Monthly Archives for abril 2015

Tinta de terra: você conhece essa técnica sustentável para sua casa?

Colunistas, Sustentabilidade - Luciana Murakami - 29 de abril de 2015

Banco de imagem da Pixabay
Em primeiro lugar gostaria de agradecer ao Blog Felicidade Sustentável pela confiança de partilhar seu espaço comigo, escrever sobre Arquitetura Sustentável é uma alegria!
Escolher o tema deste primeiro post, dentre tantos assuntos possíveis, não foi fácil, mas acho que falar de uma equação simples pode ser o melhor começo:
                     Arquitetura + Sustentabilidade = FELICIDADE

 

Arquivo próprio da Luciana – muro da casa após a pintura e esperando a secagem
Muitas vezes não nos damos conta de que atitudes simples podem fazer uma diferença enorme para o planeta e aqueles que aqui habitam. Por isso, hoje falarei sobre um material que está em praticamente todas as casas e você talvez não tenha conhecimento do quanto ele afeta sua saúde: as tintas.
As tintas convencionais possuem em sua composição metais pesados e solventes voláteis conhecidos como COV (Composto Orgânico Volátil). Os COV são gases emitidos por tintas e outros produtos de construção que podem causar alergias, dores de cabeça e em longo prazo danos ao fígado, rins e sistema nervoso central.
Se você um dia pintou sua casa, saberá que o cheiro (COV) da tinta ficou no ambiente por alguns dias, talvez semanas, dependendo do produto. Com o passar do tempo este cheiro ficou mais suave, quase imperceptível, mas por anos continua sendo emitido, sem que você se dê conta. Muito provavelmente, nesse instante, você está respirando COV.
Mas como evitar? Você pode se questionar: o que é possível fazer para tornar minha casa mais sustentável?
Os valores de emissão de algumas marcas estão disponíveis na internet, mas é preciso pesquisar, pois infelizmente não existe uma regulamentação que obrigue às marcas a divulgar estas informações nas embalagens.
Existem tintas a base de água que possuem índices de COV menores que as tintas padrão, como a linha ECO da Hydronorth, mas ainda assim emitem COV.
As mais recomendadas e sustentáveis são as tintas minerais como as produzidas pela  Solum, a base de terra, que não possuem nenhum COV.
Se você gosta de colocar a mão na massa pode fazer sua própria tinta de terra, é bem simples será preciso apenas 03 ingredientes: terra, cola branca e água. Quer saber a receita completa, clique nesse link Produção de tinta de terra
Aqui na minha casa pintei os muros com esta receita, se quiser ver como fizemos acesse aqui
Na próxima vez que pintar a sua casa, pesquise tintas que agridam menos sua saúde, garanta que sua casa seja mais sustentável e mais feliz!
Até Breve!
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Você é vítima ou protagonista da sua vida?

Colunistas, Felicidade - Paula Lima - 22 de abril de 2015

Pense nessa questão: Eles não me entendem ou não consigo me fazer entender ?
Existe alguma diferença de significado em relação às duas frases?
 
1ª frase: Eles não me entendem.
2ª frase: Eu não consigo me fazer entender.
 
Se não consegue perceber a diferença, peço que leia novamente, agora em voz alta, e perceba qual é a ressonância de cada uma delas aos seus ouvidos.
 
Se você realizou este breve exercício, perceberá que a primeira frase aponta a responsabilidade da comunicação, da compreensão do que eu falo para o ouvinte, ou seja, no outro.
 
Na segunda frase a responsabilidade por se fazer entender é própria do emissor, ou seja, da pessoa quem fala.
 
É através desta dinâmica que convido você a refletir sobre qual papel tem tomado mais espaço na sua vida, o de vítima ou o de protagonista?
 
A comunicação é um dos meios que evidencia nossa postura, refletindo nossos preconceitos, nossos valores, nossos comportamentos e, por consequência, revelando o nosso papel de vítima ou protagonista sobre determinada situação.
 
