o fim? Quantos momentos você quis dizer para as pessoas que não aguentava mais? Quantos pessoas tiveram que ir embora para você perceber que deveria ter valorizado a companhia delas? Quantas tempestades vieram e você achou que o sol demoraria a aparecer? E aí, você resistiu a tudo isso, correto? Por que, então, está focando sua atenção nas coisas que não tem ao invés de agradecer pelo que tem?

 
Se uma tempestade se aproxima, você tem duas escolhas: aproveitar para banhar a alma, renovar-se, cultivar, ou revoltar-se e tornar-se um pessimista. Percebe, agora, que tudo na vida depende do quanto de atenção despendemos para isso ou aquilo? Lembre-se que nada melhor para fracassar na vida do que reclamar de tudo, todo dia, toda hora. 
 
Não gaste seu tempo se preocupando com o que vai acontecer porque, em muitos momentos, isso pode representar um desperdício de vida, porque, às vezes, é necessário esvaziar-se. Que mal tem em deixar algumas pessoas – pessoas que já querem ir -, sairem de nossas vidas? Que mal tem quebrar o telhado e observar as estrelas sonhando acordado? Que mal tem gritar ao vento o que está lhe incomodando? Que mal tem recomeçar? Melhor, que mal tem se amar antes de amar o outro?
 
Egoísmo? Não. Proteção!
 
Procure acalmar-se antes de perceber que poderia ter aproveitado mais as coisas que são simples. O tempo não volta. A rotina é desgastante e exige muito de nós, mas você tem a garantia de que haverá outra vida para realizar seus sonhos? Não. Por isso, urgentemente, saia correndo um pouco, mas tenha mais paciência com você. Tenha compaixão por você. Está entendendo?
 

 

Observe a natureza; ouça o canto dos pássaros, aprecie o olhar das pessoas que você ama; abrace aqueles que fazem a diferença em sua vida. Porém, acima de tudo, mantenha a calma. Destranque portas. Se arrisque. Dance com a solidão, mas não se acostume. Não corra tanto, você pode perder a beleza de muitas coisas. E lembre-se do que diz Lenine: 
 
“Será que é o tempo que lhe falta pra perceber. Será que temos esse tempo pra perder. E quem quer saber. A vida é tão rara”.
 
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Qual é a tua obra: vamos falar sobre você?

Colunistas, Felicidade - Chirles Oliveira - 22 de novembro de 2015

 

 Olá leitores, hoje a minha proposta ao escrever esse texto é convidá-lo a realizar um exercício. Um exercício que possa motivá-lo a olhar para dentro por meio de uma nova perspectiva.
Topam?
Se você seguir com a leitura, levarei em consideração seu sim e, portanto, vamos começar:
A proposta é que possa se despir de qualquer julgamento de valor para lembrar, recordar e viver a sua história. A intenção é que possa mudar o olhar, pois assim fazendo, você muda também o caminho.
Distancie-se da sua história o suficiente para ser capaz de olhar o caminho, a trajetória e a construção dela.
Pronto? Pegue um papel para fazer suas anotações!
E partindo do pressuposto que não nascemos prontos e que “é caminhando que se faz o caminho”, vamos aos destaques desse exercício de autoconhecimento.
O primeiro é saber como você se apresentaria a uma plateia que está interessada na sua história? Quais são suas habilidades e competências mais fortes? O que de imediato gostaria de falar sobre você? Qual é sua marca registrada, ou seja, aquela característica que é facilmente identificada por todos ao seu redor?
Em seguida, o que você valoriza na sua trajetória? O que marca sua caminhada e o que vale a pena ser compartilhado com a plateia?
O que no seu caminho até o momento o surpreendeu? Como surpreendeu? Qual imagem você escolheria para falar deste momento? Qual é a emoção que surge ao se lembrar deste fato? Quais foram às experiências mais marcantes? Que aprendizados ficaram desta vivência?
A vida é cheia de desafios e para chegar aonde queremos, muitas vezes precisamos vencer pequenas batalhas diárias. Lembre-se de um desafio que você teve que enfrentar. Como você o encarou e superou? Anote como você se sentiu superando esse obstáculo!
Mas a vida também é feita de conquistas! Qual é uma das melhores lembranças que possui até o momento? Porque ela é uma das melhores? O que ela alimenta dentro de você?  Do que você se sente mais honrado, mais gratificado?
O que faz a sua vida e a sua história valer a pena? O que a (o) transforma em eterno para seus amigos, familiares e pessoas queridas?
E aí como foi realizar este exercício? O que sentiu?
Compartilhe conosco em uma frase, em uma palavra, em uma citação o que foi este exercício para você?
 
