setembro 2015

7 Posts Back Home
Showing all posts made in the month of setembro 2015.

O que está por trás da crise?

Olá leitores, este mês gostaria de convidar a todos para a reflexão de um tema que é mais que atual, é parte do nosso cotidiano, a crise. A maioria dos eventos sociais, programas de televisão, mídias impressas e on line este assunto é recorrente e está na pauta de muitos profissionais e eu gostaria de abordá-lo sob o ponto de vista, vou arriscar dizer, filosófico. Porque será que este assunto causa tanto desconforto, preocupação e tem tirado o sono de muitas pessoas? Tenho me deparado com muitos indivíduos em estado de sofrimento elevado com medo das consequências do que a crise pode causar. Em situação de estabilidade e conforto a motivação primária é usufruir de algo que “parece” estar garantido, já em uma situação de crise nos deparamos em primeiro lugar com uma sensação de temor por vivenciar a ameaça de perda daquilo que parecia estar garantido, favorecendo sentimentos…

Porque eu te amo

Nós não podemos ter o controle de tudo, ok? Por isso, não vamos deixar para dizer que amamos quando as pessoas já não estiverem mais aqui. Mas se diz eu te amo tal como se fala bom dia a um desconhecido no trem? Não. Se diz eu te amo para quem realmente faz a diferença na nossa vida, porque um dia essa pessoa vai embora, e vice-versa. A única diferença, nessa verdade, é que não sabemos quem vai primeiro. Já pensaram nisso?   Dizer eu te amo pode mudar a vida de alguém, principalmente quando essa vida estiver fragilizada pelo excesso de crenças destrutivas, isto é, os insanos pensamentos de auto-piedade, que nos dizem que ninguém nos ama. Mas, mesmo assim, se tais sentimentos atacarem você, continue dizendo eu te amo, pois não é por que alguém, que um dia seu coração tanto quis, não lhe disse eu te amo…

Continue andando, agora

A verdade é que nós estamos cansados, não é mesmo? Cansados de demonstrar sentimentos. Cansados de alguns sonhos. Cansados de muita gente perguntando quando vamos casar ou ter o primeiro filho. Cansados de ser cobrado por ainda não termos um cargo de chefia. Cansados por nos julgarem pelas curvas do nosso rosto. Cansados por ter que todo dia dizer que você só quer um pouco de calmaria nesse mundo cheio de estresse.   Cansar é como se deitar nos braços da solidão. Mas que solidão é essa? Uma solidão que faz com que abandonemos as pessoas ou a nós mesmos? Talvez sejam as duas hipóteses. Mas desconfio de que a segunda é a mais dolorosa, simplesmente por que quando as pessoas nos esquecem, nos rotulam, nos deixam de lado ou, principalmente, quando lançam olhares de indiferença diante dos nossos esforços, tudo isso é suportável. Porém, quando nos esquecemos, nenhum…

Às vezes é preciso perder para ganhar

Certa vez li em algum lugar – desconfio de que tenha sido nas paredes do meu coração -, que nem sempre, na vida, as coisas acontecem pelo caminho mais curto. Então, parei e me perguntei: mas qual será o meu caminho? Essa é uma pergunta que devemos fazer todos os dias, principalmente quando, no primeiro problema, pensamos em desistir. Será que ainda não entendemos que os obstáculos existem apenas para nos provar se o que estamos lutando é realmente o que queremos? Porque quando não amamos os sonhos que temos, é mais provável que os deixemos esquecidos, fazendo, assim, com que nossa existência se encha de arrependimentos. Será que não estamos sendo covardes demais com as oportunidades que temos para mudar tudo para sempre? Todos os dias, ao acordarmos, temos a chance de superar nossos próprios desafios. Mas ninguém se supera pensando, demasiadamente, nas fraquezas e nas coisas que ainda…

A Utilidade das coisas…

Viajar com uma adolescente de 16 anos para os EUA é uma lição de economia, geografia e resistência, nada suave…   Esta viagem é o resultado de um teste empírico em que a mãe, esta que vos escreve, fez com seus pimpolhos quando estes estavam com 12 e 9 anos.   Na ocasião pedi aos meus filhos que olhassem para o globo terrestre e escolhessem um país para a viagem dos seus sonhos, e valia qualquer lugar.  A ideia surgiu a princípio para dar-lhes a visão objetiva de que nada é muito longe ou muito perto, nada é impossível, e tudo pode ser impossível. Tudo ou nada depende de nós mesmos e pode acontecer se assim desejarmos e planejarmos. Sem direitos a mimimi!!!   Queria tirar-lhes a ideia material do consumo e incluir o valor do dinheiro para as coisas que não possuem preço. Podemos consumir sonhos? Qual é o…

Porque sou bonito assim, entendeu?

Já pensou o quanto estamos idealizando o corpo perfeito? Já pensou o quanto estamos, constantemente, cobrando das pessoas o que elas não podem oferecer? Já pensou o quanto de desgaste temos tido por querer que o mundo gire sempre a nosso favor? Já pensou o quão impotentes temos nos sentido por descobrir, dia a dia, que não podemos mudar as pessoas? Já pensou o quanto temos nos angustiado por perceber, simplesmente, que as capas de revistas não são os melhores padrões de beleza e que as academias não evoluem a alma? Já pensou quanto tempo perdemos nos preocupando com o que está no externo ao invés de aperfeiçoarmos o que, de fato, somos por dentro? Melhor, nos aceitarmos no espelho. Mas o que você é por dentro? Alguém que só reclama? Alguém que prefere usar a roupa de marca a ter que perceber que isso não a torna mais…

Design sustentável na sua casa

Vaso Batucada de Brunno Jahara No início desse mês visitei a exposição Ecodesign Brasil promovida pela Leroy Merlin, quando 15 designers brasileiros demonstraram em suas peças que é possível produzir móveis e objetos sustentáveis e bonitos. A mostra possui desde delicadas peças desenhadas pelo design Sergio J. Matos que exaltam o artesanato brasileiro utilizando materiais encontrados na natureza como fibras e folhas, até móveis que pensam em toda uma cadeia sustentável que leva em conta a matéria prima, maquinário, funcionários, funcionalidade, durabilidade e custo do produto, como os produzidos por Fernando Jaeger e Paulo Alves. Tunico Lages busca no cerrado a matéria prima para seus móveis e transforma a madeira morta, que teria destino certo nas carvoarias,  em cadeiras e mesas únicas. Através das mãos destes talentosos designers papelão torna-se poltrona e pneus são descoladas fruteiras. A transformação de materiais que seriam descartados em objetos úteis e bonitos trazem não somente…

Navegue
teste