Se estamos no papel de ser protagonista, olhamos uma determinada situação pela ótica da oportunidade, do desafio, do fazer diferente, do aprender, do arriscar, de poder experimentar, do descobrir.  O novo é o que me coloca em contato com a possibilidade de aprender, de olhar com novos olhos, de ampliar a minha experiência sobre algo, de trazer a reflexão sobre o que é melhor.
 
O papel de vítima com respostas do âmbito, eles não me entendem, eles não me chamam, eles não me convidam, eles não me querem, eles não gostam de mim, eles não me promovem, eles não ensinam, eles não explicam, eles não pediram, entre outras frases que revelam a postura de vítima, encara o mundo com a lente do que lhes falta, do que lhes devem e tratam de responsabilizar o outro pelo seu bem-estar, pelo seu sucesso, pela sua satisfação, pela sua alegria e pelas suas conquistas.
 
Responsabilizar o outro pode acalmá-lo por um tempo, justificar alguns erros, mantê-lo protegido, mas de verdade não o faz autor da sua própria história, não imprimi sua marca na vida de quem mais deseja, da conquista que mais almeja.
 
O protagonista busca, vai em direção, tenta; o vitimizado espera, resigna-se e lamenta. Os méritos alcançados por protagonistas são muito mais celebrados, pois a autoria da realização é legítima trazendo satisfação plena.
 
Olhe na sua história e busque momentos em que foi protagonista, recorde-se do bem-estar que foi superar alguma dificuldade ou conquistar algum objetivo.
 
Finalizo esta reflexão com a frase do filósofo francês Jean Paul Sartre lembrando-nos de que podemos escolher sempre, papel de vítima ou protagonista.
 

“Não importa o que fizeram de mim, o que importa é o que eu faço com o que fizeram de mim.”

Um abraço e um mês com muito protagonismo! 

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Por que tão carentes?

Colunistas - Jared Amarante - 17 de abril de 2015

 
Banco de imagem Pixabay
 
 
Que todos desejamos assistir a um filme com alguém debaixo da coberta, isso é fato. Mas e quando as cenas do enredo são tão tristes quanto à insegurança que a companhia traz? E quando não sabemos o porquê realmente não nos satisfazemos em assistir sozinhos? Seria esse um mal estar do frágil coração?
 
Diríamos que, para simplificar esse possível medo de estar só, revelam-se, no dia a dia, entregas prematuras, que geram mal estar à alma, desaguando no corpo. Aqui, pretende-se falar sobre os nossos sentimentos, uma vez que os mesmos determinam o que há no coração, e o que o houver nesse órgão tão inestimável, sem dúvida, chamaremos de tesouro.
 
Ah, sim…
 
Mas e se houver dentro de nós uma pessoa que queiramos chamar de tesouro? Poderia ser ela mais valiosa que o amor-próprio? Há quem diga que, essas perguntas, podem ser respondidas com mil argumentos. No entanto, prefiro apostar na ideia de que somos um oceano, e que nem todos os que nos acompanham terão disposição para mergulhar, porque alguns nasceram apenas para ficar a margem. Porque assim, estando à margem, conseguem nos fortalecer, isto é, trazem-nos a percepção de força, que nada é mais do que olharmos para nós e percebermos que, se o outro quer ir, lhe é seu esse direito, mas não é meu o direito de desistir de mim, achando que sem o outro, – que é apenas o outro -, não serei feliz.
 
Todavia, diante do que discorri, não pretendo colocar o amor no banco dos réus, mas as milhões de formas como chamamos esse sentimento, ou seja, há pessoas chamando noites avulsas de sexo, de amor a primeira vista, enquanto outras chamam a companhia da balada de príncipe encantado. Ah, e tem aquelas que ainda dizem, após uma semana de contato, que já não vivem mais sem a outra parte da laranja. E olha que, ás vezes, a laranja é limão.
 
Acredito que cada um tem o direito de escolher onde deseja ancorar seu barco, isto é, entregar seus sentimentos. O que precisamos saber é até quando nosso barco precisa ficar na encosta para amadurecer. Mas e se isso não acontecer? Teremos coragem de nos retirar do cenário ou viveremos ‘’ancorados’’ – dependentes -, por medo da solidão?
Sei que é importante amar, mas mais importante ainda é sentir que alguém nos ama tal como amamos a nós mesmos, porque hoje – sem sensacionalismo, mas coerência-, estamos na época cujas pessoas estão preocupadas em se relacionar, mas, em contrapartida, estamos também rodeados por aquelas que querem apenas o momento. Eis então a mais significativa solução: refletir.
 