Finalizo deixando outro exercício, agora falando sobre o futuro, o futuro é algo muito importante e é também o que nos constrói. O futuro é o sonho que nos convoca no presente, portanto, quais são seus sonhos, seus objetivos e suas aspirações para 2016?
Um grande abraço e espero a participação de todos!

Paula Lima


IMG-20150418-WA0022 (1)Paula Lima atua como Personal & Professional Coach com certificação internacional pela Behavioral Coaching Institute e Nacional pela Sociedade Brasileira de Coach e Potenciar, federada pela FEBRAP, nos segmentos individual e corporativo.
Practitioner na arte da programação de neurolinguística pela Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística.
Terapeuta Corporal com formação Neo-Reichiana.
Linkedin : paulalimacoach
 
 
*Banco de imagem Pixabay 
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Dá tempo de amar?

Colunistas, Felicidade - Jared Amarante - 20 de novembro de 2015

 

Você tem medo do amor? Quanto tempo está sozinha(o)? O que sente quando chega em casa e vê que só existe você percorrendo os cômodos? As perguntas são muitas, não é mesmo? Será que tantos questionamentos não têm a ver com o tamanho do seu medo em se entregar? Medo de sofrer? Se for esse o seu temor, pergunte-se: como colher se houver medo de plantar?

 
Você precisa compreender que o amor não é um cálculo que dará certo sempre que colocado os números na ordem correta, mas um sentimento que exige coragem e força para levantar. O amor acontece quando nos permitimos. Sendo assim, se desprenda das correntes – esse medo de novas decepções -, e se abra para a vida, para o amor, porque a melhor forma de se encontrar pode ser, em muitas situações, aceitar se perder.
 
Mas você pode escolher trancar seu coração, no entanto, não pode reclamar das consequências ou da solidão que machuca. Essa solidão não chega pela ausência de um amor, mas pelo medo de imaginar que ele pode chegar a qualquer momento e pedir a sua mão, caminhar ao seu lado e, numa sintonia não perfeita – porque isso ninguém é -, fazer planos para vocês serem felizes. Qual a sua disposição para isso?
 
Sentir dor é uma das circunstâncias que pode levar a sentir prazer, por isso é preciso nunca cansar de si para, consequentemente, não desistir do amor. O outro – aquele que será para você um companheiro(a) e não uma simples companhia -, não é e nunca será uma pessoa perfeita, e isso sua alma cansada de tantos envolvimentos precisa entender, do contrário você continuará presa(o) ao que fez você sofrer um dia. Não vale a pena, não é mesmo?
 
O que acha, então, de sair correndo por aí em busca de coragem e menos proteção? Ou seja, permita-se mais. Ame mais. Se encontre mais. Escute seu coração. Seja sincero com os sentimentos que há em você. Queira, por favor, parar de se importar se a cama ficará com uma toalha molhada ou se as escovas de dente ficarão jogadas na pia, pois esses detalhes podem impedir a morada do amor. Já pensou sobre isso?
 

 

O amor é para aventureiros que podem se machucar, mas se deliciar. Não tem outra definição para esse sentimento, tão complexo e único. O amor-próprio, como sempre falamos, é fundamental para a felicidade, mas o amor de um para o outro, é o que torna fundamental algumas coisas na vida. Então, experimente esse amor e lembre-se de Vinicius de Moraes: 
 

“ter medo de amar não faz ninguém feliz.” 

E para inspirar a todos, dedicamos essa bela canção de Marisa Monte “Amor I Love You”

 

 

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Se não envelhecêssemos…

Colunistas, Felicidade - Jared Amarante - 13 de novembro de 2015

 

Faz tempo que abrimos os olhos e já sabíamos que um dia os fecharíamos novamente. Mas, até lá, muitas coisas aconteceriam, e talvez a mais instigante delas, dolorosa para muitos, seja ver nosso corpo perder a força, o rosto emagrecer e murchar como quem se modula para caber no caixão.
Essas não são ideias melodramáticas, e sim verdades inescapáveis. Estamos indo embora um pouco mais a cada dia, ou alguém se atreve a dizer que é o contrário? E como seria, então, se não envelhecêssemos?
Para se achar a resposta, antes, é necessário encontrar o significado do que é ser velho, porque há pessoas novas de alma envelhecida, pois desistem no primeiro obstáculo. E há pessoas velhas de alma jovem, porque se recusam a acreditar que são inúteis para a sociedade e para o próprio espelho.
Desta forma, pode-se pensar que se não envelhecêssemos, não teríamos tanta sabedoria e experiências, atributos esses que fazem a vida ter mais sentido e as dores emocionais serem melhor remediadas. Afinal, quando se é jovem parece que na primeira desilusão amorosa o coração não aguenta mais bater com esperança pela vida.
Pensando assim, se não fôssemos envelhecer, perderíamos a beleza de ter uma alma mais preocupada com as pessoas ao invés das coisas.
Se não envelhecêssemos, não teríamos tantas histórias para contar, pois há uma grande diferença entre viver e construir um legado.
Se não envelhecêssemos, talvez não entenderíamos o propósito contido em cada ciclo da vida, isto é, evoluir fisicamente, mentalmente, financeiramente e intelectualmente, e por que não dizer socialmente?
Se não envelhecêssemos, de repente, seríamos privados da descoberta mais bonita da existência: saber quem realmente nos ama.
Portanto, não podemos ver as rugas como um atestado de incompetência, porque elas, tal como a morte, são nossas maiores certezas.
No entanto, podemos conviver bem com a ideia de envelheceremos, sem achar que isso é o fim, porque, às vezes, de tão cansado que estamos da vida, começamos a envelhecer por dentro, e essa é a pior velhice; aquela à qual você já não acredita mais na vida, nos outros, em si.
Então, se não envelhecêssemos, talvez receberíamos honra ao mérito por ter existido, e não vivido.

E, sabe, poucas coisas são tão tristes. 

Essa canção Paciência, do  Lenine combina muito bem com essa reflexão!

 

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Mulher maravilha volta ao lar

Sustentabilidade - Sandra Almeida Silva - 11 de novembro de 2015

Todos os dias às 5 horas da manhã já acordava me sentindo cobrada e atrasada – e era apenas um dia comum de trabalho. Como sou divorciada e moro com meus dois filhos não tem divisão: todas as tarefas de casa passam por mim. Convencer os filhos a irem para escola, uniformes, lancheiras, escovar os dentes, reclamações, promessas e beijinhos apressados.
Cardápio do jantar e do almoço na cabeça memorizando para ganhar tempo, lista do supermercado na bolsa, marcar dentista, ortopedista e oftalmologista para os filhos, abastecer o carro, pagar contas, ligar para o pai que andava doente, verificar as agendas escolares, pegar o livro do mestrado para ler no almoço, rascunhar o relatório sobre a reunião de ontem para o chefe, enviar uma dúzia de emails e ler outro tanto durante o café e, então, ir para a rotina diária de 13 h de trabalho.
Ufaaaa…tarefas de uma mulher maravilha moderna, sem superpoderes como nas HQs e desenhos animados!
Essa é uma história de verdade, igual a de milhares de mulheres que, como eu, estão no mercado de trabalho e ao mesmo tempo são esposas, donas de casa, mães, amantes, estudantes, conselheiras, amigas, filhas e o que a sociedade moderna exigir. Tudo isso sem deixar de ter bom humor, obviamente ser magra, cabelo escovado, ser ética e amorosa…
Um dia, ao sair para o trabalho, vi de relance a foto do caçula na parede da sala. Ele sorria um sorriso banguela de bebê. Senti saudades. Ele cresceu. Onde estava que não vi o tempo passar? Tive medo da resposta. Fechei a porta com a famosa culpa materna pesando nas costas e com a desculpa “é para o bem deles”, aí parei.
Mas o bem deles não poderia ser à custa da minha infelicidade, pensei. Fiz uma análise fundamentalista da situação, desenhei o pior cenário, classifiquei os riscos e chamei a família para conversar. Deixei casa, família, mercado financeiro, Bolsa de Valores, taxa do dólar, crise financeira de lado. E desenhei o projeto “Volta ao Lar”.
foto de arquivo pessoal
Como voltar ao lar depois da luta das mulheres pelo espaço no mercado de trabalho? E a Simone de Beauvoir, a igualdade de direitos, a queima de sutiã em praça pública, a música da Amélia mulher de verdade? Virar dona de casa depois dos conference calls negociando contratos milionários? Foram 10 dias de insônia e uma certeza, volto para casa com todas essas guerras ganhas! Ficar em casa agora é opção e não obrigação. Mãos à obra.
Após a negociação da minha saída e a certeza de que tinha apenas uma pequena reserva financeira para os próximos passos, defini um plano de ação. A estratégia era administrar o lar, trabalhar em períodos alternativos para diminuir o custo de empregadas, babás e motoristas, que consumiam 30% do salário, combinar colégio das crianças, atividades físicas, trabalho fora e dentro de casa. Resumindo, o plano ficou assim:
ü  Reduzir em 45% as despesas domésticas, caso contrário, as reservas não durariam nem 18 meses.
ü  Troquei empregada mensal por semanal: redução de 15%,
ü  Dispensei transporte para os filhos: economia de 7%.
ü  Cancelei academia e atividades extracurriculares das crianças e nos matriculamos em cursos gratuitos. Redução de 7%.
ü  Supermercado de mensal para semanal, e lista na mão, frutas e legumes compraria em sacolões e feiras livres: economia de 10%.
ü  Revi algumas contas de consumo (internet, telefone, celular, gás, luz, água): redução de 15%.
ü  Aprendi manicure e a cuidar dos cabelos: redução de 7%.
ü  Roupas, só uma vez ao ano, compradas em liquidações: economia de até 25%.
ü  Viagem de férias com poupança mensal, passagens aéreas antecipadas e noturnas, destinos menos badalados e surpreendentemente mais exóticos.
ü  Aprendi a cozinhar. Comida “chique” só final de semana.
ü  Investimentos são mínimos, por enquanto: poupança mensal de 10% das receitas, que agora são variáveis.
 