Sendo assim, perante todo esse horizonte de achar que queremos alguém, e que sem esse alguém não somos completos, vale lembrar-se do que Fernando Pessoa disse: Para viver a dois, antes, é necessário ser um.
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Estamos na mídia e tudo aconteceu de forma espontânea!

Na mídia - Chirles Oliveira - 11 de abril de 2015

 

Essa foi a nossa primeira inserção na mídia, a convite da querida Tatá Talarico, aluna de jornalismo e estagiária da emissora, participamos da primeira edição do Jornal da TV Cultura, no dia 27 de março de 2015. Essa divulgação foi fantástica para impulsionar nossa página. O Raphael Scarcelli fez a edição do vídeo e criou o canal no YouTube. Estou rodeada de pessoas queridas me ajudando de todas as formas. Continuar Lendo

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Felicidade Projetada?

Colunistas, Felicidade - Jared Amarante - 10 de abril de 2015

 
 
 
Alguém, algum dia, em algum lugar, já ouviu a palavra projeção. Mas será que parou para pensar em seu significado? Esse verbo é uma ideia vendida pelo Marketing para nos acolher? Será uma utopia dos filósofos e psicanalistas para criticar nossas escolhas? Ou será que, simplesmente, projetar-se é a literal necessidade de cada um?
 
Diante desses questionamentos, nascem centenas de dúvidas que permeiam a era das eras, a globalização pela massificação falsificada, o exibicionismo pelos cifrões e, tragicamente, à vontade de ser o outro e ter o que ele possui. Afinal, a grama do vizinho é sempre mais verde.
 
Todavia, não se pode esquecer de quem fomenta essa realidade, isto é, nossa Indústria Cultural – fábrica de heróis-, que sapateia em cima das mais frágeis, melhor dizendo, do mais quebradiço e inescapável instinto humano: a luta incansável pela projeção.
 
Talvez projetar-se não seja um transtorno contemporâneo, e sim o quanto de energia despendemos para isso, porque é inerente que, ao se projetar no ‘’estranho’’– literalmente cobiçando a vida do outro, e esse outro pode ser desde um esmalte até um carro -, automaticamente nos perdemos um pouco, pois passa-se a desejar a casa alheia, as roupas, o cabelo, os talentos e, o mais triste e almejado, a felicidade.
 
Felicidade essa ‘’trazida’’ pela indústria cultural, mas que termina – isso para os viciados em depender do efêmero para sorrir-, no momento em que a revista de corpos esculturais é fechada, o Cd do ídolo chega a sua última nota musical, ou quando o botão do controle remoto apaga tudo, trazendo as dependências que não teriam sido tão anestesiadas se, antes de termos o desejo de ser o outro, nos bastássemos com nossa própria companhia, compreendendo que a felicidade de mãos alheias inexiste.

 

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Suco verde…Quero vida!

Vida Saudável - Chirles Oliveira - 1 de abril de 2015

“Fazer o suco é um exercício diário de dizer a você mesmo e ao planeta: “Quero vida” (Daniel Francisco de Assis, autor do livro Suco Vivo)

 

 