Esses 15 meses de volta ao lar foram dignos de um gladiador. Conscientizar-se de todas as formas de desperdício, não só financeiro, mas afetivo, moral, intelectual e emocional é um processo para a vida toda. Sabemos que estamos no início, mas os resultados são imediatos.

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O quanto seu bem-estar está prejudicado pelo medo que você tem do espelho?

Colunistas, Felicidade - Jared Amarante - 6 de novembro de 2015

 

Na Grécia Antiga, devido ao culto que se fazia a beleza, as pessoas deficientes ou não tão belas, eram exterminadas. Será que não estamos, hoje, nesta Grécia? A diferença é que somos exterminadores de nós mesmos, ou seja, preocupados em ser bonitos como as revistas pedem ou como a sociedade exige, perdendo, assim, nossa capacidade de amor-próprio.
Somos bombardeados, dia após dia, com a ideia de que nosso corpo não é tão bonito e nem está compatível com os modelos do mercado, assim como nos falam que devemos ter um rosto mais atraente, isto é, nossas “limitações” são vistas como fator inadequado ao critério de beleza, o que apenas reforça a ideia de que não somos bons o bastante para nos amarmos exatamente como somos e estamos.
Essas propagandas e ofertas são, em grande parte, fomentadas pelo capitalismo selvagem, que está sempre atento as nossas insatisfações, sapateando em cima delas para nos fazer perder a originalidade de nosso corpo ou, muitas vezes, de nossa alma. Basta observarmos que há produtos destinados a “consertar” cada parte de nosso corpo.
Até que ponto vale a pena o excesso de vaidade que pode gerar um excesso de desgosto? Não pelo que somos, mas pelo que dizem que não somos: belos naturalmente. A maior beleza é aquela que não precisa ser retocada e costurada.
 
 
Você tem essa beleza?
Mas, claro, não achem que estou colocando a vaidade no banco dos réus, e sim a forma como nos ajoelhamos diante dela. Isso pode ser um desperdício de potencial, porque tantas vitrines, tantas frases de efeitos, tantas imagens ilusórias, tanto consumismo, apenas alimenta necessidades que temos ou que foram criadas diante dos padrões que estabeleceram para nós, o que nos faz “perder” a capacidade para avaliar nossos sentimentos, gerando uma não aceitação, que compromete nosso bem-estar.
O quanto seu bem-estar está prejudicado pelo medo que você tem do espelho?
Então, agora, por favor, não tenham obsessão pelo corpo perfeito, mas não deixem de se cuidar ou fazer exercícios. Não deixem de comprar uma roupa nova, mas não se sintam inferiores sem esse objeto. Não desperdicem a oportunidade de se amarem sem maquiagem, porque vocês devem ter algo a mais para mostrar, ou não? Preocupem-se em se aceitar ao invés de buscar aceitações dos outros, lembrando sempre do que diz Honorá de Balzac:“Deve-se deixar a vaidade aos que não têm outra coisa para exibir.”
*Banco de imagem Pixabay
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