Sempre que publico as fotos do suco verde no Facebook percebo que as pessoas curtem essa opção saudável de começar o dia. Mas também pairam algumas dúvidas como: o suco deve ser coado ou não? qual é a melhor receita?  Preparo no liquidificador ou na centrífuga? Por isso prometi que o próximo texto seria sobre essa maravilhosa bebida DETOX. Vamos lá, pois fazer o suco verde não é complicado e basta ter em mãos (ou melhor, na geladeira) alguns ingredientes básicos. Claro, depois desse texto, você poderá se aventurar em suas próprias criações saborosas e nutritivas e levar essa energia vital todos os dias para seu organismo.
O suco verde tem um grande poder de desintoxicação e deve ser ingerido no desjejum ou nos intervalos das refeições (li que não é aconselhável à noite). Além de eliminar as toxinas, ele promove uma alta mineralização e alcalinização do corpo. Se bem, que segundo Daniel Assis, para otimizar esse processo de alcalinização rápida ele deve ser batido de preferência sem a fruta. Mas no meu caso, sempre acrescento uma fruta cítrica ou a maçã, mas também já me aventurei e alterei a receita inserindo o suco de uva integral e o resultado foi um suco adoçado de forma natural.
Há muitas receitas, mas eu sinceramente não gosto de ficar presa a elas. Acho importante saber como se faz o suco verde padrão e depois ir variando com o que tenho disponível no momento, pois o mais importante é bebê-lo diariamente, ajudando na ingestão diária dos líquidos para o bom funcionamento do nosso corpo.  Assim, podemos ingerir 1 litro e 1/2 de líquidos por dia variando entre água, chás, suco verde ou água de coco. Ah! Sempre naturais, de preferência!
O suco verde tem como base sucos de vegetais com frutas não doces. Você pode bater chuchu, pepino, aipo, abóbora, cenoura, etc. O segundo ingrediente básico são as folhas verdes e você pode utilizar couve manteiga, salsinha, espinafre, agrião, rúcula, hortelã, acelga, as folhas da beterraba e do salsão.
Eu costumo bater no liquidificador couve, salsinha, gengibre, maçã, limão (receita básica). Mas sempre faço variações. Já bati ora com abacaxi, ora com laranja, sem fruta alguma, com água de coco, com inhame, cenoura, pepino, já inseri açafrão da terra e spirulina (um pó a base de algas que é uma excelente fonte de proteína, aminoácidos, minerais e vitaminas). Eu comprei a spirulina em pó na zona cerealista no centro de São Paulo, mas também é vendida em lojas de produtos naturais.

Na receita de hoje bati: 3 folhas de couve, chá de capim santo (que sobrou da noite passada), 1 pedaço de gengibre, 1/2 inhame ou cará pequeno e suco de 1 limão. Não ficou doce, mas estava rico de nutrientes e excelente para minha vitalidade.

O detalhe importante é que o suco precisa ser coado, e sua função principal é a desintoxicação. Você pode bater no liquidificar ou numa centrífuga se for para muitas pessoas. Para peneirar, dá para usar uma peneira bem fina ou a famosa “panela furada”, que na verdade é uma peneira feita de tecido voil que permite que as microfibras passem na coagem.
Aos poucos, vamos percebendo que ao beber o suco verde ficamos mais dispostos fisicamente e com o sistema imunológico mais forte, pois estamos suprindo nosso organismo com ferro, minerais, os compostos fenólicos, a vitamina C, a vitamina E e o betacaroteno.

Sugiro a leitura do livro Suco Vivo, de Daniel Francisco de Assis, pois nele você encontrará muitas receitas e explicações sobre a importância desse suco tão vital e detonador das toxinas do nosso corpo.
Algumas dicas importantes que retirei do livro.

 

  1. Use sempre ingredientes frescos, locais, orgânicos (quando possível). Ingredientes congelados podem ser usados, mas não diariamente.
  2. Quanto mais rápido beber, depois de preparar, melhor, Quanto mais gostoso ficar o suco, melhor, pois faz querer beber mais vezes.
  3. O suco não deve ser armazenado, Leva 10 minutos para mudar de gosto e ficar amargo.
  4. Depois de tomar o suco, espero pelo menos 30 minutos até fazer a próxima refeição.
  5. Faça o suco com amor, tranquilidade e respeito, pois ele pode mudar sua vida.

 

Nunca viu uma panela furada? Olha ela aí!

Segue o endereço para quem quiser saber mais e adquiri-la  panela furada

Agora você pode baixar em PDF o livro Suco Vivo. Ou adquiri-lo nas livrarias da sua cidade ou via compra online. Suco Vivo na Saraiva
Saiba mais sobre seu ritmo metabólico nesse texto do Doce Limão

 Abraço Fraterno!
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